Triste isto meus irmãos. Leiam
Carta de um pastor batista.
Leiam se tiverem coragem!
A Apostasia da CBB e da OPBB
“Nossa solene convicção é que as coisas, em muitas igrejas, estão piores do que parecem, e a tendência é de uma descida ainda mais acentuada.’’
Sobre o declínio das Igrejas Batistas – Charles Spurgeon
Eu cresci numa família Batista da CBB, fui ao Seminário Batista do Norte com 18 anos de idade, depois conclui meu curso na Faculdade Batista Brasileira. Sou pastor há 10 anos aqui em Jequié-Ba que lutei com paixão por essa denominação. Como todo membro de Igreja que veste a camisa e ama, meu sentimento também era de proteção . Fui membro da Ordem dos Pastores Batistas e nossa Igreja membro da CBB. Lutei muitas batalhas para que pelo menos na minha ordem o liberalismo e as ideologias exóticas não colocassem as mãos diabólicas. Mas é impossível vencer guerras ao lado de pastores omissos por causa dos conchaves políticos, acovardados diante da maioria, contaminados pelo politicamente correto e pelo relativismo moral, religioso. Nossa Igreja está em litígio, e este ano vai sair da CBB.
Minha decepção começou aqui mesmo na subsede Jequié-Ba, onde a política era feita de forma desonesta para favorecer pastores de duas Igrejas grandes. Numa eleição que eu participei, uma dessas Igrejas chegou a bancar dois ônibus para levar seus membros no dia da votação. Em seguida, fiquei alarmado com a lentidão da CBB Baiana em punir o pastor da Igreja Batista de Alagoinha-Ba que assumiu em púlpito, ser homossexual. Quase 1 ano para excluir o pastor e a Igreja (A Igreja apoiou a nova opção sexual do seu líder).
Alguns anos depois surge uma campanha para aprovação das pastoras na Ordem Batista. Antes de chegar na Assembléia Geral ( que ocorre todo ano) todas as sedes Estaduais começaram a fazer lobe para que os pastores das subsedes aprovassem a ideia . Com isso, o tema seria debatido na geral e certamente ganharia força para aprovação. Aqui em Jequié eu e o pastor Antonio Fernando Porto Porto ( hoje na presbiteriana) lideramos uma campanha contra esta heresia e conseguimos apoio da maioria, o tema foi debatido e rejeitado. Os Batistas são congregacionais e exercem uma democracia, e em todas as suas instâncias, a maioria sempre vence. Mas o inimigo não dorme! O avanço do socialismo e das teologias progressistas e ‘’inclusivistas’’ cresceram bastante e o pastorado feminino ganhou força novamente.
O movimento liderado pela feminista Zenilda Reggiani que fez teologia no seminário Batista, vem ganhando força e espaço na rodinha dos políticos profissionais da CBB. Em 2004, os membros de sua Igreja lhe concederam o título de pastora. A Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB), porém, não reconhecia a validade do ministério feminino. Isso restringia a atuação das ‘’pastoras’’ a suas comunidades de origem, já que muitas igrejas exigiam que seus líderes fossem filiados à Ordem.. Em 22 de janeiro de 2014, a OPBB aprovou o ingresso de mulheres na entidade. “A decisão da Ordem facilita o caminho para a ordenação de outras mulheres. Este foi exatamente o mesmo processo de decadência que passou os Batistas Americanos:
1-Relativismo das Escrituras e da ortodoxia;
2-Relativismo moral;
3-Permissão de pastores divorciados e até alguns que já tinham recasados três vezes;
4-Permissão do sacerdócio feminino;
5-Permissão de pastores homossexuais.
Hoje em dia a CBB e a OPBB abrigam todos os tipos de teologias, uma verdadeira Babel. Tem para todo freguês: Pentecostalismo, liberalismo, socialismo, libertação, TMI, teísmo aberto, liberais. Os seminários Batistas se tornaram covis de lobos liberais e socialistas. Eles chamam isso de ‘’Democracia’’, eu chamo de Apostasia. Mas isso é somente a beira da lama. A CBB e a Ordem dos pastores Batistas abrigam pastores: Adúlteros, corruptos, políticos profissionais, apadrinhados de figurões, defensores do aborto e do lulismo. Uma fidelidade micro das instituições públicas do Brasil.
Para completar, a adesão dos pastores da OPBB a causa gay ganha força cada dia. A Igreja Batista de Pinheiro em Maceió, liderada pelo ‘’Pr.’’ Wellington Santos (adepto da teologia da libertação) que já vinha distorcendo as Escrituras Sagradas em pró da aceitação da relação homossexual -, Um tempo depois conduziu a Igreja para uma assembleia e a decisão foi tomada. Realizada no dia 28 de fevereiro de 2016, o pastor obteve maioria absoluta de votos dos membros presentes: 129 se posicionaram a favor da homossexualidade, três foram contrários e 15 se abstiveram. Comandada pelo pastor Wellington Santos, a congregação já vinha trabalhando o tema há dez anos - desde 2005 a abertura para gays é discutida no templo do Pinheiro. A lista de pastores da Ordem Batista Brasileira que apoiaram a decisão da Igreja Batista de Pinheiro, é gigante e com nomes de peso da denominação. Somente em julho de 2016 a Convenção Batista Brasileira (CBB) decidiu pela exclusão da Igreja Batista do Pinheiro (IBP) de Maceió do rol de templos afiliados por não concordarem com a decisão da igreja maceioense de aceitar o batismo de pessoas homossexuais. Esta não será a última, vem mais por ai. A CBB é fraca e suas declarações doutrinárias frágeis. Ela é lenta para punir e aberta a todo tipo de doutrina.
Recentemente a OPBB aprovou uma nota vaga, sem firmeza sobre o tema gay, veja: ‘’A OPBB confirma o que já diz a Assembleia da Convenção Batista Brasileira, “em relação ao chamado casamento homossexual, entendemos que uniões legais amparam arranjos de pessoas do mesmo sexo que decidem estabelecer um relacionamento de união e que necessitem legar herança, visitar companheiros em hospitais, etc.”, porém a prática, no entendimento da organização, se constitui como um desvio do caminho estabelecido por Deus.’’
Fonte: http://www.jmnoticia.com.br/2017/04/24/opbb-emite-nota-sobre-identidade-genero-e-casamento-gay/
Essa posição não é levada a sério por boa parte. A CBB e a OPBB foram tomadas por pastores progressistas pautados no esquerdismo. Usam de uma teologia meia boca para difundir a inclusão através de um ‘’Cristo’’ fabricado para que a Igreja entre na ‘’contextualização’’ do século XXI. Uma Igreja ‘’aberta’’, ‘’solidária’’ as causas sociais, ‘’aos oprimidos’’. Mas a palvra nos alerta para esse tipo de postura: ‘’Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito’’; Romanos 12.2.
A apostasia e a queda da CBB
O ‘’pastorado’’ feminino é a porta de entrada para outras formas inclusivas de ministério. O feminismo no púlpito é uma inversão ao mandato cultural que Deus ordenou ao homem, desde de Gênesis. Ao homem foi lhe dado o governo, a mulher o auxílio. Iguais diante de Deus, diferentes em suas vocações. A CBB fechou os olhos para palavra de Deus e deixou simplesmente a coisa andar. Em desde de 1999 vem crescendo o número de mulheres que desejam ser ‘’pastoras’’. Em 2012 a lista de pastoras da CBB chegou aos números de 136 consagradas. Atualmente estes números dobraram, chegando a quase 300 ‘’pastoras’’. Elas conseguiram até um espaço especial na Assembléia Geral da CBB 2018 em Poço de Caldas –MG. Estão ativas e ocupando cargos na diretoria e promovendo conferências para fortalecer o movimento, tudo isso com o apoio da CBB e da OPBB.
O ‘’Pastorado feminino é uma afronta a Deus.
1-inverte o mandato cultural: Gn 1.26; 2.22,23;
2- As Escrituras não apoiam a ordenação de mulheres;
3-Não há se quer um texto no antigo ou no novo testamento que fundamente a ordenação feminina;
4-Cristo é homem Deus, filho do homem, o Cristo, ungido, Sumo Sacerdote, rei, profeta. todas as expressões e vocações são masculinas;
5-A ordenação feminina fragiliza a centralidade e a autoridade em Cristo: Ele é o centro, o cabeça; a igreja é passiva, é o corpo, é submissa; Efésios 5:23;
6-A ordenação feminina macula a autoridade do homem, pois inverte o processo, o transformando num banana emocional e espiritual. A história de Débora ( ‘’ a juiza’’) revela muito bem este processo; mina a ordem bíblica: ‘’Quero, porém, que entendam que o cabeça de todo homem é Cristo, e o cabeça da mulher é o homem, e o cabeça de Cristo é Deus’’; 1 Coríntios 11:3.
Considero a ordenação feminina uma heresia danosa, uma desobediência grave a palavra de Deus, uma tentativa de fragilizar a cristologia, e um processo avançado de ‘’bananizar’’ os homens da Igreja.
B. B. Warfield disse:
‘’É muito claro que aquele que modifica os ensinos da Palavra de Deus, no menor particular, numa ditação de qualquer opinião formado pelo homem, já se apartou do fundamento cristão, e já é, em princípio, um herege. A própria essência da heresia é que os modos de pensamento e padrões, originando-se em outro lugar que não na Escritura de Deus, recebem peso decisivo quando colidem com os ensinos de Deus.
W. Gary Crampton , elucida:
‘’O elemento liberal na igreja tem pouca afinidade pelo princípio bíblico do sola Scriptura. Nessa tendência, o raciocínio humanista, as ordens culturais, as tradições dos homens, e assim por diante, estão todos no mesmo nível da Bíblia. Os modernistas não estão preocupados com um abandono da Palavra de Deus. Todavia, a coisa estranha sobre o movimento de “mulheres como mestras” é que alguns defensores desse fenômeno dentro de círculos “ortodoxos” estão alegando apoio bíblico para a sua visão.’’
Não estou fazendo isso com alegria, estou com o coração partido, chorando em alma por ver uma denominação histórica, relevante a história global, com tantos heróis da fé, descendo acentuadamente para apostasia. Que Deus tenha misericórdia dos eleitos que ainda persistem na CBB e na OPBB, eu estou de malas prontas.
Carta de um pastor batista.
Leiam se tiverem coragem!
A Apostasia da CBB e da OPBB
“Nossa solene convicção é que as coisas, em muitas igrejas, estão piores do que parecem, e a tendência é de uma descida ainda mais acentuada.’’
Sobre o declínio das Igrejas Batistas – Charles Spurgeon
Eu cresci numa família Batista da CBB, fui ao Seminário Batista do Norte com 18 anos de idade, depois conclui meu curso na Faculdade Batista Brasileira. Sou pastor há 10 anos aqui em Jequié-Ba que lutei com paixão por essa denominação. Como todo membro de Igreja que veste a camisa e ama, meu sentimento também era de proteção . Fui membro da Ordem dos Pastores Batistas e nossa Igreja membro da CBB. Lutei muitas batalhas para que pelo menos na minha ordem o liberalismo e as ideologias exóticas não colocassem as mãos diabólicas. Mas é impossível vencer guerras ao lado de pastores omissos por causa dos conchaves políticos, acovardados diante da maioria, contaminados pelo politicamente correto e pelo relativismo moral, religioso. Nossa Igreja está em litígio, e este ano vai sair da CBB.
Minha decepção começou aqui mesmo na subsede Jequié-Ba, onde a política era feita de forma desonesta para favorecer pastores de duas Igrejas grandes. Numa eleição que eu participei, uma dessas Igrejas chegou a bancar dois ônibus para levar seus membros no dia da votação. Em seguida, fiquei alarmado com a lentidão da CBB Baiana em punir o pastor da Igreja Batista de Alagoinha-Ba que assumiu em púlpito, ser homossexual. Quase 1 ano para excluir o pastor e a Igreja (A Igreja apoiou a nova opção sexual do seu líder).
Alguns anos depois surge uma campanha para aprovação das pastoras na Ordem Batista. Antes de chegar na Assembléia Geral ( que ocorre todo ano) todas as sedes Estaduais começaram a fazer lobe para que os pastores das subsedes aprovassem a ideia . Com isso, o tema seria debatido na geral e certamente ganharia força para aprovação. Aqui em Jequié eu e o pastor Antonio Fernando Porto Porto ( hoje na presbiteriana) lideramos uma campanha contra esta heresia e conseguimos apoio da maioria, o tema foi debatido e rejeitado. Os Batistas são congregacionais e exercem uma democracia, e em todas as suas instâncias, a maioria sempre vence. Mas o inimigo não dorme! O avanço do socialismo e das teologias progressistas e ‘’inclusivistas’’ cresceram bastante e o pastorado feminino ganhou força novamente.
O movimento liderado pela feminista Zenilda Reggiani que fez teologia no seminário Batista, vem ganhando força e espaço na rodinha dos políticos profissionais da CBB. Em 2004, os membros de sua Igreja lhe concederam o título de pastora. A Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB), porém, não reconhecia a validade do ministério feminino. Isso restringia a atuação das ‘’pastoras’’ a suas comunidades de origem, já que muitas igrejas exigiam que seus líderes fossem filiados à Ordem.. Em 22 de janeiro de 2014, a OPBB aprovou o ingresso de mulheres na entidade. “A decisão da Ordem facilita o caminho para a ordenação de outras mulheres. Este foi exatamente o mesmo processo de decadência que passou os Batistas Americanos:
1-Relativismo das Escrituras e da ortodoxia;
2-Relativismo moral;
3-Permissão de pastores divorciados e até alguns que já tinham recasados três vezes;
4-Permissão do sacerdócio feminino;
5-Permissão de pastores homossexuais.
Hoje em dia a CBB e a OPBB abrigam todos os tipos de teologias, uma verdadeira Babel. Tem para todo freguês: Pentecostalismo, liberalismo, socialismo, libertação, TMI, teísmo aberto, liberais. Os seminários Batistas se tornaram covis de lobos liberais e socialistas. Eles chamam isso de ‘’Democracia’’, eu chamo de Apostasia. Mas isso é somente a beira da lama. A CBB e a Ordem dos pastores Batistas abrigam pastores: Adúlteros, corruptos, políticos profissionais, apadrinhados de figurões, defensores do aborto e do lulismo. Uma fidelidade micro das instituições públicas do Brasil.
Para completar, a adesão dos pastores da OPBB a causa gay ganha força cada dia. A Igreja Batista de Pinheiro em Maceió, liderada pelo ‘’Pr.’’ Wellington Santos (adepto da teologia da libertação) que já vinha distorcendo as Escrituras Sagradas em pró da aceitação da relação homossexual -, Um tempo depois conduziu a Igreja para uma assembleia e a decisão foi tomada. Realizada no dia 28 de fevereiro de 2016, o pastor obteve maioria absoluta de votos dos membros presentes: 129 se posicionaram a favor da homossexualidade, três foram contrários e 15 se abstiveram. Comandada pelo pastor Wellington Santos, a congregação já vinha trabalhando o tema há dez anos - desde 2005 a abertura para gays é discutida no templo do Pinheiro. A lista de pastores da Ordem Batista Brasileira que apoiaram a decisão da Igreja Batista de Pinheiro, é gigante e com nomes de peso da denominação. Somente em julho de 2016 a Convenção Batista Brasileira (CBB) decidiu pela exclusão da Igreja Batista do Pinheiro (IBP) de Maceió do rol de templos afiliados por não concordarem com a decisão da igreja maceioense de aceitar o batismo de pessoas homossexuais. Esta não será a última, vem mais por ai. A CBB é fraca e suas declarações doutrinárias frágeis. Ela é lenta para punir e aberta a todo tipo de doutrina.
Recentemente a OPBB aprovou uma nota vaga, sem firmeza sobre o tema gay, veja: ‘’A OPBB confirma o que já diz a Assembleia da Convenção Batista Brasileira, “em relação ao chamado casamento homossexual, entendemos que uniões legais amparam arranjos de pessoas do mesmo sexo que decidem estabelecer um relacionamento de união e que necessitem legar herança, visitar companheiros em hospitais, etc.”, porém a prática, no entendimento da organização, se constitui como um desvio do caminho estabelecido por Deus.’’
Fonte: http://www.jmnoticia.com.br/2017/04/24/opbb-emite-nota-sobre-identidade-genero-e-casamento-gay/
Essa posição não é levada a sério por boa parte. A CBB e a OPBB foram tomadas por pastores progressistas pautados no esquerdismo. Usam de uma teologia meia boca para difundir a inclusão através de um ‘’Cristo’’ fabricado para que a Igreja entre na ‘’contextualização’’ do século XXI. Uma Igreja ‘’aberta’’, ‘’solidária’’ as causas sociais, ‘’aos oprimidos’’. Mas a palvra nos alerta para esse tipo de postura: ‘’Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito’’; Romanos 12.2.
A apostasia e a queda da CBB
O ‘’pastorado’’ feminino é a porta de entrada para outras formas inclusivas de ministério. O feminismo no púlpito é uma inversão ao mandato cultural que Deus ordenou ao homem, desde de Gênesis. Ao homem foi lhe dado o governo, a mulher o auxílio. Iguais diante de Deus, diferentes em suas vocações. A CBB fechou os olhos para palavra de Deus e deixou simplesmente a coisa andar. Em desde de 1999 vem crescendo o número de mulheres que desejam ser ‘’pastoras’’. Em 2012 a lista de pastoras da CBB chegou aos números de 136 consagradas. Atualmente estes números dobraram, chegando a quase 300 ‘’pastoras’’. Elas conseguiram até um espaço especial na Assembléia Geral da CBB 2018 em Poço de Caldas –MG. Estão ativas e ocupando cargos na diretoria e promovendo conferências para fortalecer o movimento, tudo isso com o apoio da CBB e da OPBB.
O ‘’Pastorado feminino é uma afronta a Deus.
1-inverte o mandato cultural: Gn 1.26; 2.22,23;
2- As Escrituras não apoiam a ordenação de mulheres;
3-Não há se quer um texto no antigo ou no novo testamento que fundamente a ordenação feminina;
4-Cristo é homem Deus, filho do homem, o Cristo, ungido, Sumo Sacerdote, rei, profeta. todas as expressões e vocações são masculinas;
5-A ordenação feminina fragiliza a centralidade e a autoridade em Cristo: Ele é o centro, o cabeça; a igreja é passiva, é o corpo, é submissa; Efésios 5:23;
6-A ordenação feminina macula a autoridade do homem, pois inverte o processo, o transformando num banana emocional e espiritual. A história de Débora ( ‘’ a juiza’’) revela muito bem este processo; mina a ordem bíblica: ‘’Quero, porém, que entendam que o cabeça de todo homem é Cristo, e o cabeça da mulher é o homem, e o cabeça de Cristo é Deus’’; 1 Coríntios 11:3.
Considero a ordenação feminina uma heresia danosa, uma desobediência grave a palavra de Deus, uma tentativa de fragilizar a cristologia, e um processo avançado de ‘’bananizar’’ os homens da Igreja.
B. B. Warfield disse:
‘’É muito claro que aquele que modifica os ensinos da Palavra de Deus, no menor particular, numa ditação de qualquer opinião formado pelo homem, já se apartou do fundamento cristão, e já é, em princípio, um herege. A própria essência da heresia é que os modos de pensamento e padrões, originando-se em outro lugar que não na Escritura de Deus, recebem peso decisivo quando colidem com os ensinos de Deus.
W. Gary Crampton , elucida:
‘’O elemento liberal na igreja tem pouca afinidade pelo princípio bíblico do sola Scriptura. Nessa tendência, o raciocínio humanista, as ordens culturais, as tradições dos homens, e assim por diante, estão todos no mesmo nível da Bíblia. Os modernistas não estão preocupados com um abandono da Palavra de Deus. Todavia, a coisa estranha sobre o movimento de “mulheres como mestras” é que alguns defensores desse fenômeno dentro de círculos “ortodoxos” estão alegando apoio bíblico para a sua visão.’’
Não estou fazendo isso com alegria, estou com o coração partido, chorando em alma por ver uma denominação histórica, relevante a história global, com tantos heróis da fé, descendo acentuadamente para apostasia. Que Deus tenha misericórdia dos eleitos que ainda persistem na CBB e na OPBB, eu estou de malas prontas.
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Obrigada pela visita. Vilma.
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