HARPA CRISTÃ 116
HARPA CRISTÃ 169
HARPA CRISTÃ 171
RESUMO DA Lição 6,
A condição dos gentios sem DEUS
I. CHAMADOS INCIRCUNCISÃO
1. O conceito de circuncisão.
2. O significado religioso da circuncisão.
3. A circuncisão do coração.
4. A circuncisão na Nova Aliança.
II. ESTRANHOS AO CONCERTO DA PROMESSA
1. Uma vida sem CRISTO.
2. Separados da comunidade de Israel.
3. Alienados aos pactos das promessas.
III. SEM ESPERANÇA E SEM DEUS
1. Desprovidos de esperança.
2. Sem DEUS no mundo.
TEXTO ÁUREO
“Portanto, lembrai-vos de que vós, noutro tempo, éreis gentios na carne e chamados incircuncisão pelos que, na carne, se chamam circuncisão
feita pela mão dos homens.” (Ef 2.11)
VERDADE PRÁTICA
Outrora sem Deus, por meio de Cristo, os gentios tornaram-se descendência de Abraão e herdeiros das promessas.
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Gn 17.10,11
A circuncisão tornou-se um sinal de distinção entre judeus e gentios
"Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós, e a tua descendência depois de ti: Que todo o homem entre vós será circuncidado.
E circuncidareis a carne do vosso prepúcio; e isto será por sinal da aliança entre mim e vós."Gênesis 17:10,11
Terça – Êx 19.5,6
O sentido da circuncisão apontava para a santificação
"Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha.
E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel." Êxodo 19:5,6
Quarta – Gl 6.15
O sinal de quem pertence a Deus não é a circuncisão nem a incircuncisão
"Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão, nem a incircuncisão tem virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura." Gálatas 6:15
Quinta – Gl 3.29
Em Cristo, os gentios tornaram-se descendência de Abraão
"E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa."
Gálatas 3:29
Sexta – 1 Cr 29.15
Quando não se havia esperança
"Porque somos estrangeiros diante de ti, e peregrinos como todos os nossos pais; como a sombra são os nossos dias sobre a terra, e sem ti não há esperança. " 1 Crônicas 29:15
Sábado – Jo 17.3-7
Deus altera a situação dos gentios segundo seus desígnios eternos
"E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.
Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer.E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.
Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste; eram teus, e tu mos deste, e guardaram a tua palavra.
Agora já têm conhecido que tudo quanto me deste provém de ti; " João 17:3-7
Efésios 2.11,12; Romanos 4.12-14
"Portanto, lembrai-vos de que vós noutro tempo éreis gentios na carne, e chamados incircuncisão pelos que na carne se chamam circuncisão feita pela mão dos homens;
Que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo. " Efésios 2:11,12
"E fosse pai da circuncisão, daqueles que não somente são da circuncisão, mas que também andam nas pisadas daquela fé que teve nosso pai Abraão, que tivera na incircuncisão.
Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé.
Porque, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é aniquilada." Romanos 4:12-14
OBJETIVO GERAL
Esclarecer de que modo os gentios estiveram privados da promessa messiânica.
OBJETIVO ESPECÍFICO
- Conceituar espiritualmente a circuncisão e a incircuncisão;
- Explicitar a antiga condição dos gentios sem Deus e sem Cristo;
- Afirmar que desprovidos de Deus os gentios marchavam para a perdição eterna.
• INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Os gentios não tinham parte com a promessa de Abraão e, por isso, não
eram herdeiros das promessas. Nesse sentido, a Epístola aos Efésios mostra
a condição da posição gentílica: incircuncisos, sem Cristo, separados de Israel
e longe da promessa, sem esperança e sem Deus no mundo. Nesta lição,
temos a oportunidade de constatar a real situação do ser humano sem Deus
e o quanto ele carece da graça e da misericórdia divina.
INTRODUÇÃO
Na presente lição, veremos que o autor de Efésios lembra aos gentios de que, antes da regeneração, eles eram incircuncisos e haviam experimentado
cinco formas de privação:
1. O conceito de circuncisão.
Circuncisão é a remoção cirúrgica do prepúcio do órgão sexual masculino.
Era prescrito na lei como o sinal externo de quem pertencia ao povo da aliança com Deus
(Gn 17.10,11).
O procedimento era realizado no oitavo dia de vida
dos nascidos em Israel ou estrangeiros comprados a dinheiro (Gn 17.12).
Quem não era circuncidado era tido como “incircunciso” e, portanto, excluído da aliança (Gn 17.14).
A circuncisão tornou-se um sinal que distinguia os
judeus dos demais povos gentílicos.
[Do lat. circum , ao redor; e, caédere , cortar: cortar em redor] Remoção da pele que cobre a glande peniana. Apesar de praticada também por outros grupamentos humanos, como os árabes, por exemplo, entre os israelitas adquiriu ela um significado todo especial. Através da circuncisão, o indivíduo habilitava-se a fazer parte do povo eleito. Era o sinal da aliança entre DEUS e Israel. Em seus ensinos, o apóstolo mostrou que a verdadeira circuncisão não é a externa. Mas a que se pratica no coração (Cl 2.11). Advém esta do verdadeiro arrependimento e da genuína fé nos desígnios de DEUS.
JESUS foi circuncidado (Lc 1,21), mas o cristianismo posterior eximiu os convertidos desse rito e do cumprimento da Lei mosaica (At 15). (em hebr. mula, em gr. peritome). A circuncisão é, literalmente, a remoção cirúrgica do prepúcio do órgão sexual masculino. São conhecidas operações semelhantes para mulheres, mas não são freqüentes e não possuem um significado religioso. A circuncisão é praticada por muitos povos, especialmente nas regiões tropicais e subtropicais. Estima-se que uma proporção de um sétimo a um quinto da população da terra seja circuncidada.
No Egito "Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que castigarei a todo o circuncidado com o incircunciso. Ao Egito, e a Judá, e a Edom, e aos filhos de Amom, e a Moabe, e a todos os que cortam os cantos do seu cabelo, que habitam no deserto; porque todas as nações são incircuncisas, e toda a casa de Israel é incircuncisa de coração." Jeremias 9:25,26 "E foi esta a causa por que Josué os circuncidou: todo o povo que tinha saído do Egito, os homens, todos os homens de guerra, já haviam morrido no deserto, pelo caminho, depois que saíram do Egito. Porque todos os do povo que saíram estavam circuncidados, mas a nenhum dos que nasceram no deserto, pelo caminho, depois de terem saído do Egito, haviam circuncidado.
Porque quarenta anos andaram os filhos de Israel pelo deserto, até se acabar toda a nação, os homens de guerra, que saíram do Egito, e não obedeceram à voz do Senhor; aos quais o Senhor tinha jurado que lhes não havia de deixar ver a terra que o Senhor jurara a seus pais dar-nos; terra que mana leite e mel.
Porém em seu lugar pôs a seus filhos; a estes Josué circuncidou, porquanto estavam incircuncisos, porque os não circuncidaram no caminho.
E aconteceu que, acabando de circuncidar a toda a nação, ficaram no seu lugar no arraial, até que sararam.
Disse mais o Senhor a Josué:
INTRODUÇÃO
Na presente lição, veremos que o autor de Efésios lembra aos gentios de que, antes da regeneração, eles eram incircuncisos e haviam experimentado
cinco formas de privação:
- estavam sem Cristo,
- separados de Israel,
- alienados quanto à promessa,
- sem esperança e sem Deus
- no mundo (Ef 2.11,12).
I – CHAMADOS INCIRCUNCISÃO
Na era antes de Cristo, além de mortos espiritualmente, os gentios eram desprezados pelos judeus e identificados como incircuncisos (Ef 2.11).1. O conceito de circuncisão.
Circuncisão é a remoção cirúrgica do prepúcio do órgão sexual masculino.
Era prescrito na lei como o sinal externo de quem pertencia ao povo da aliança com Deus
(Gn 17.10,11).
O procedimento era realizado no oitavo dia de vida
dos nascidos em Israel ou estrangeiros comprados a dinheiro (Gn 17.12).
Quem não era circuncidado era tido como “incircunciso” e, portanto, excluído da aliança (Gn 17.14).
A circuncisão tornou-se um sinal que distinguia os
judeus dos demais povos gentílicos.
[Do lat. circum , ao redor; e, caédere , cortar: cortar em redor] Remoção da pele que cobre a glande peniana. Apesar de praticada também por outros grupamentos humanos, como os árabes, por exemplo, entre os israelitas adquiriu ela um significado todo especial. Através da circuncisão, o indivíduo habilitava-se a fazer parte do povo eleito. Era o sinal da aliança entre DEUS e Israel. Em seus ensinos, o apóstolo mostrou que a verdadeira circuncisão não é a externa. Mas a que se pratica no coração (Cl 2.11). Advém esta do verdadeiro arrependimento e da genuína fé nos desígnios de DEUS.
JESUS foi circuncidado (Lc 1,21), mas o cristianismo posterior eximiu os convertidos desse rito e do cumprimento da Lei mosaica (At 15). (em hebr. mula, em gr. peritome). A circuncisão é, literalmente, a remoção cirúrgica do prepúcio do órgão sexual masculino. São conhecidas operações semelhantes para mulheres, mas não são freqüentes e não possuem um significado religioso. A circuncisão é praticada por muitos povos, especialmente nas regiões tropicais e subtropicais. Estima-se que uma proporção de um sétimo a um quinto da população da terra seja circuncidada.
No Egito "Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que castigarei a todo o circuncidado com o incircunciso. Ao Egito, e a Judá, e a Edom, e aos filhos de Amom, e a Moabe, e a todos os que cortam os cantos do seu cabelo, que habitam no deserto; porque todas as nações são incircuncisas, e toda a casa de Israel é incircuncisa de coração." Jeremias 9:25,26 "E foi esta a causa por que Josué os circuncidou: todo o povo que tinha saído do Egito, os homens, todos os homens de guerra, já haviam morrido no deserto, pelo caminho, depois que saíram do Egito. Porque todos os do povo que saíram estavam circuncidados, mas a nenhum dos que nasceram no deserto, pelo caminho, depois de terem saído do Egito, haviam circuncidado.
Porque quarenta anos andaram os filhos de Israel pelo deserto, até se acabar toda a nação, os homens de guerra, que saíram do Egito, e não obedeceram à voz do Senhor; aos quais o Senhor tinha jurado que lhes não havia de deixar ver a terra que o Senhor jurara a seus pais dar-nos; terra que mana leite e mel.
Porém em seu lugar pôs a seus filhos; a estes Josué circuncidou, porquanto estavam incircuncisos, porque os não circuncidaram no caminho.
E aconteceu que, acabando de circuncidar a toda a nação, ficaram no seu lugar no arraial, até que sararam.
Disse mais o Senhor a Josué:
Hoje retirei de sobre vós o opróbrio do Egito; por isso o nome daquele lugar se chamou Gilgal, até ao dia de hoje." Josué 5:4-9,
e geralmente entre os povos semitas, a circuncisão parece ter sido praticada na Antiguidade.
Um relevo no túmulo de Ti, da Sexta Dinastia (2300 a.C.), em Saqqarah, no Egito, mostra a operação de circuncisão em jovens de 13 anos de idade.
No Oriente Próximo, as exceções eram os babilônios, os assírios e os filisteus. Aparentemente, deixou-se de realizar a circuncisão nos últimos tempos, ou foi realizada sem grande rigidez. Sob o domínio romano dos Césares no Egito, somente os filhos dos sacerdotes eram circuncidados. Josefo (Ant. xiii, 9.1) relata que João Hircano teve que forçar os edomitas a serem circuncidados.
Não se conhece ao certo o significado original dessa prática. Existem várias possibilidades, incluindo a higiene como prevenção de infecções; facilitar a relação sexual; marcar o início da virilidade; fazer um sacrifício similar ao dos primogênitos; ou como uma medida protetora contra os demônios. Todas essas possibilidades podem ter algum significado em algum lugar, e todas elas estão, de alguma maneira, refletidas no Antigo Testamento.
2. O significado religioso da circuncisão.
Aparentemente, a circuncisão teve um significado religioso pela primeira vez no Antigo Testamento, onde ela é prescrita como um sinal externo necessário (Gn 17.11; Atos 7.8; Rm 4.11) para que alguém pertencesse ao povo da aliança do Senhor. Naturalmente, isso se aplicava somente às pessoas do sexo masculino. A circuncisão era um sinal adequado para o povo escolhido de DEUS, porque a pureza espiritual e a santidade deveriam caracterizar a sua vida. Como a corrupção do pecado freqüentemente se manifesta com força peculiar na vida sexual, DEUS exigiu que o seu povo simbolizasse a santificação das suas vidas por meio da purificação do órgão que serve para a reprodução da vida.
Curiosamente, essa prescrição ocorre principalmente em passagens narrativas das Escrituras (Gn 17.10-14; 34.15-17; Js 5.2- 7).
Nas seções verdadeiramente legais, ela só aparece em Levítico 12.3. E aparece novamente na narrativa relacionada à Páscoa (Êx 12.44,48). Em nenhum lugar existem instruções sobre como ela deveria ser realizada. Aparentemente, instrumentos cortantes de, pedra eram usados pelo pai da criança (Êx 4.24-26; Js 5.3). Em Gênesis 17.12; 21.4 e Levítico 12.3 se determina a ocasião deste procedimento como sendo o oitavo dia depois do nascimento, para Moisés, o líder recém indicado por Deus para o seu povo da aliança, executar o ritual da circuncisão dos seus próprios filhos teve importância vital, para que DEUS não o matasse por desobediência (Êx 4.24-26; cf, Gn 17.14). Há quem pense que o próprio Moisés pode não ter sido circuncidado (Bíblia de Jerusalém, p. 83, nota e; veja também H. Kosmala, “The Bloody Husband”, VT, XII [1962], 14-28).
Seu significado religioso apontava para a santificação
"Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha.
E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel." Êxodo 19:5,6Como a corrupção e as práticas idólatras estavam fortemente relacionadas com a sexualidade depravada, a circuncisão simbolizava a aliança de
purificação requerida ao povo escolhido
"Como, vendo isto, te perdoaria? Teus filhos me deixam a mim e juram pelos que não são deuses; quando os fartei, então adulteraram, e em casa de meretrizes se ajuntaram em bandos."
Jeremias 5:7
"Eu não castigarei vossas filhas, quando se prostituem, nem vossas noras, quando adulteram; porque eles mesmos com as prostitutas se desviam, e com as meretrizes sacrificam; pois o povo que não tem entendimento será transtornado."
Oséias 4:14
"Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, fornicação, impureza, lascívia,"
Gálatas 5:19
Era algo tão sério que os judeus recusavam-se até
mesmo a comer com os incircuncisos
"Dizendo: Entraste em casa de homens incircuncisos, e comeste com eles." Atos 11:3
3. A circuncisão do coração.
A circuncisão ganhou importância durante o Exílio, como um sinal que distinguia os judeus do povo da Babilônia, mas o seu principal significado é ressaltado na repetida zombaria dirigida aos filisteus, como “incircuncisos” (Jz 14.3; 15.18; 1 Sm 14.6; 17.26,36; 18.25; 31,4; 2 Sm 1.20; 3.14 etc.).
O Antigo Testamento também usa a palavra em um sentido aplicado ou simbólico.
Em Deuteronômio 30,6, o Senhor promete que “circuncidará o... coração” (cf. também Dt 10,16;
Lv 26,41; Jr 4.4; 6.10; Ez 44.7,9).
A circuncisão do coração ou dos ouvidos deveria ser evidentemente entendida com o significado de vencer os obstáculos para a obediência. (Cf. referência a Moisés como sendo “incircunciso de lábios”, Êx 6.30).
O judaísmo pós-bíblico, sob a influência dos fariseus, enfatiza a religiosidade individual por meio da observância da lei, e com grande destaque para a circuncisão.
Isso somente tomou a posição dos judeus mais difícil no mundo greco-romano, e proporcionou oportunidades para insultos e até mesmo perseguições durante a época de Adriano.
A pressão levou alguns a tentar uma segunda operação para disfarçar ou remover o sinal da circuncisão.
Os judeus ortodoxos reagiram dando um valor ainda maior à circuncisão, como a mais alta honra e o mais alto emblema de Israel (Midrash Rabbah, sobre Nm 12.10; Midrash Tehilloth, 40 etc.).
Eles até mesmo atribuíram circuncisões a Adão, Sete, Noé e Melquisedeque. Portanto, é estranho que nem o Mishna nem nenhum outro documento oficial da época tenha um capitulo sobre a circuncisão.
É possível acompanhar a prescrição exata do ritual na época talmúdica.
O Talmude da Babilônia afirma que os judeus aceitavam a cerimônia com alegria (Shabbath 130 a).
O islamismo adquiriu a circuncisão dos judeus.
Ela não é exigida nem mesmo mencionada no Alcorão, mas é praticada pela tradição que traça a descendência árabe desde Abraão, através de Israel (Gn 17.20).
A idade normal para a circuncisão é 13 anos, uma vez que Ismael foi circuncidado com essa idade
(Gn 17.25).
No islamismo, a circuncisão é claramente um ritual de puberdade, durante o qual o menino entra em cena vestido com roupas de menina. Ocasionalmente, eles também têm rituais paralelos para as meninas, mas a circuncisão no islamismo nunca teve a importância que tem para os judeus.
O apóstolo reconhece que os gentios não faziam parte da circuncisão, mas com uma ressalva:
o sinal dos judeus era apenas físico e realizado por mãos humanas "Portanto, lembrai-vos de que vós noutro tempo éreis gentios na carne, e chamados incircuncisão pelos que na carne se chamam circuncisão feita pela mão dos homens; "
Efésios 2:11.
A boa nova que Paulo traz é a de que a verdadeira circuncisão não se tratava de uma operação externa na carne realizada pelos homens, mas a que foi feita “no interior, a que é do coração [...] cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus” (Rm 2.29). Assim, em Cristo, o sinal de quem pertence a Deus não é a circuncisão nem a incircuncisão, mas
sim “o ser uma nova criatura” (Gl 6.15).
4. A circuncisão na Nova Aliança.
No Novo Testamento, a circuncisão foi reconhecida, em primeiro lugar, como uma prescrição da lei (cf, os relatos de JESUS, Lc 2.21; de João Batista, Lc 1.59,60; de Paulo. Fp 3.4,5. Veja também Jo 7.22), mas em Antioquia os cristãos pela primeira vez negaram a sua necessidade para que alguém se tornassem membro da igreja (Atos 15). Essa decisão foi mais tarde apoiada no assim chamado Concílio de Jerusalém (Atos 15.6 ss.). No entanto, a discussão naturalmente continuou, como se pode ver nos escritos de Paulo (especialmente Rm e Gl 5.2,6; 6.15; Cl 3,11). Ela estava relacionada à questão maior da necessidade do cristão cumprir toda a lei mosaica.
O significado positivo da circuncisão no Novo Testamento não está no cumprimento da lei, mas sim no sinal do povo escolhido de DEUS, na história anterior da revelação (Atos 10.45; 11.2; Rm 3.1,2; 4.12; 15.8; Gl 2.7-9,12; Ef 2.11; Cl 4.11; Tt 1.10).
A circuncisão era uma parte do mandamento de DEUS que continha a promessa do Messias. A verdadeira circuncisão era um selo de fé (Rm 4.9-11). A fé era essencial. A verdadeira circuncisão “não feita por mão [humana]” consiste em deixar de lado o "corpo da carne” pela circuncisão em CRISTO, isto é, ser sepultado com Ele no batismo e ressuscitar com Ele (Cl 2.11,12). Quem quer que sirva a DEUS em espírito e glorifique somente a CRISTO estará verdadeiramente circuncidado (Rm 2.28,29; Fp 3.3). O Antigo Testamento enfatiza a circuncisão tanto no sentido espiritual quanto no sentido carnal. O Novo Testamento valoriza somente o sentido espiritual ao atribuir-lhe um significado mais profundo, relacionando־a com a crucificação e a ressurreição de CRISTO. A circuncisão é um sinal, uma marca, um selo, portanto, na Nova Aliança, o ESPÍRITO SANTO é o selo de confirmação de que estamos em aliança com DEUS em CRISTO. em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa; "Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa;" Efésios 1:13 O assunto da circuncisão gerou discussões acaloradas entre judeus e gentios (Gl 5.2,3; Fp 3.2).
Em Antioquia a questão ganhou muita dimensão, provocou intensos debates e culminou na convocação do Primeiro Concílio da Igreja em Jerusalém
(At 15.1,2,5,6).
A deliberação dos apóstolos sobre o assunto, sob a orientação do Espírito Santo (At 15.28,29), passou a
enfatizar que na nova aliança “a circuncisão somos nós, que servimos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne” (Fp 3.3).
Um relevo no túmulo de Ti, da Sexta Dinastia (2300 a.C.), em Saqqarah, no Egito, mostra a operação de circuncisão em jovens de 13 anos de idade.
No Oriente Próximo, as exceções eram os babilônios, os assírios e os filisteus. Aparentemente, deixou-se de realizar a circuncisão nos últimos tempos, ou foi realizada sem grande rigidez. Sob o domínio romano dos Césares no Egito, somente os filhos dos sacerdotes eram circuncidados. Josefo (Ant. xiii, 9.1) relata que João Hircano teve que forçar os edomitas a serem circuncidados.
Não se conhece ao certo o significado original dessa prática. Existem várias possibilidades, incluindo a higiene como prevenção de infecções; facilitar a relação sexual; marcar o início da virilidade; fazer um sacrifício similar ao dos primogênitos; ou como uma medida protetora contra os demônios. Todas essas possibilidades podem ter algum significado em algum lugar, e todas elas estão, de alguma maneira, refletidas no Antigo Testamento.
2. O significado religioso da circuncisão.
Aparentemente, a circuncisão teve um significado religioso pela primeira vez no Antigo Testamento, onde ela é prescrita como um sinal externo necessário (Gn 17.11; Atos 7.8; Rm 4.11) para que alguém pertencesse ao povo da aliança do Senhor. Naturalmente, isso se aplicava somente às pessoas do sexo masculino. A circuncisão era um sinal adequado para o povo escolhido de DEUS, porque a pureza espiritual e a santidade deveriam caracterizar a sua vida. Como a corrupção do pecado freqüentemente se manifesta com força peculiar na vida sexual, DEUS exigiu que o seu povo simbolizasse a santificação das suas vidas por meio da purificação do órgão que serve para a reprodução da vida.
Curiosamente, essa prescrição ocorre principalmente em passagens narrativas das Escrituras (Gn 17.10-14; 34.15-17; Js 5.2- 7).
Nas seções verdadeiramente legais, ela só aparece em Levítico 12.3. E aparece novamente na narrativa relacionada à Páscoa (Êx 12.44,48). Em nenhum lugar existem instruções sobre como ela deveria ser realizada. Aparentemente, instrumentos cortantes de, pedra eram usados pelo pai da criança (Êx 4.24-26; Js 5.3). Em Gênesis 17.12; 21.4 e Levítico 12.3 se determina a ocasião deste procedimento como sendo o oitavo dia depois do nascimento, para Moisés, o líder recém indicado por Deus para o seu povo da aliança, executar o ritual da circuncisão dos seus próprios filhos teve importância vital, para que DEUS não o matasse por desobediência (Êx 4.24-26; cf, Gn 17.14). Há quem pense que o próprio Moisés pode não ter sido circuncidado (Bíblia de Jerusalém, p. 83, nota e; veja também H. Kosmala, “The Bloody Husband”, VT, XII [1962], 14-28).
Seu significado religioso apontava para a santificação
"Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha.
E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel." Êxodo 19:5,6Como a corrupção e as práticas idólatras estavam fortemente relacionadas com a sexualidade depravada, a circuncisão simbolizava a aliança de
purificação requerida ao povo escolhido
"Como, vendo isto, te perdoaria? Teus filhos me deixam a mim e juram pelos que não são deuses; quando os fartei, então adulteraram, e em casa de meretrizes se ajuntaram em bandos."
Jeremias 5:7
"Eu não castigarei vossas filhas, quando se prostituem, nem vossas noras, quando adulteram; porque eles mesmos com as prostitutas se desviam, e com as meretrizes sacrificam; pois o povo que não tem entendimento será transtornado."
Oséias 4:14
"Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, fornicação, impureza, lascívia,"
Gálatas 5:19
Era algo tão sério que os judeus recusavam-se até
mesmo a comer com os incircuncisos
"Dizendo: Entraste em casa de homens incircuncisos, e comeste com eles." Atos 11:3
3. A circuncisão do coração.
A circuncisão ganhou importância durante o Exílio, como um sinal que distinguia os judeus do povo da Babilônia, mas o seu principal significado é ressaltado na repetida zombaria dirigida aos filisteus, como “incircuncisos” (Jz 14.3; 15.18; 1 Sm 14.6; 17.26,36; 18.25; 31,4; 2 Sm 1.20; 3.14 etc.).
O Antigo Testamento também usa a palavra em um sentido aplicado ou simbólico.
Em Deuteronômio 30,6, o Senhor promete que “circuncidará o... coração” (cf. também Dt 10,16;
Lv 26,41; Jr 4.4; 6.10; Ez 44.7,9).
A circuncisão do coração ou dos ouvidos deveria ser evidentemente entendida com o significado de vencer os obstáculos para a obediência. (Cf. referência a Moisés como sendo “incircunciso de lábios”, Êx 6.30).
O judaísmo pós-bíblico, sob a influência dos fariseus, enfatiza a religiosidade individual por meio da observância da lei, e com grande destaque para a circuncisão.
Isso somente tomou a posição dos judeus mais difícil no mundo greco-romano, e proporcionou oportunidades para insultos e até mesmo perseguições durante a época de Adriano.
A pressão levou alguns a tentar uma segunda operação para disfarçar ou remover o sinal da circuncisão.
Os judeus ortodoxos reagiram dando um valor ainda maior à circuncisão, como a mais alta honra e o mais alto emblema de Israel (Midrash Rabbah, sobre Nm 12.10; Midrash Tehilloth, 40 etc.).
Eles até mesmo atribuíram circuncisões a Adão, Sete, Noé e Melquisedeque. Portanto, é estranho que nem o Mishna nem nenhum outro documento oficial da época tenha um capitulo sobre a circuncisão.
É possível acompanhar a prescrição exata do ritual na época talmúdica.
O Talmude da Babilônia afirma que os judeus aceitavam a cerimônia com alegria (Shabbath 130 a).
O islamismo adquiriu a circuncisão dos judeus.
Ela não é exigida nem mesmo mencionada no Alcorão, mas é praticada pela tradição que traça a descendência árabe desde Abraão, através de Israel (Gn 17.20).
A idade normal para a circuncisão é 13 anos, uma vez que Ismael foi circuncidado com essa idade
(Gn 17.25).
No islamismo, a circuncisão é claramente um ritual de puberdade, durante o qual o menino entra em cena vestido com roupas de menina. Ocasionalmente, eles também têm rituais paralelos para as meninas, mas a circuncisão no islamismo nunca teve a importância que tem para os judeus.
O apóstolo reconhece que os gentios não faziam parte da circuncisão, mas com uma ressalva:
o sinal dos judeus era apenas físico e realizado por mãos humanas "Portanto, lembrai-vos de que vós noutro tempo éreis gentios na carne, e chamados incircuncisão pelos que na carne se chamam circuncisão feita pela mão dos homens; "
Efésios 2:11.
A boa nova que Paulo traz é a de que a verdadeira circuncisão não se tratava de uma operação externa na carne realizada pelos homens, mas a que foi feita “no interior, a que é do coração [...] cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus” (Rm 2.29). Assim, em Cristo, o sinal de quem pertence a Deus não é a circuncisão nem a incircuncisão, mas
sim “o ser uma nova criatura” (Gl 6.15).
4. A circuncisão na Nova Aliança.
No Novo Testamento, a circuncisão foi reconhecida, em primeiro lugar, como uma prescrição da lei (cf, os relatos de JESUS, Lc 2.21; de João Batista, Lc 1.59,60; de Paulo. Fp 3.4,5. Veja também Jo 7.22), mas em Antioquia os cristãos pela primeira vez negaram a sua necessidade para que alguém se tornassem membro da igreja (Atos 15). Essa decisão foi mais tarde apoiada no assim chamado Concílio de Jerusalém (Atos 15.6 ss.). No entanto, a discussão naturalmente continuou, como se pode ver nos escritos de Paulo (especialmente Rm e Gl 5.2,6; 6.15; Cl 3,11). Ela estava relacionada à questão maior da necessidade do cristão cumprir toda a lei mosaica.
O significado positivo da circuncisão no Novo Testamento não está no cumprimento da lei, mas sim no sinal do povo escolhido de DEUS, na história anterior da revelação (Atos 10.45; 11.2; Rm 3.1,2; 4.12; 15.8; Gl 2.7-9,12; Ef 2.11; Cl 4.11; Tt 1.10).
A circuncisão era uma parte do mandamento de DEUS que continha a promessa do Messias. A verdadeira circuncisão era um selo de fé (Rm 4.9-11). A fé era essencial. A verdadeira circuncisão “não feita por mão [humana]” consiste em deixar de lado o "corpo da carne” pela circuncisão em CRISTO, isto é, ser sepultado com Ele no batismo e ressuscitar com Ele (Cl 2.11,12). Quem quer que sirva a DEUS em espírito e glorifique somente a CRISTO estará verdadeiramente circuncidado (Rm 2.28,29; Fp 3.3). O Antigo Testamento enfatiza a circuncisão tanto no sentido espiritual quanto no sentido carnal. O Novo Testamento valoriza somente o sentido espiritual ao atribuir-lhe um significado mais profundo, relacionando־a com a crucificação e a ressurreição de CRISTO. A circuncisão é um sinal, uma marca, um selo, portanto, na Nova Aliança, o ESPÍRITO SANTO é o selo de confirmação de que estamos em aliança com DEUS em CRISTO. em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa; "Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa;" Efésios 1:13 O assunto da circuncisão gerou discussões acaloradas entre judeus e gentios (Gl 5.2,3; Fp 3.2).
Em Antioquia a questão ganhou muita dimensão, provocou intensos debates e culminou na convocação do Primeiro Concílio da Igreja em Jerusalém
(At 15.1,2,5,6).
A deliberação dos apóstolos sobre o assunto, sob a orientação do Espírito Santo (At 15.28,29), passou a
enfatizar que na nova aliança “a circuncisão somos nós, que servimos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne” (Fp 3.3).
PONTO CENTRAL
Os gentios tornaram-se descendência de Abraão e
herdeiros das promessas.
SÍNTESE DO TÓPICO I
Os gentios não faziam parte do pacto da circuncisão e, por isso, estavam excluídos da aliança com Deus.
SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
O primeiro tópico deve atingir o objetivo didático básico de deixar bem embasado dois conceitos que aparecem na Epístola:
“Circuncisão” e “Incircuncisão”.
A ideia aqui é explicar o conceito espiritual que tais termos apresentam na Epístola.
Nesse sentido, ao explicá-lo, atente para o seguinte texto:
“Ef 2:11, Paulo lembra aos seus leitores gentios
a condição desvantajosa de seu estado anterior ao evangelho. Gênesis 1–2 revela a unidade fundamental da raça humana em seu início.
Após a queda (Gn 3) e o grande dilúvio (Gn 6–8), ocorreu a desintegração e a humanidade foi dividida em diferentes nações, Deus escolheu Abraão e seus descendentes judeus para serem o povo do pacto divino (Gn 12–50).
A circuncisão dos homens judeus tornou-se um sinal exterior para lembrá-los de sua identidade e das responsabilidades que tinham neste pacto” (ARRINGTON, French L.; STRONSTAD, Roger (Eds.). Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento.
Vol.2. Rio de Janeiro: CPAD, 2017, p.414).
CONHEÇA MAIS
*A respeito da circuncisão no AT e NT “O Antigo Testamento enfatiza a circuncisão tanto no sentido espiritual quanto no sentido carnal.
O Novo Testamento valoriza somente o sentido espiritual ao atribuir-lhe um significado mais profundo, relacionando-a com a crucificação e a ressurreição de Cristo.”
Para saber mais: (Dicionário Bíblico Wycliffe, CPAD, p.423)
II – ESTRANHOS AO CONCERTO DA PROMESSA
Nessa parte, o apóstolo Paulo aponta a situação dos gentios:
“Naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos aos concertos da promessa” (Ef 2.12).
1. Uma vida sem Cristo.
E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. Atos 4:12
Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. João 14:6
Ao descrever a história passada dos gentios, o
apóstolo traz à memória que “naquele tempo”, isto é, antes da regeneração, eles viviam imersos no paganismo e, portanto, “sem Cristo”.
Isso indica que a religiosidade dos gentios era incapaz de inseri-los na promessa messiânica de salvação (Jo 4.22).
Também significa que eles desconheciam a Cristo, como também eram indiferentes às promessas
acerca dEle e de sua obra (Hb 8.8-10).
2. Separados da comunidade de Israel.
Ainda no versículo 12 o apóstolo salienta a desvantagem de os gentios não pertencerem à comunidade de Israel "Que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo." Efésios 2:12.
Eles estavam excluídos não só dos símbolos externos, mas também não faziam parte do povo escolhido,
e, consequentemente, não podiam usufruir dos privilégios da aliança de Abraão (Rm 9.4).
A constatação cruel era a de que Deus não havia se revelado aos gentios, pois a chamada divina fora
feita somente a Abraão e a sua descendência
(Gn 17.17).
Nessa perspectiva, a lei e as promessas pertenciam somente aos judeus e, desse modo, os gentios
estavam fora do alcance das bênçãos prometidas a Abraão, a Isaque e a Jacó (Mt 22.32).
Entretanto, o que os gentios precisavam saber era que por meio de Cristo, eles também se tornariam descendência de Abraão (Gl 3.29).
3. Alienados aos pactos das promessas.
"para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo e para que, pela fé, nós recebamos a promessa do Espírito." Gálatas 3:14
Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo:
Todas as nações serão benditas em ti. Gálatas 3:8
E, no seu nome, os gentios esperarão. Mateus 12:21
Uma vez separados da comunidade de Israel, os gentios desconheciam totalmente os vários pactos que Deus estabelecera com os patriarcas israelitas.
Esses pactos giravam em torno da grande promessa do advento do Messias (At 13.32-37).
Dentre eles:
o “pacto abraâmico” (Gn 12.1-3),
o “pacto mosaico” (Dt 28.1-14) e
o “pacto davídico” (2 Sm 7.13-16).
Esses pactos eram reiterações da promessa messiânica.
Os gentios não tinham noção deles e, por conseguinte, estavam alienados de qualquer promessa ou esperança messiânica.
Agora, uma vez regenerados em Cristo, é revelada a
grandeza do amor divino.
De alienados da promessa, por meio do sangue de
Jesus, os gentios tornaram-se herdeiros da maravilhosa promessa (Gl 3.29).
torno da grande promessa do advento
do Messias (At 13.32-37).
SÍNTESE DO TÓPICO II
A antiga condição dos gentios era desoladora:
- viviam sem Cristo,
- estavam separados de Israel e
- eram estranhos ao concerto da promessa.
SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
“Falando mais especificamente sobre a alienação dos gentios, o apóstolo enumera as tragédias espirituais
envolvidas neste estado.
Primeiramente, estes efésios estavam sem Cristo
(Ef 2:12; ‘separados de Cristo’, NTLH).
Antes de ouvirem e responderem à palavra da
graça, eles não tinham ‘parte ou parcela no povo messiânico’, fato que significava que eles não possuíam a esperança do Messias ou qualquer benefício que viesse junto com isto. Sua história era
sem Cristo.
Não há tragédia maior para o ser humano.
Em segundo lugar, eles estavam separados da comunidade de Israel (Ef 2:12).
A alienação é expressa aqui por apallotrousthai, que significa essencialmente ‘excluído da’ (B J) e não
mero afastamento temporário de uma agregação anterior.
Comunidade (politeia) tem dois sentidos:
1) estado ou nação;
2) ‘cidadania’, ou direitos de cidadão.
O primeiro significado está de acordo com a exclusividade nacional dos judeus.
Os gentios estavam fora da comunidade do
povo de Deus, com exceção de alguns prosélitos”
(HOWARD, R. E.; TAYLOR, Willard H.; KNIGHT,
John A. (et al).
Comentário Bíblico Bacon: Gálatas a Filemon.
Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.139). Esses pactos giravam em torno da grande promessa do advento
do Messias (At 13.32-37).
“A quarta tragédia espiritual, em consequência da anterior, é que estes efésios não possuíam esperança e estavam sem Deus (Ef 2:12).
A ruína moral e espiritual de tais gentios era completa.
Eles não tinham esperança do ‘triunfo final da justiça e amor divino; para eles, as questões finais da história do mundo eram sombrias, preocupantes e
incertas.
A época de ouro deles estava no passado e irremediavelmente perdida, ao passo que a época de ouro do povo judeu estava no futuro’.
Alguém observou que precisamos de uma esperança
infinita, que só a fé em Deus pode dar.
Westcott repara no patético da estranha combinação sem Deus (atheoi, ‘ateus’) e sem esperança.
Eles enfrentavam a natureza e a vida sem esperança, porque não tinham relação com o Intérprete da natureza e da vida.
Wescott afirma que ‘os gentios tinham ‘muitos deuses’ e ‘muitos senhores’, e um Deus como ‘causa primeira’ nas teorias filosóficas, mas nenhum Deus
que amasse os homens e a quem os homens pudessem amar” (HOWARD, R. E.; TAYLOR, Willard H.; KNIGHT, John A. (et al). Comentário Bíblico Bacon: Gálatas a Filemom. Rio de Janeiro:
CPAD, 2006, p.139).
III – SEM ESPERANÇA E SEM DEUS
Agora Paulo passa a descrever a situação dos gentios que viviam “não tendo esperança e sem Deus no mundo” (Ef 2.12).
1. Desprovidos de esperança.
A palavra esperança traz a ideia de “confiança” e, nas Escrituras, o seu principal uso está ligado à confiança nas promessas divinas (Sl 130.5; Jr 17.7). Podemos afirmar que os gentios eram desprovidos dessa esperança por causa de parte da filosofia grega, que descartava a possibilidade de uma vida além-túmulo (At 17.18,32), e que, consequentemente, pudesse ser ditosa.
Além dessa questão, embora Deus tivesse decretado incluir os gentios no plano da salvação, eles mesmos ignoravam essa promessa, e, por isso, não tinham em que sustentar qualquer esperança (1 Co 9.10). Como a esperança é a âncora para a alma, os gentios desprovidos dela padeciam de medo e incertezas (Hb 6.18,19; 2 Co 7.10). Por conseguinte, a falta de esperança e de paz revelava a ausência de Deus.
2. Sem Deus no mundo.
A expressão “sem Deus” não significa que os gentios não serviam ou não acreditavam numa divindade (1 Co 8.4; Gl 4.8). Ao contrário, eles eram politeístas e idólatras, pois acreditavam e adoravam a muitos “deuses”. Assim, por meio de seu paganismo, estavam alienados do Deus que havia se revelado a Israel (Êx 19.1-16). Isso significa dizer que suas vidas eram regidas pela falsa ideia de divindades pagãs que as mantinham escravizadas em densas trevas espirituais. Trata-se de uma descrição de um quadro calamitoso. Entretanto, e felizmente, esse quadro foi alterado pela intervenção dos desígnios eternos do verdadeiro Deus (Jo 17.3).
SÍNTESE DO TÓPICO III
A antiga condição dos gentios era lamentável, desprovidos de esperança e sem Deus na vida caminhavam a passos largos para a perdição e ao inferno.
CONCLUSÃO
Noutro tempo éramos incircuncisos e estávamos excluídos da aliança com Deus.
Separados de Cristo e de Israel vivíamos alienados ao concerto da promessa, desesperançados e longe de Deus.
Um dia, porém, a magnitude do amor divino
circuncidou os nossos corações, aproximou-nos de Cristo e de Israel, incluiu-nos na esperança da promessa e revelou a nós o único e verdadeiro Deus. Bendito seja o seu santo nome para sempre!
Diante do exposto, temos a certeza de que DEUS ama a todos e quer que todos sejam salvos. Não importa quão negro o nosso passado.DEUS nos ama e envia pregadores para que possamos ouvir o evangelho e crendo, sermos salvos pela sua graça.
DEUS sempre desejou instituir um povo exclusivamente seu.
Através de Adão não deu certo porque Adão pecou e todos os seus descendentes. (daqui nasceram os gentios).
Através de Sete não deu porque seus descendentes se misturaram com os descendentes de Caim.
Através de Noé não deu pois ele mesmo se embebedou e seus descendentes caíram na idolatria, até mesmo os pais de Abraão.
Através de Abraão não deu pois eles tentaram se justificar pela lei.
Ora, o Senhor disse a Abrão:
Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção.
Gênesis 12:1,2 - (Aqui nasceram os judeus, antes chamados de hebreus) DEUS então institui a igreja através de JESUS CRISTO. (Igreja, sendo formada por todos os que estão em CRISTO).
A Igreja é formada por gentios e judeus (Iraelitas convertidos)
Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tampouco para a igreja de DEUS. 1 Coríntios 10:32
O mistério de CRISTO fala sobre seus desígnios eternos, antes ocultos, mas que no tempo determinado foram revelados –
“O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos” (Cl.1:26) -, mistério esse que aponta para a inclusão dos gentios, juntamente com os judeus, no plano de salvação de toda a humanidade do Senhor JESUS (Ef.3:1-12).
Os Judeus na Igreja.
A Igreja do Senhor JESUS é, em sua origem, judaica. Foi profetizada por um judeu – JESUS (Mt.16:18) -, começou com apóstolos judeus (Mt.10:1-5), na cidade judaica de Jerusalém, por ocasião da Festa Judaica de Shavuot – Semanas (conhecida em grego por Pentecostes, Atos 2). No início da Igreja, a maioria dos “membros” era composta por judeus, ou no máximo prosélitos convertidos ao DEUS de Abraão, Isaque e Israel (Atos 2:5,9-11,37-42)
Os Gentios na Igreja
Porém, quando os gentios começaram a engrossar a fileira dos que criam no Senhor JESUS, os apóstolos judeus desconfiaram, e por isso enviaram representantes da Igreja para saberem o que de fato estava acontecendo (At.8:14). Tais representantes confirmaram que muitos gentios estavam aderindo à fé no CRISTO judeu, nascido de uma virgem judia, que havia morrido pelos pecados da humanidade, sido sepultado e ressuscitado para a salvação de todo aquele que nele crê – primeiro do judeu e também do grego (Rm.1:16).
Os primeiros a crerem, além dos prosélitos gentios de Atos 2, foram os samaritanos, por meio da pregação de Filipe (At.8:5-13), que cumpria a ordem de JESUS de ser sua: “…testemunha tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra” (At.1:8). O mesmo Filipe evangelizou o ministro das finanças da Etiópia (At.8:26-40), o que resultou no batismo do etíope, cumprindo a ordenança do Senhor JESUS, conforme encontramos em Mateus 28:19: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do ESPÍRITO SANTO”.
O livro de Atos ainda menciona a conversão do centurião gentio Cornélio através do apóstolo Pedro, e é justamente nessa passagem de Atos 10 que temos a questão dos gentios levantada pelos apóstolos em Jerusalém. Pois, até aqui estávamos falando dos samaritanos (uma mistura de gentios com as dez tribos do norte de Israel que ocorreu durante o Cativeiro Assírio 722 d.C.) e o prosélito eunuco, mordomo-mor de Candace.
LIÇÕES BÍBLICAS CPAD
Título: Efésios — A Igreja nas regiões celestiais
Terça — Gn 17.1-4; 26.24; 28.13-15 Os gentios eram estranhos às promessas
Quarta — Jo 5.38-40; 2Co 5.19 A causa básica da separação
Quinta — Jo 10.16; 17.11; 1 Co 12.13 DEUS promoveu a unidade
Sexta — Cl 2.20-22 A força da lei que separava judeus e gentios foi abolida
Sábado — Rm 5.10; 2Co 5.18-20 CRISTO foi o elo de reconciliação
11 — Portanto, lembrai-vos de que vós, noutro tempo, éreis gentios na carne e chamados incircuncisão pelos que, na carne, se chamam circuncisão feita pela mão dos homens;12 — que, naquele tempo, estáveis sem CRISTO, separados da comunidade de Israel e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança e sem DEUS no mundo. 13 — Mas agora, em CRISTO JESUS, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de CRISTO chegastes perto. 14 — Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derribando a parede de separação que estava no meio, 15 — na sua carne, desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, 16 — e, pela cruz, reconciliar ambos com DEUS em um corpo, matando com ela as inimizades. 17 — E, vindo, ele evangelizou a paz a vós que estáveis longe e aos que estavam perto; 18 — porque, por ele, ambos temos acesso ao Pai em um mesmo ESPÍRITO. 19 — Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos Santos e da família de DEUS; 20 — edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que JESUS CRISTO é a principal pedra da esquina; 21 — no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor,
1. Sem o concerto (v.11). Paulo começa lembrando o passado com as palavras “noutro tempo”, o que indica o estado espiritual anterior dos gentios. O apóstolo apela à memória dos gentios crentes para a sua condição anterior à nova vida. “Gentios na carne” tem um sentido metafórico, uma vez que os gentios não tinham a obrigação da circuncisão que os judeus tinham já anterior à lei. A circuncisão tinha um sentido moral e religioso que tornava os judeus diferentes dos demais povos do mundo (Gn 17.9-14). A palavra gentio, também, tinha um sentido pejorativo, racial e religioso para os judeus. Significava ser idólatra, adorador de deuses mortos. Por isso, ser “gentio na carne” era não pertencer à exclusividade do povo de DEUS.
2. Sem o sinal de exclusividade. A circuncisão física era também um sinal, uma marca que distinguia os judeus daqueles que eram “chamados incircuncisão” (v.11). O apóstolo Paulo reforça o sentido da expressão “gentios na carne” quando diz que eles são “chamados incircuncisão”. Os judeus empregavam o termo “incircuncisão” em tom depreciativo; eles criam que os gentios, pelo fato de não serem judeus e nem terem feito a circuncisão, estavam fora das bênçãos, sem direito a nada diante de DEUS. O extremismo dos judeus era tal que tratavam os gentios de “cães”. Mas Paulo, pela revelação divina, entendeu que a circuncisão feita na carne se torna vã para receber-se a graça de DEUS, e mostra-lhes que a verdadeira circuncisão não é feita por mãos humanas, mas pelo ESPÍRITO SANTO (Rm 2.28,29).
3. Sem CRISTO (v.12). Os gentios não tinham qualquer afinidade com o Messias dos judeus. Paulo sabia que os judeus cristãos ainda não tinham uma completa compreensão da nova posição e privilégios em CRISTO, dos gentios salvos. Entretanto, Paulo desfez essa ideia de exclusivismo dos judeus sobre os direitos espirituais das bênçãos da salvação. CRISTO, uma vez aceito como Salvador e Senhor, torna-se direito de todos igualmente (Fp 2.5-11) e o elo de reconciliação entre DEUS e todos os homens, gentios e judeus (Cl 1.19-23).
4. Sem direito à comunidade de Israel (v.12). Essa comunidade é o resultado de um pacto entre DEUS e o povo de Israel de um governo teocrático. Isto é, um governo direto de DEUS através de homens que o serviriam como porta-vozes da Divindade. Os gentios estavam fora desse pacto que só os judeus podiam participar. Eram considerados “estranhos aos concertos” porque os concertos eram exclusivos com o povo de Israel e desconheciam a promessa de um Salvador que um dia viria para mudar a sorte de Israel e instalar um novo reino (Rm 9.4).
5. Sem esperança (v.12). Condenados, cegos e escravos, os gentios não podiam esperar nada; por isso, “não tinham esperança” (Rm 2.14-16).
6. “Sem DEUS no mundo” (v.12). A expressão “sem DEUS” aparece no original grego como atheoi que dá a ideia de que eles não possuíam um conhecimento verdadeiro de DEUS. Os gentios possuíam muitos objetos de culto, isto é, “muitos deuses e senhores” (1 Co 8.4-6), mas desconheciam o único e verdadeiro DEUS. Viver sem DEUS pode indicar uma forma de ateísmo. Mesmo que os homens neguem a existência de DEUS, e outros vivam entregues aos ímpetos do pecado, a Bíblia declara que há um certo grau de conhecimento de DEUS em todo homem (Rm 1.19). Inevitavelmente, todo ser humano tem uma certa intuição da realidade de DEUS dentro de si. O espírito humano é dotado da capacidade de sentir o sobrenatural. Os gentios viviam sem DEUS porque não o conheciam, mas quando JESUS CRISTO o fez conhecido por seu evangelho, eles o aceitaram e o receberam e, têm os mesmos privilégios dos judeus. Ambos os povos estão no mesmo nível de direitos e privilégios diante de DEUS.
2. Antes, sem reconciliação; agora temos paz com DEUS (vv. 14-16). Em Cl 1.20 aprendemos que a paz vem através do sangue da cruz, porque CRISTO, através da sua morte, reconciliou todas as coisas consigo mesmo, nos céus e na terra. Não tínhamos paz com DEUS, mas CRISTO uniu o homem a DEUS e propiciando-nos essa paz reconciliadora. Através dessa paz, Ele desfez “as inimizades” (v.16).
3. Antes éramos dois povos; agora, somos um só (v.15). O sentido da palavra “homem” neste versículo não é individual, mas genérico. A unidade espiritual de dois homens, judeu e gentio, isto é, dois povos, foi feita por CRISTO “em si mesmo”. Agora, todos os que são salvos em CRISTO formam “um só corpo”, o corpo de CRISTO. Por isso, não pode haver mais diferenças, nem privilégios, mas todos somos um só em CRISTO.
4. Antes não tínhamos acesso ao Pai; agora, em CRISTO isto é possível (vv.18,19). Nossos pecados eram a barreira de acesso ao Pai, mas JESUS expiou nossos pecados e abriu a porta à comunhão com o Pai. Esse glorioso acesso tem a garantia da obra expiatória de CRISTO e é o ESPÍRITO SANTO quem o possibilita ao Pai. O ESPÍRITO SANTO dá testemunho dentro do crente perante o Pai e JESUS CRISTO. Vemos aqui a Trindade Santíssima em ação na realização da salvação no ser humano, trazendo a unidade espiritual entre os povos como uma de suas bênçãos. Todos temos bênçãos e privilégios comuns no corpo de CRISTO (1Co 12.12).
1. O fundamento dos apóstolos e dos profetas (v.20). Os profetas do Antigo Testamento profetizaram sobre CRISTO e sua Igreja e os profetas do Novo Testamento confirmaram as antigas profecias. Por isso, os apóstolos e profetas representam a essência e cumprimento de tudo quanto JESUS ensinou. Portanto, eles se constituem com CRISTO o “fundamento” desse edifício espiritual que ainda está em construção, e nós, “pedras vivas”, somos edificados sobre este fundamento (Sl 118.22; Mc 12.10; At 4.11; 1Pe 2.7). Toda a Palavra de DEUS revela a construção desse edifício espiritual, a Igreja de CRISTO.
2. O lugar de cada crente no edifício de DEUS (vv.21,22). Se somos “pedras vivas”, lapidadas pelo ESPÍRITO SANTO, nos ajustamos perfeitamente neste edifício. Somos colocados nele como pedras umas sobre as outras, e isto indica uma obra progressiva e contínua. Somos ajustados pelo ESPÍRITO SANTO para sua morada. Isto é, somos o templo do ESPÍRITO no mundo.
1 – DEUS ordenou a Abraão para circuncidar a si mesmo
2 – Isaque foi o primeiro a ser circuncidado no 8º dia de vida
3 – A circuncisão é chamada de brit (ou bris) milá
4 – A Pessoa que realiza um Brit Milá (circuncisão) é conhecida como Mohel
5 – Não há circuncisão feminina no Judaísmo
6 – A circuncisão é feita tipicamente pela manhã
7 – A segurança da criança tem precedência
8 – Um brit (circuncisão) é (geralmente) realizado até mesmo no Shabat ou feriados judaicos
9 – Uma cadeira é colocada para o Profeta Eliahu que comparece a todo Brit Milá
10 – Judeus arriscaram a vida para circuncidar seus filhos
11 – O Sandak (Padrinho) segura o bebê
12 – Os Kvaters (Mãe passa para um casal composto por marido e mulher) levam o bebê ao Sandak (Padrinho)
13 – O Bebê recebe o nome após a circuncisão
14 – A circuncisão é seguida por uma refeição festiva
15 – Quem Recomenda a circuncisão também é a Organização Mundial de Saúde (OMS)
16 – Circuncisão é parte do processo de conversão
17 – A Noite anterior ao Brit Milá é passada inteira acordada (Vigília de estudos e orações é chamada uma vach nacht)
18 – Uma celebração é feita na sexta-feira à noite antes do brit (celebração conhecida como um shalom zachar é feita em homenagem ao bebê)
19 – Oito significa um pulo além da lógica (sinal matemático de infinito - passa de pai para filho)
20 – Brit Milá é importante para o mundo inteiro Muitos homens acabam por transmitir HPV para a s esposas por não terem feito a circuncisão (operação de fimose). https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/hpv-papilomavirus-human CIRCUNCISÃO
Esboço
I. A Palavra
II. Antiguidade e Uso Largamente Espalhado
III. Origem e Propósitos
IV. No Judaísmo
V. Considerações no Novo Testamento
I. A Palavra
O vocábulo português deriva-se do latim, que significa, literalmente, «cortar em redor», referindo-se à pequena operação cirúrgica mediante a qual o prepúcio do pênis masculino é removido.
II. Antiguidade e Uso Largamente Espalhado
A circuncisão é a amputação do prepúcio masculino, sendo um dos mais antigos costumes da antiguidade, praticado por diversos povos. É, ou era, prática a circuncisão (embora com muitas variações quanto ao método, a idade e a realização do rito etc.), entre os judeus, islamitas, egípcios, polinésios e indígenas do Novo Mundo, bem como por muitas tribos primitivas da África e da Austrália. De fato, calcula-se que um sétimo da população masculina do mundo é circuncidada.
III. Origem e Propósitos
Diversas teorias têm sido apresentados como explicação da origem e do propósito dessa medida, a saber: a. teria finalidades higiênicas; b. seria um sinal de afiliação tribal, c. seria uma preparação para a vida sexual; d. seria um teste iniciatório da coragem, antes de um jovem ser aceito pela tribo; e seria um meio que santifica as faculdades geradoras; f. seria uma sacrifício que redime o varão do deus que lhe outorgou a vida.
IV. No Judaísmo
1. 0 Pacto com Abraão
Para os judeus, a circuncisão é um dos mais importantes dos seus seiscentos e treze mandamentos. Geralmente é interpretada como sinal de pacto entre DEUS e a nação de Israel, e, por conseguinte, indispensável como sinal característico de que alguém pertence à mesma. (Conf. com Gên. 17.10-14 e Êxo. 12:44-49).
No Talmude, coletânea de comentários rabínicos, muitas prescrições são estabelecidas, regulando o ato da circuncisão. Podia ser realizada a circuncisão até mesmo em dia de sábado, se isso coincidisse com o oitavo dia após o nascimento da criança. Conforme dizem os judeus, a circuncisão consiste dos seguintes passos: a. o «milah», ou seja, a amputação do prepúcio; b. o «períah», em que a glande é descoberta, ec.o «metizitzah», em que o fluxo de sangue é estancado. Bênçãos apropriadas eram recitadas antes e depois da circuncisão da criança, após o que o menino recebia o seu nome próprio. A cerimônia da circuncisão usualmente é acompanhada por uma refeição festiva, em que uma ação de graças especial é recitada, em alusão ao acontecimento. (Encyclopedia of Religion, editada por Vergilius Ferm, pág. 175).
O pacto abraâmico estava vinculado bem de perto ao símbolo da circuncisão, o que era, com efeito, a eliminação da natureza carnal (Gên. 17:11), apontando para o propósito ético de DEUS, separando a nação israelita para si mesmo. Parte do destino do homem é que seja transformado moralmente, para que finalmente venha a participar das perfeições morais da natureza divina, mediante a presença habitadora do Espirito SANTO no intimo do crente. (Ver Gál. 5:22,23 e Mat. 5:18).
O pacto abraâmico, pois, prometia a inauguração de uma nova nação, uma nação santa, para a qual DEUS pudesse revelar os seus caminhos, e através da qual pudesse enviar o seu Messias ou Ungido. Ora, esse propósito divino só poderia ser perfeitamente concretizado se essa nação viesse a participar da santidade de DEUS; e isso envolve a necessidade da remoção da natureza carnal. Assim, pois, a circuncisão verdadeira, de natureza espiritual, é a do coração, não sendo apenas um ato externo, segundo também o apóstolo Paulo nos informa (ver Rom. 2:28). E isso, naturalmente, fala da expressão total do ser do crente, sendo equivalente à regeneração, pelo menos no que diz respeito aos seus aspectos morais. Para os judeus, como é claro, era um sinal nacional de identidade como povo de DEUS, como uma nação separada para DEUS, subentendendo o que Paulo escreve no segundo capitulo de sua epístola aos Romanos. Portanto, esse rito subentendia a operação da graça, mediante a qual DEUS seleciona e assinala homens como seus.
O próprio ato físico da circuncisão era realizado em obediência a uma ordem divina; porém, por si mesmo, não tinha qualquer mérito e nem efeito espiritual, conforme Paulo demonstrou em Atos 7:8. Era um «sinal», ao passo que a verdade simbolizada era a diferença real que a graça de DEUS faz no ser essencial do indivíduo. No trecho de Col. 2: 11,12 encontramos uma vinculação um tanto frouxa entre o rito da circuncisão e o batismo cristão, de tal modo que, pelo menos em sentido bastante limitado, o batismo cristão tomou o lugar da circuncisão judaica. Isso nos é muito instrutivo, porque deixa óbvio, com base nas assevera-ções de Paulo, em Rom. 2:28 e ss, que os sinais externos, tal como o da circuncisão, não são agentes da graça, mas tão-somente símbolos daquela graça que verdadeiramente transforma o homem interior. E essa graça interior aparece como operação do Espirito SANTO.
Contudo, o exagero posto nessa vinculação entre a circuncisão judaica e o batismo cristão têm criado a errônea doutrina do «batismo infantil» porquanto eram as crianças judias,—aos oito dias de idade (quando do sexo masculino), que eram circuncidadas. Seja como for, a ausência da realidade espiritual torna inútil tal «sinal».
2. Considerações Específicas
a. Em Gênesis 17:10-14, Yahweh é declarado introdutor da circuncisão, como sinal do pacto estabelecido com Abraão. Naquele texto, parece estar indicado que DEUS cedeu a Abraão novos poderes procriativos, no meio de sua esterilidade de velhice, para que ele pudesse tornar-se o pai de muitas nações, especificamente de Israel, através da qual a mensagem espiritual haveria de ser comunicada. Em outras culturas, encontramos a circuncisão como algo sacramental, talvez para identificar alguma casta sacerdotal. É possível que o povo de Israel compartilhasse dessa noção. A ciência moderna tem-nos ensinado que a circuncisão é uma medida higiênica. O homem circuncidado apanha menos infecções em seu aparelho genital, e, conseqüentemente, corre menor risco de ficar canceroso A lavagem diária do pênis, sobretudo com um sabão desinfetante, produz o mesmo beneficio, e isso poupa à mulher muitas infecções vaginais, visto que mais de trinta variedades de infecção podem ser transmitidas sexualmente, do homem para a mulher. Apesar de que os hebreus não conheciam essas coisas por vias cientificas, podem tê-las conhecido mediante a observação e a prática. Por essa razão, é bem possível que, para eles, a circuncisão fosse um ato higiênico, e não apenas religioso. Heródoto informa-nos que os egípcios praticavam a circuncisão com finalidades de higiene. O prepúcio atua como incubador e transportador de bactérias; e, se os antigos não tinham uma teoria sobre germes, eles eram perfeitamente capazes de calcular por que tantas infecções estavam se espalhando.
b. A marca tribal. Entre os antigos, essa era uma das razões comuns para a prática da circuncisão, sendo possível que isso fizesse parte dos motivos da prática, entre os israelitas.
c. Sinal de maturidade. Um menino termina por tornar-se um homem. Em várias culturas antigas, a circuncisão assinalava a transição. Mas a ideia dificilmente poderia ser aplicada a Israel, visto que ali era praticada a circuncisão de infantes, idealmente aos oito dias de idade. Os convertidos ao judaísmo, vindos do paganismo, eram circuncidados; mas isso marcava a participação deles na aliança com DEUS, e não qualquer maturidade física.
d. Sacrifício humano. — Em vez de sacrificar a pessoa inteira, um homem podia ser sacrificado simbolicamente, mediante a perda de uma pequena porção do seu corpo físico, como o prepúcio. Apesar dessa ser a razão da circuncisão em algumas culturas antigas, não parece haver motivo para pensarmos que a ideia tivesse qualquer coisa a ver com o povo de Israel.
V. Considerações No Novo Testamento
1. Considerações Sobre Valores
«No que diz respeito ao valor espiritual deste ato, o N.T. é taxativo: sem a obediência, a circuncisão se transforma em incircuncisão (ver Rom. 2:25-29). Esse sinal externo se reduz à insignificância, quando confrontado com as realidades da observância dos mandamentos (ver I Cor. 7:18,19), da fé que opera por meio do amor (ver Gál. 5:6), e da nova criação (ver Gál. 6:15). Não obstante, o crente não tem a liberdade de escarnecer desse antigo símbolo. Embora o crente deva evitar a circuncisão (ver Gál. 5:2 até o fim), no que diz respeito à expressão da suposta salvação através das obras (ver Col. 2:13; conf. com Isa. 52:1), contudo, segundo nos mostram estas passagens, ele precisa de seu significado interno. Em consequência, existe uma 'circuncisão de CRISTO’, o despir do corpo (mas não somente de uma parte — o prepúcio) da carne, em uma transação espiritual que .não é realizada por mãos humanas, mas que consiste da relação com CRISTO JESUS, em sua morte e ressurreição, selada pela ordenação iniciatória do novo pacto (ver Col. 2:11,12). Em resultado disso, os crentes são ‘a circuncisão’ (ver Fil. 3:3)». (Extraído de The New Bible Dictionary, Douglas, pág. 234).
O décimo quinto capitulo do livro de Atos mostra-nos claramente que até mesmo muitos cristãos primitivos, e, portanto, especialmente os judeus ordinários, eram da opinião de que a circuncisão era uma medida necessária para a salvação. Conforme a mentalidade judaica raciocinava, a circuncisão fazia parte do pacto abraâmico, e qualquer indivíduo que de alguma forma não fosse beneficiário do mesmo, não poderia ter esperança de que seria salvo. Ver o artigo sobre o Pacto Abraâmico. Quanto a comentários sobre o chamado «partido da circuncisão», os legalistas da igreja cristã primitiva, cujas atividades provocaram a escrita das epístolas aos Romanos e aos Gálatas, ver Atos 11:2.
A circuncisão tem valor, Rom. 2:25. Qual era o valor autêntico da circuncisão? De acordo com o que diziam os judeus, tinha um valor absoluto, isto é, era uma garantia virtual da salvação, porquanto entre eles se pensava que todos os circuncidados, que eram israelitas por nascimento, já estariam automaticamente absolvidos de todo o julgamento. Entretanto, no dizer das Escrituras, qual era o real valor da circuncisão?
a. A circuncisão era o sinal do pacto abraâmico (Atos 3:25), além de ser um dos muitos privilégios de Israel, o que fazia deles uma sociedade superior. (Ver Rom. 9:4,5).
b. Tinha valor como preparação para melhores coisas vindouras. Também falava sobre a santificação. Isso teria lugar em CRISTO. Falava de identificação com a geração de Abraão, e isso, por sua vez tipificava o que DEUS faria através do filho de Abraão JESUS, o Messias.
c. Falava de um povo que seria separado para a santidade e a salvação. Tornava os homens cônscios de que existiam esses privilégios, e, sabendo-o, talvez os buscassem, se ao menos fossem suficientemente sábios.
d. A circuncisão afetava o órgão gerador, e isso simbolizava a produção de vida. A vida eterna está em CRISTO e os homens, por darem atenção à mensagem de DEUS e tomando parte em seu conceito, podem aprender acerca da real fonte da vida.
e. Há uma real circuncisão, de ordem absoluta, isto é, a circuncisão do coração. A santificação genuína leva os homens à salvação. Isso Paulo mostra no vs. 29 do segundo capítulo da epístola aos Romanos.
f. A circuncisão era mero sinal. A verdade simbolizada era a salvação. Por semelhante modo, o batismo é apenas um sinal, um símbolo, e não a substância, ou qualquer parte da substância essencial da salvação. (Ver Col. 2:11).
2. Buscando A Realidade
a. A lei podia ter um efeito ilusório, conforme se vê em Rom. 7:11. Os homens esperavam demais da lei. Dela esperavam aquilo que ela não podia fazer, libertá-los. Afirmavam eles: «A vida vem pela lei», e isso com apoio de certos versículos do A.T. Mas Paulo demonstra que tudo isso era pura imaginação.
b. A circuncisão simbolizava todos os privilégios dos judeus, por ser o sinal do pacto abraâmico. Portanto, também fazia tropeçar os homens que eram superficiais em seu entendimento espiritual.
c. O caminho da lei era difícil por demais. Requeria a perfeição, mas não tinha o poder para conferir essa perfeição. — Conferia altos privilégios, mas os homens, observando as coisas externas, e substituindo por elas as verdades que haveriam de seguir-se, terminaram possuidores de uma espiritualidade inferior e inadequada.
d. A lei apontava para a realidade em CRISTO.
3. Externalidades na Religião
«O ponto aqui focalizado é simples, mas importante. Certos indivíduos vivem sujeitos à tentação constante de confundirem as externalidades incidentais com as realidades essenciais. Têm a confiança de ocupar um lugar, dentro da comunidade cristã, por terem sido batizados ou por serem membros nominais de alguma igreja local; e ficam altamente indignados quando alguém sugere que realmente não são crentes. Em adição a essa suposição superficial de que os sinais externos são suficientes como substitutos da participação ativa na vida da fé, é mister observarmos uma forma paralela assumida pela confiança nos sinais externos, conforme tal coisa freqüentemente ocorre. Usualmente é a pessoa que confia em suas realizações religiosas externas que sente que os sinais visíveis da religiosidade são importantes. Não é necessário que isso seja produto de algum orgulho humano; pode, simplesmente, resultar de um ponto de vista limitado, que não leva em conta a distinção que há entre as verdades essenciais e as coisas inconsequentes». (Gerald R. Cragg em Rom. 2:25).
«O sinal característico, que destacava os judeus, tinha dois lados; um era externo e formal, e o outro era interno e real. Sua essência dependia desse último aspecto, porquanto, sem essa circuncisão interna tudo quanto era externo nada valia. Não é necessário alguém ter nascido judeu para possuir essa verdade essencial. Precisamente a mesma linguagem pode ser aplicada no caso dos sacramentos cristãos». (W. Sanday, em Rom. 2:25).
4. O Partido da Circuncisão, Facções e Lutas
Ver o artigo separado sobre a Circuncisão, Partido da. Esse artigo apresenta o argumento em favor da circuncisão, do ponto de vista do judaísmo antigo, o que nos confere a compreensão do motivo pelo qual o assunto revestia-se de tanta importância para a Igreja primitiva. Também são apresentados ali os modernos substitutos. Os homens continuam confiando em meras externalidades religiosas. Os homens confiam em ritos e cerimônias, atribuindo aos mesmos um valor atinente à eterna salvação da alma. Muitas denominações evangélicas ainda não conseguiram deixar esse sinal de primitivismo, em sua fé religiosa. Muitos homens ainda não chegaram a entender que a salvação, em todos os seus aspectos, está envolvida na transformação da alma por meio do ESPÍRITO de DEUS. Esses aspectos podem ser simbolizados por meio de cerimônias, mas nenhum deles torna-se uma realidade por meios ritualísticos. Não admira que certos autores do Novo Testamento ainda se aferravam a certos primitivismos em sua fé, como a idéia da regeneração batismal, que, quase certamente, reflete-se em passagens como Atos 2:38 e Marcos 16:16. Creio, porém, que a teologia paulina afastou-se em muito de tal conceito. 0 trecho de Colossenses 2:11 subentende certo elo entre o batismo e a circuncisão, pelo que aquilo que a circuncisão significava para os judeus, o batismo continua a significar para alguns cristãos. Porém, tanto a circuncisão quanto o batismo em água são externalidades, são meros símbolos. Ver o artigo sobre o Batismo. (AM B BULT E ID NTI Z) SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
Até a graça de DEUS se manifestar aos gentios, eles estavam completamente alienados dos grandes pactos divinos: o “pacto abraâmico” (Gn 12.1-3); o “pacto mosaico” (Dt 28.1-14); e o “pacto davídico” (2Sm 7.13-16). Esses pactos traziam a promessa messiânica e os gentios encontravam-se completamente alheios às promessas e separados da comunidade de Israel. Nesse sentido, a presente lição busca esclarecer de que modo os gentios estiveram privados dessa promessa. Em primeiro lugar, para explicar essa condição, explique o conceito espiritual de circuncisão e incircuncisão. Esses dois conceitos são importantíssimos, pois espiritualmente eles constituem a separação entre judeus e gentios. Em segundo lugar, explicite a antiga condição dos gentios sem DEUS e sem CRISTO. E, finalmente, no terceiro tópico, afirme que, desprovidos de DEUS, os gentios marchavam para a perdição eterna.
O que desfez a situação caótica dos gentios é que em CRISTO, pela graça de DEUS mediante a fé, eles tornaram-se descendência de Abraão e herdeiros das promessas. Mas até chegar a esse estágio, as Escrituras mostram a condição em que os gentios se encontravam.


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