Há um Oásis no Deserto

quarta-feira, 25 de março de 2020

A MORDOMIA DA IGREJA LOCAL

Lição 5, A Mordomia da Igreja Local




3º Trimestre de 2019 - Tempos, Bens e Talentos - Sendo Mordomo Fiel e Prudente com as coisas Que DEUS nos tem dado - Comentarista CPAD - Elinaldo Renovato de Lima

 
TEXTO ÁUREO
“Escrevo-te estas coisas [...] para que saibas como convém andar na casa de DEUS, que é a igreja do DEUS vivo, a coluna e firmeza da verdade.” (1 Tm 3.14,15)
  
VERDADE PRÁTICA
O cristão deve valorizar a igreja local como ambiente de adoração, comunhão e serviço ao Reino de DEUS.
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Mt 16.18 JESUS edifica a sua Igreja
Terça – At 12.5 Uma igreja de oração
Quarta – Rm 16.5 A igreja em casa
Quinta – 1 Co 4.17 Igreja, lugar de ensino
Sexta – 1 Co 14.12 Igreja, lugar de edificação
Sábado – Ef 1.22 JESUS, o Cabeça da Igreja
 
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Atos 9.31; 1 Coríntios 1.1,2; Hebreus 10.24,25
Atos 9:31 - Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galileia, e Samaria tinham paz e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e na consolação do ESPÍRITO SANTO.
1 Coríntios 1:1 - Paulo (chamado apóstolo de JESUS CRISTO, pela vontade de DEUS) e o irmão Sóstenes, 2 - à igreja de DEUS que está em Corinto, aos santificados em CRISTO JESUS, chamados santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor JESUS CRISTO, Senhor deles e nosso.
Hebreus 10:24 - E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, 25 - não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia.
 

OBJETIVO GERAL - Expor que a igreja local é um ambiente de adoração, comunhão e serviço.
 
 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Apresentar a mordomia dos bens espirituais;
Refletir sobre a mordomia da ação social da Igreja;
Conscientizar acerca da mordomia dos crentes na igreja local.
 
 
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Já se perguntou a respeito de quem a igreja local é constituída? Uma pergunta sempre é especial para o início de uma reflexão. A nossa, nesta lição, é sobre a igreja local. Essa igreja, amada por muitos, mas “odiada” por outros. Há quem pense que se pode amar CRISTO, mas não a sua Igreja. Uma das coisas mais significativas no Novo Testamento, a partir do ministério dos apóstolos, era o amor deles pela Igreja. Esse amor só foi possível por causa do exemplo maior de JESUS CRISTO, o fundador da Igreja. Nesta lição, queremos que você seja encorajado a amar a Igreja, a servi-la e a defendê-la.
 
 
PONTO CENTRAL
A igreja local é um ambiente de adoração, comunhão e serviço.
 
 
Resumo da Lição 5, A Mordomia da Igreja Local
I – A MORDOMIA DOS BENS ESPIRITUAIS
1. A mordomia e a valorização da Palavra de DEUS.
2. A mordomia na evangelização e no discipulado.
3. A mordomia no uso dos dons espirituais.

II – A MORDOMIA DA AÇÃO SOCIAL DA IGREJA
1. A assistência social no Antigo Testamento.
2. Assistência social no Novo Testamento.
3. Agindo para glória de DEUS e o alívio do próximo.

III – A MORDOMIA DOS CRENTES NA IGREJA LOCAL
1. Em primeiro lugar é preciso congregar.
2. Líderes cristãos como mordomos.
3. A mordomia dos membros e congregados.
 
 
SÍNTESE DO TÓPICO I - A mordomia dos bens espirituais envolve a valorização da Palavra de DEUS, a evangelização, o discipulado e o uso dos dons espirituais.
SÍNTESE DO TÓPICO II - A ação social no Antigo Testamento tem base nos livros dos Salmos, Provérbios e profetas; no Novo, nos evangelhos, nos Atos dos Apóstolos e nas epístolas.
SÍNTESE DO TÓPICO III - A mordomia dos crentes na igreja local leva em conta a necessidade de congregar, os líderes e também os membros como mordomos do Reino de DEUS.
  
 
INTRODUÇÃO
A igreja local é lugar de reunião de salvos com o objetivo principal de adorar a DEUS, prestar um serviço de adoração a DEUS. É local de louvor. É local de leitura da Bíblia com ensino e pregação sobre esta leitura. É local de reunião de consolação, edificação e exortação do povo de DEUS. É local de contribuição para a divulgação do evangelho. É local de comunhão do corpo de CRISTO. Etc...
A Igreja invisível é formada pelos que morreram em CRISTO e pelos que estão em condição de salvos em todo o mundo e estão a espera do arrebatamento.
A Igreja visível é formada por todos os que congregam em um determinado local e se dizem cristãos. Dentre estes existem os salvos e os carnais, não sendo possível edificar claramente quem está salvo ou não.
 
 
IGREJA (Strong Português) εκκλησια ekklesia
1) reunião de cidadãos chamados para fora de seus lares para algum lugar público, assembléia
1a) assembléia do povo reunida em lugar público com o fim de deliberar
1b) assembléia dos israelitas
1c) qualquer ajuntamento ou multidão de homens reunidos por acaso, tumultuosamente
1d) num sentido cristão
1d1) assembléia de Cristãos reunidos para adorar em um encontro religioso
1d2) grupo de cristãos, ou daqueles que, na esperança da salvação eterna em JESUS CRISTO, observam seus próprios ritos religiosos, mantêm seus próprios encontros espirituais, e administram seus próprios assuntos, de acordo com os regulamentos prescritos para o corpo por amor à ordem
1d3) aqueles que em qualquer lugar, numa cidade, vila,etc, constituem um grupo e estão unidos em um só corpo
1d4) totalidade dos cristãos dispersos por todo o mundo
1d5) assembléia dos cristãos fieis já falecidos e recebidos no céu
 
PARA QUE EXISTE A IGREJA? (Pr. Geziel Gomes)
I. PARA ESTENDER O REINO DE DEUS
1. Pregando o Evangelho de Cristo
2. Desalojando e expulsando os demônios
3. Estabelecendo agências do reino em toda a Terra
II. PARA DEMONSTRAR O PODER DE DEUS
1. Poder que está no Nome de Jesus
2. Poder que está na Palavra de Deus
3. Poder que pertence ao Espírito Santo
III. PARA MANIFESTAR A GLÓRIA DE DEUS
1. Ela se manifesta através da transformação de vidas
2. Ela se manifesta através de milagres, sinais e maravilhas
3. Ela se manifesta através de vidas santificadas e dedicadas.
 
 
É função da Igreja a Evangelização mundial
Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? [...]" (Rm 10.14.15).
 
A Igreja é equipada pelo ESPÍRITO SANTO com dons para dar poder a esta de evangelizar.
A Igreja possui ministros dados por CRISTO para a edificar e organizar.
A Igreja possui administradores e mantenedores dados pelo PAI para sua manutenção.
 
 
É função da Igreja ajudar aos pobres e necessitados.
Uma das atividades que JESUS avocou na sua missão dirigida pelo ESPÍRITO SANTO foi “evangelizar os pobres” (4.18; cf. Is 61.1). Noutras palavras, o evangelho de CRISTO pode ser definido como um evangelho dos pobres (Mt 5.3; 11.5; Lc 7.22; Tg 2.5).
(1) Os “pobres” (gr. ptochos) são os humildes e aflitos deste mundo, os quais clamam a DEUS em grande necessidade, buscando socorro. Ao mesmo tempo, são fiéis a DEUS e aguardam a plena redenção do povo de DEUS, do pecado, sofrimento, fome e ódio, que prevalecem aqui no mundo. Sua riqueza e sua vida não consistem em coisas deste mundo (ver Sl 22.26; 72.2, 12,13; 147.6; Is 11.4; 29.19; Lc 6.20; Jo 14.3).
(2) A libertação do sofrimento, da opressão, da injustiça e da pobreza, com certeza virá aos pobres de DEUS (Lc 6.21;
 
Não há como fazer parte da Igreja e não congregar em uma congregação.
Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia. Hebreus 10:25
E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até à meia-noite. Atos 20:7 (Santa Ceia)
No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar. 1 Coríntios 16:2 (Santa Ceia)
“… onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mateus 18:20 RA)
 
I – A MORDOMIA DOS BENS ESPIRITUAIS
 
Características da Igreja Verdadeira
Admitindo-se assim que uma igreja pura ou perfeita não é possível deste lado da glória, onde podemos descobrir o verdadeiro povo de DEUS visivelmente reunido?
Tradicionalmente, são reconhecidos quatro sinais da igreja autêntica.
UNA
A unidade da igreja procede de seu fundamento do único DEUS (Ef 4.1-6). Todos os que pertencem verdadeiramente à igreja são um só povo e, portanto, a igreja verdadeira será distinguida por sua unidade.
A verdadeira unidade no ESPÍRITO SANTO de todo o povo regenerado é um fato independente da desunião denominacional exterior. O chamado para a unidade no Novo Testamento é, portanto, uma ordem para manter a unicidade fundamental da vida que o ESPÍRITO concedeu através da regeneração (Ef 4.3). É distinguindo entre a igreja invisível (todos os eleitos que são verdadeiramente um em CRISTO) e a igreja visível (um grupo misto de regenerados e não-regenerados). A unidade da igreja invisível é um fato consumado, concedido com a salvação.
É significativo notar que quando Judas pretendeu escrever sobre a salvação que temos em comum, ele achou necessário insistir com os leitores para “batalhar diligentemente pela fé que uma vez foi entregue aos santos” (Judas 3). Para o Novo Testamento, a unidade está baseada em um compromisso consciente com as verdades reveladas do Cristianismo Apostólico.
O Novo Testamento dirigiu seus ensinos sobre a unidade (Ef 2.15; 4.4; Cl 3.15). O desafio mais profundo deste ensinamento situa-se ao nível dos relacionamentos na igreja local. Nesse ambiente, a unidade da vida em CRISTO deve expressar-se através do cuidado e compromisso genuínos e tangíveis de uns para com os outros. Na ausência disto, a reivindicação de ser uma verdadeira igreja cristã é posta em dúvida (1 Co 3.3s).

SANTA
O povo de DEUS forma a nação santa (1 Pe 2.9). No sentido mais profundo a igreja é santa, da mesma forma que todo indivíduo cristão é santo em virtude de estar unido a CRISTO, separado para ele e revestido com sua justiça perfeita. Na sua posição diante de DEUS em CRISTO, a igreja é irrepreensível e isenta de qualquer mancha moral. A distinção entre a igreja visível e a invisível aplica-se aqui.
A união com CRISTO envolve também uma santidade de vida que seja visível. Desse modo, a relação da igreja com CRISTO, o seu cabeça, será expressa no caráter moral e nas características especiais de sua vida e de seus relacionamentos comunitários. .

CATÓLICA
O termo católico significa literalmente abrangendo ao todo. E em seu uso primitivo, significava ser a igreja universal, distinguindo-a da local; mais tarde, veio significar a igreja que professava a fé ortodoxa, em contraste com os hereges. A igreja católica somos nós e não a idólatra Romana.
O principal aspecto da catolicidade da igreja primitiva estava na sua abertura para todos. Ela surgiu no mundo como uma fé para todos (Mt 28.19; Ap 7.9). A única exigência para admissão a esta graça era a fé pessoal em JESUS CRISTO como Salvador e Senhor e ressurreto dentre os mortos (Mt 28.19; At 2.38,41; Rm 10:9,10).

APOSTÓLICA
O apóstolo é uma testemunha do ministério e da ressurreição de JESUS; é um arauto autorizado do evangelho (Lc 6.12s; At 1.21s; 1 Co 15.8-10). Os arautos tomam posição entre JESUS e todas as gerações subsequentes da fé cristã; nós só nos achegamos a ele por meio dos apóstolos e de seu testemunho sobre ele, incorporado no Novo Testamento. Neste sentido fundamental, toda a igreja é "edificada sobre o fundamento dos apóstolos" (Ef 2.20; cf. Mt 16.18; Ap 21.14). A apostolicidade da igreja encontra-se, portanto, no fato de ela conformar-se à fé apostólica "que uma vez por todas foi entregue aos santos" (Jd 3; cf. At 2.42).
Os atuais ministérios como registrados em Efésios 4:11 são pessoas dadas à igreja, não sendo esses testemunhas oculares da vida e ressurreição de JESUS, mas enviados por DEUS, escolhidos por JESUS para edificarem a igreja.
A sucessão apostólica é na verdade a sucessão do evangelho apostólico, quando o depósito original de verdade apostólica é passado de uma para outra geração: "homens fiéis ... para instruir a outros" (2 Tm 2.2). A igreja é apostólica à medida que reconhece na prática a autoridade suprema das escrituras apostólicas, ou seja, a Bíblia, e mais especificamente, o Novo Testamento. 
 

1. A mordomia e a valorização da Palavra de DEUS.
 
A IGREJA E A SUBMISSÃO À PALAVRA Somente a verdadeira Igreja de CRISTO confia e recebe a Bíblia como Palavra legítima de DEUS e a respeita como tal. 
NOSSA ATITUDE ANTE A PALAVRA DE DEUS.
A Bíblia descreve, em linguagem clara e inconfundível, como devemos proceder quanto a palavra de DEUS em suas diferentes expressões. Devemos ansiar por ouvi-la (1.10; Jr 7.1,2; At 17.11) e procurar compreendê-la (Mt 13.23). Devemos louvar, no Senhor, a palavra de DEUS (Sl 56.4,10), amá-la (Sl 119.47,113), e dela fazer a nossa alegria e deleite (Sl 119.16,47). Devemos aceitar o que a palavra de DEUS diz (Mc 4.20; At 2.41; 1Ts 2.13), ocultá-la nas profundezas de nosso coração (Sl 119.11), confiar nela (Sl 119.42), e colocar a nossa esperança em suas promessas (Sl 119.74,81,114; 130.5). Acima de tudo, devemos obedecer ao que ela ordena (Sl 119.17,67; Tg 1.22-24) e viver de acordo com seus ditames (Sl 119.9). DEUS conclama os que ministram a palavra (cf. 1Tm 5.17) a manejá-la corretamente (2Tm 2.15), e a pregá-la fielmente (2Tm 4.2). Todos os crentes são convocados a proclamarem a palavra de DEUS por onde quer que forem (At 8.4).
A Bíblia – fé e prática
Neste momento profético em que surge a apostasia, a Igreja do Senhor JESUS está sendo fortalecida pelo grande derramamento do ESPÍRITO SANTO sobre toda a carne e por sua fé nas Escrituras Sagradas do Velho e do Novo Testamento. A Igreja crê na inspiração plenária e na inerrância das Escrituras Sagradas do Velho e do Novo Testamentos, pois elas foram inspiradas pelo ESPÍRITO SANTO (II Tm. 3:16) e, portanto, expressão a vontade de DEUS para a vida da Igreja como coletividade e para cada crente em particular.
 
 Por crer na Bíblia como a Palavra de DEUS, expressão da eterna e graciosa vontade de DEUS, a Igreja fiel entende que toda e qualquer comunhão entre igrejas ou entre pastores deve ser baseada na fé comum nas doutrinas bíblicas e na experiência comum da operação do ESPÍRITO SANTO na vida da Igreja.
A Igreja do Senhor JESUS entende que a Bíblia contém todas as doutrinas necessárias à edificação da Igreja. Todas as regras em matéria fé (em que a Igreja crê) e prática (como a Igreja vive, serve e adora a DEUS) encontram-se nas Escrituras Sagradas. As doutrinas reveladas nas Escrituras e nas quais a Igreja fiel sempre creu se referem à Bíblia como sendo a Palavra revelada de DEUS, à Trindade, ao Plano de Salvação, e à Pessoa e Obra do Senhor JESUS.
Nesta última hora, contudo, o Senhor tem levado a Igreja a anunciar de forma mais constante a Segunda Vinda de CRISTO, e a praticar as doutrinas da Igreja como Corpo de CRISTO, do Batismo com o ESPÍRITO SANTO, dos Dons Espirituais e dos 5 Ministérios. A prática destas doutrinas são necessárias para que a Igreja esteja ouvindo a voz do Senhor JESUS (Jo. 10:16) e para que a Igreja tenha poder para pregar o evangelho (At. 1:8) e para que sinais confirmem essa pregação (Mar. 16:20).
Para andar no ESPÍRITO (Gl. 5:16) e viver cheia do ESPÍRITO (Ef. 5:18) a Igreja necessita apenas crer e praticar todas as doutrinas ensinadas na Palavra de DEUS (a Bíblia), sobretudo obedecer ao Senhor, ouvir a voz do ESPÍRITO e viver em santificação, além de utilizar os meios de graça: meditação na Palavra, jejum e a oração - inclusive em vigílias e cedo da manhã.
Mt 16.18 “Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.

A igreja é a coluna e o fundamento da verdade (1Tm 3.15), funcionando, assim, como o alicerce que sustenta uma construção. A igreja deve sustentar a verdade e conservá-la íntegra, defendendo-a contra os deturpadores e os falsos mestres (ver Fp 1.17; Jd 3). 
A Bíblia é a vara de prumo da Igreja verdadeira
Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; 2 Timóteo 3:16
 
A Bíblia ensina como deve ser o verdadeiro culto - Elementos do verdadeiro culto bíblico:
Que fareis pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. 1 Coríntios 14:26
1- Salmo (Leitura da Bíblia e cântico)
2- Doutrina (Explanação da Bíblia por ensino e por pregação - para que todos aprendam e todos sejam consolados, edificados e exortados)
3- Revelação (falem dois ou três profetas, e os outros julguem - todos podereis profetizar, uns depois dos outros - procurai, com zelo, profetizar )
4- Língua (se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois ou, quando muito três, e por sua vez, e haja intérprete - não proibais falar línguas)
5- Interpretação (é a manifestação de um dom do ESPÍRITO SANTO - equivale à profecia).
 
 
 
2. A mordomia na evangelização e no discipulado.
 
  O capenga evangelho que é pregado hoje pelas igrejas evangélicas quase não tem produzido.
50% do mundo não conhece JESUS - NO TEMPO DOS APÓSTOLOS, QUANDO SE PREGAVA O LEGÍTIMO E VERDADEIRO EVANGELHO, QUASE 100% DO MUNDO CONHECEU O EVANGELHO EM APENAS UMA GERAÇÃO. (100 ANOS). Não se buscava riquezas e em nada tinham suas vidas como preciosas. (Mas de nada faço questão, nem tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor JESUS, para dar testemunho do evangelho da graça de DEUS. Atos 20:24).
Não existe evangelho legítimo sem Dons. Sem Milagres. Metade do evangelho é manifestação de Dons. Sinais, prodígios e maravilhas.
Eu abri 8 igrejas em 2 anos e meio com auxílio dos dons. Aqui no tempo que estive na congregação Ebenézer abrimos 4 congregações e mandamos gente para mais 4.
Será tão difícil entender isso e passarmos a ensinar isso?
Estamos enviando missionários que às vezes nem são batizados no ESPÍRITO SANTO. Praticamente nenhum possui pelo menos um dom. O resultado é raquítico. Enquanto Ev. Reinhard Bonnke (“Christ for all Nations” -CfaN, ou “CRISTO para todas as Nações”) ganha 42 milhões de almas em 13 anos, nós não chegamos com todo o trabalho missionário a 1 milhão em 10 anos.
Eu, pela graça de DEUS, ganhei 700 almas em 2 anos no campo missionário em Divinópolis e Valparaíso de Goiás, e abri 8 congregações, enquanto hoje vemos missionários que foram para o campo a mais de 10 anos que não ganharam 200 almas. Vamos acordar para buscarmos poder. Para imitarmos JESUS e os apóstolos.
Em Atos dos Apóstolos temos nosso padrão de como trabalharmos para DEUS. Milagres, ajuntamento de pessoas, pregação do evangelho e muita salvação de almas. Esse é o padrão bíblico. O padrão de JESUS e dos Apóstolos.

Os discípulos clamavam por sinais, prodígios e maravilhas, pois sabiam que através deles ganhavam muitas almas.
Agora, pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra; Enquanto estendes a tua mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome de teu santo Filho JESUS. Atos 4:29,30
Evangelho não é grito, nem teologia e nem retórica - é poder de DEUS.
At 4.33 E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor JESUS, e em todos eles havia abundante graça.
Porque o reino de DEUS não consiste em palavras, mas em poder.1 Coríntios 4:20
 
O QUE É A EVANGELIZAÇÃO INTEGRALEvangelização integral envolve milagres, pregação, conversão, batismo nas águas, batismo no ESPÍRITO SANTO, manifestação de dons do ESPÍRITO SANTO, ajuda social de alimentação e vestuário e até moradia.
Evangelização integral.
Evangelização integral é o mesmo que dizer: Evangelização que atinge todo o mundo ao mesmo tempo, ou seja, Evangelização que não existe ainda.
A ordem de JESUS era que o evangelho fosse pregado ao mesmo tempo em Jerusalém (cidade toda), Judeia (estado ou país na época - território de Judá), Samaria (Israel do Norte todo, com capital em Samaria), e até os confins do mundo (mundo todo).
 
A preocupação de Paulo era exatamente essa, atingir todo o mundo.
Mas importa que o evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações. Marcos 13:10 - E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Marcos 16:15 - Se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé, e não vos moverdes da esperança do evangelho que tendes ouvido, o qual foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, estou feito ministro.  Colossenses 1:23
 
Os discípulos em Jerusalém sofreram uma perseguição permitida por DEUS para que saíssem pregando em todas as partes.
E também Saulo consentiu na morte dele. E fez-se naquele dia uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos pelas terras da Judéia e de Samaria, exceto os apóstolos. Atos 8:1
 
Paulo procurava pregar o evangelho onde JESUS ainda não havia sido pregado.
E desta maneira me esforcei por anunciar o evangelho, não onde CRISTO foi nomeado, para não edificar sobre fundamento alheio; Romanos 15:20
 
É no livro de Atos onde a igreja deve aprender sobre evangelização.
 
Avivamento e evangelização.
JESUS disse bem claro que não é para ninguém sair pregando o evangelho sem antes receber o batismo no ESPÍRITO SANTO.
E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder. Lucas 24:49.
 
 
DISCIPULADO INTEGRAL
O amor é demonstrado através de ações espirituais, materiais e sociais.
Doutrinação.
Primeiro passo na vida do cristão é o batismo nas águas, que deve ser feito o mais rapidamente possível. Assim ensina-nos o livro de Atos. Imediatamente após a conversão o batismo era realizado.
Depois do batismo recebiam instruções ou doutrinas dos apóstolos. eram ensinados em como viverem em união uns com os outros, como não permitir que alguém passasse fome, ou sede, ou frio. eram ensinados a orarem juntos e uns pelos outros.
Eles viam e ouviam os sinais que faziam seus líderes.
Gostavam de ficar juntos e se ajudarem uns aos outros.
Congregavam juntos e ganhavam muitas almas.
 
De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas, E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, Louvando a DEUS, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar. Atos 2:41-47
 
Integração.
Integração fala de aceitação de uns para os outros em seu meio. fala de amor familiar. Cada crente é uma pequena pedrinha na construção do edifício de DEUS, a igreja. é preciso que as arestas dessas pedras sejam lapidadas para que não se machuquem uns aos outros. O amor e o perdão devem ser aumentados dia a dia.
1 João 3.23 E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho JESUS CRISTO, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento.
 
Treinamento.
O novo convertido precisa entender e colocar em prática a evangelização. entender para o que foi chamado, ou seja, entender claramente que precisa ganhar almas. precisa produzir para e no reino de DEUS.
Veja que Paulo já começou a pregar imediatamente após sua conversão.
E, tendo comido, ficou confortado. E esteve Saulo alguns dias com os discípulos que estavam em Damasco. E logo nas sinagogas pregava a CRISTO, que este é o Filho de DEUS. E todos os que o ouviam estavam atônitos, e diziam: Não é este o que em Jerusalém perseguia os que invocavam este nome, e para isso veio aqui, para os levar presos aos principais dos sacerdotes? Saulo, porém, se esforçava muito mais, e confundia os judeus que habitavam em Damasco, provando que aquele era o CRISTO.Atos 9:19-22
 
Identificação.
Os discípulos foram chamados de cristãos porque imitavam CRISTO em tudo.
Na evangelização, nas pregações, os ensinos, nas orações, na ajuda aos necessitados e no poder de DEUS em operação através dos dons de curas e milagres principalmente.
Atos 11.26 E sucedeu que todo um ano se reuniram naquela igreja, e ensinaram muita gente; e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos.
Os verdadeiros discípulos devem se preocupar em como são conhecidos não só na terra, como no céu. Jó era bem conhecido no céu.
Disse o Senhor a Satanás: Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a DEUS, e que se desvia do mal. Jó 1:8
 
A IGREJA DA EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL
Divulgação do Evangelho de CRISTO: promoção, comissão e manutenção. Igreja é evangelística e missionária.
 
O Evangelização integral deve atingir a toda criatura pelo avivamento e evangelização. O amor deve ser demonstrado através de ações espirituais, materiais e sociais. A doutrinação dos novos convertidos deve ser urgentemente passada a eles nos primeiros dias de sua fé. A integração desse novo convertido ao serviço da igreja deve ser monitorado e acelerado pela liderança da igreja.
Todo crente deve ser treinamento no serviço de evangelização e  ser identificado no meio em que vive como um legítimo praticante de sua fé cristã.
 
 
3. A mordomia no uso dos dons espirituais.
 
DIFERENÇA ENTRE SINAL, PRODÍGIO E MARAVILHA
ISSO É O QUE DIZ OS ORIGINAIS
 
SINAIS (Strong Português) - σημειον semeion
1) sinal, marca, símbolo
1a) aquilo pelo qual uma pessoa ou algo é distinto de outros e é conhecido
1b) sinal, prodígio, portento, i.e., uma ocorrência incomum, que transcende o curso normal da natureza
1b1) de sinais que prognosticam eventos notáveis prestes a acontecer
1b2) de milagres e prodígios pelos quais DEUS confirma as pessoas enviadas por ele, ou pelos quais homens provam que a causa que eles estão pleiteando é de DEUS
 
  
PRODÍGIOS (Strong Português) - τερας teras
1) prodígio, portento
2) milagre: realizado por alguém
  
 
MILAGRES OU MARAVILHAS (Strong Português) - δυναμις dunamis
1) poder, força, habilidade
1a) poder inerente, poder que reside numa coisa pela virtude de sua natureza, ou que uma pessoa ou coisa mostra e desenvolve
1b) poder para realizar milagres
1c) poder moral e excelência de alma
1d) poder e influência própria dos ricos e afortunados
1e) poder e riquezas que crescem pelos números
1f) poder que consiste em ou baseia-se em exércitos, forças, multidões
 
 
AS TRÊS PALAVRAS SE RESUMEM NUMA SÓ - DEMONSTRAÇÃO DO PODER SOBRENATURAL DE DEUS, REALIZANDO ALGO INEXPLICÁVEL, DE MANEIRA MARAVILHOSA E INCONTESTÁVEL.
 
PODEMOS DIVIDIR OS DONS DO ESPÍRITO SANTO ASSIM:
SINAIS – (DONS DA FALA) PROFECIA, VARIEDADE DE LÍNGUAS E INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUAS.
MILAGRES OU MARAVILHAS – (DONS DE PODER) FÉ, MILAGRES E DONS DE CURAR.
PRODÍGIOS – (DONS DE REVELAÇÃO) PALAVRA DE SABEDORIA, PALAVRA DA CIÊNCIA E DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS.
 
 
Os dons espirituais são concedidos pela graça de DEUS ao crente para que o mesmo compartilhe com outros essas maravilhosas bênçãos, tudo movido pelo amor.
Os dons são ferramentas de grande eficiência para evangelização. Conversões em massa e pessoais têm ocorrido desde a fundação da Igreja, no pentecostes.
Os dons, na igreja, visam principalmente o compartilhamento entre os irmãos que suprem a necessidade de cada um. Assim, se um está doente, aquele que tem o dom de curar orará para que este seja curado, e assim por diante. Todos serão abençoados, edificados, exortados e consolados nas diversas manifestações do ESPÍRITO SANTO.
Devemos tomar o cuidado de ensinar aos crentes a buscarem diligentemente os dons e a valorizarem esses dons tanto na evangelização como na edificação da igreja. estamos vivendo época em que se busca mais as dádivas de Mamom (como sinal de espiritualidade???) do que as dádivas espirituais de DEUS. Professores de Escola Bíblica Dominical deveriam ser os que mais dons tivessem em evidência, pois ensinam a Bíblia, onde se ensina que o verdadeiro evangelho é comprovado por sinais, prodígios e maravilhas (E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém. Marcos 16:20)..
John Wimber escreveu: “Quando duas frentes colidem, uma quente e uma fria, o resultado é que algo impetuoso ocorre: raios e trovões, chuva ou neve, até mesmo tornados e furacões. Há um conflito, e dele decorre a liberação de energia. Isso se dá com desordem, com confusão, é difícil de ser controlado.” Mais adiante ele diz: “Encontros de poder não são fáceis de controlar. Esta é uma palavra que para muitos cristãos ocidentais é dura para se aceitar, porque todos os fenômenos que não se encaixam dentro de um pensamento racional nos são desconfortáveis: eles nos lançam no escuro mundo que ultrapassa o racional, em que sentimos perder todo o controle da situação. Eventos que não estão de acordo com as nossas posturas normais do pensamento são ameaçadoras para nós, causando medo, por não nos serem familiares — especialmente onde ocorre poder espiritual.”
Dificilmente alguém poderia acusar Wesley de não fazer uso de sinais e maravilhas. Para ele, os gritos, os tremores, as quedas ao chão eram sobrenaturais, eram sinais e maravilhas que despertavam uma resposta. John Cennick relatou acerca de Wesley: “Com freqüência, quando ninguém se agitava nas reuniões, ele orava ‘Senhor, onde está a tua marca, onde estão os teus sinais?’ e eu não me lembro de ter visto outra coisa, mas sempre que ele orava muitos eram tomados e passavam a gritar.”
Whitefield consistentemente viu o choro mais silencioso e muitos casos de cair no ESPÍRITO ou “ser vencido” pelo ESPÍRITO. Mais importante, porém, é que tanto Wesley como Whitefield tinham uma unção especial de poder do ESPÍRITO SANTO na evangelização. Era isso que sobressaía e que dava poder na evangelização deles. Wesley descreve a situação em seu diário. Segunda-feira. 1º. de janeiro, 1739 — Hall, Kinchin, Ingham, Whitefield, Hutchins e meu irmão Charles estavam presentes em nossa celebração de um ágape em Fetter Lane, com cerca de sessenta irmãos nossos. Perto das três da manhã, estando nós sem parar em contínua oração, o poder de DEUS veio poderosamente sobre nós, de forma tal que muitos gritaram com tremenda alegria, e muitos caíram no chão. Tão logo nos recuperamos um pouco daquele temor e deslumbramento diante da presença da sua Majestade, começamos logo com uma voz: “Nós te louvamos, ó Senhor; reconhecemos que Tu és o Senhor.”
“O ESPÍRITO do Senhor DEUS está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas ... curar ... proclamar libertação ...” e muito mais (Is 61:1-2)
 
Os propósitos dos dons podem ser compreendidos a partir de sua natureza. Myer Pearlman diz que os dons do ESPÍRITO “...descrevem as capacidades sobrenaturais concedidas pelo ESPÍRITO para ministérios especiais...”. Para esse teólogo, o propósito principal dos dons do ESPÍRITO SANTO é “edificar a Igreja de DEUS, por meio da instrução aos crentes e para ganhar novos convertidos”.
Elinaldo Renovato. Dons espirituais e Ministeriais Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordinário. Editora CPAD. pag. 26.
 
 
Mt 7.22. Não profetizamos nós em teu nome? O uso de ou na pergunta pede a resposta afirmativa.
Eles afirmam ter profetizado ou pregado em nome de CRISTO e feito muitos milagres. Mas JESUS lhes arrancará a pele de ovelha e exporá o lobo voraz.
Mt 7.23. Nunca vos conheci. “Nunca me fui pessoalmente conhecido de vós” (conhecimento experimental).
O sucesso, segundo estimação do mundo, não é um critério de conhecer CRISTO e ter uma relação com ele. “Eu lhes direi abertamente”, o mesmo vocábulo usado para confessar CRISTO diante dos homens (Mt 10.32). Esta expressão JESUS usará para o anúncio público e franco do destino dessas pessoas. A. T. ROBERTSON. COMENTÁRIO MATEUS & MARCOS A luz do novo testamento Grego. pag. 93-94.
 
Evidente que o que está escrito aqui não é para os crentes sinceros que fazem a Obra de DEUS e por ELE são usados, mas para falsos obreiros e para descrentes que são usados por demônios e não por DEUS. Esses que praticam a iniquidade como os espíritas (médiuns).
 
 
I Ped 4.10 Cada um, conforme recebeu um dom da graça – servi uns aos outros com ele como bons administradores da multiforme graça de DEUS. Visto que os dons da graça (em grego: charisma) são dados pelo ESPÍRITO SANTO, eles também são chamados de “dons do ESPÍRITO” (1Co 14.1). Este versículo presta uma importante contribuição para a pergunta a respeito do que são os carismas e como devem ser exercidos. O contexto demonstra que ser hospitaleiro, falar a palavra de DEUS e exercer a diaconia são serviços dos dons da graça. O NT, portanto, não restringe o termo “dom da graça” aos dons particularmente notórios, p. ex., cura de enfermos (1Co 12.9) ou línguas (1Co 12.10; 14.13). Quem pratica de modo alegre e consciente a hospitalidade provavelmente obteve um carisma para isso. Porém, todo aquele que recebeu um dom para a edificação da igreja é um “carismático”. Pedro não escreve: “cada um, quando recebeu um dom da graça”, mas como (ou: “na proporção em que”) recebeu. Logo tem por certo que cada cristão participa da multiforme graça de DEUS, que consequentemente também possui dons da graça. Não é possível produzi-los a partir de si mesmo, mas somente recebê-los. É verdade que podemos “buscá-los” (1Co 14.1), mas sempre continuarão sendo dádiva de DEUS através do ESPÍRITO SANTO. Servi uns aos outros com eles significa: os dons da graça foram dados para o serviço mútuo.
Uwe Holmer. Comentário Esperança Cartas aos I Pedro. Editora Evangélica Esperança.
 
 
II – A MORDOMIA DA AÇÃO SOCIAL DA IGREJA
Isaías 58
6 - Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo, e que deixes livres os quebrantados, e que despedaces todo o jugo? 7 - Porventura, não é também que repartas o teu pão com o faminto e recolhas em casa os pobres desterrados? E, vendo o nu, o cubras e não te escondas daquele que é da tua carne? -Então, romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante da tua face, e a glória do Senhor será a tua retaguarda. 10 - e, se abrires a tua alma ao faminto e fartares a alma aflita, então, tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia. 11 - E o Senhor te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares secos, e fortificará teus ossos; e serás como um jardim regado e como um manancial cujas águas nunca faltam.
Tiago 2
14 - Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé e não tiver as obras? Porventura, a fé pode salvá-lo? 15 - E, se o irmão ou a irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, 16 - e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e lhes não derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí? 17 - Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.
 
Lc 18.24,25: “E, vendo JESUS que ele ficara muito triste, disse: Quão dificilmente entrarão no reino de DEUS os que têm riquezas!
Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no Reino de DEUS.”

Uma das declarações mais surpreendentes feitas por nosso Senhor é que é muito difícil um rico entrar no reino de DEUS. Este, porém, é apenas um dos seus ensinos sobre o assunto da riqueza e da pobreza. Esta sua perspectiva é repetida pelos apóstolos em várias epístolas do NT.


1. A assistência social no Antigo Testamento.
 
O CUIDADO DOS POBRES E NECESSITADOS (Estudo da Bíblia de Estudos Pentecostal em CD - CPAD)
Am 5.12-14 “Porque sei que são muitas as vossas transgressões e enormes os vossos pecados; afligis o justo, tomais resgate e rejeitais os necessitados na porta. Portanto, o que for prudente guardará silêncio naquele tempo, porque o tempo será mau. Buscai o bem e não o mal, para que vivais; e assim o Senhor, o DEUS dos Exércitos, estará convosco, como dizeis.”

Neste mundo, onde há tanto ricos quanto pobres, freqüentemente os que têm abastança material tiram proveito dos que nada têm, explorando-os para que os seus lucros aumentem continuamente (ver Sl 10.2, 9,10; Is 3.14,15; Jr 2.34; Am 2.6,7; 5.12,13; Tg 2.6). A Bíblia tem muito a dizer a respeito de como os crentes devem tratar os pobres e necessitados.
O ZELO DE DEUS PELOS POBRES E NECESSITADOS. DEUS tem expressado de várias maneiras seu grande zelo pelos pobres, necessitados e oprimidos.
(1) O Senhor DEUS é o seu defensor.
Ele mesmo revela ser deles o refúgio (Sl 14.6; Is 25.4), o socorro (Sl 40.17; 70.5; Is 41.14), o libertador (1Sm 2.8; Sl 12.5; 34.6; 113.7; 35.10; cf. Lc 1.52,53) e provedor (cf. Sl 10.14; 68.10; 132.15).
(2) Ao revelar a sua Lei aos israelitas, mostrou-lhes também várias maneiras de se eliminar a pobreza do meio do povo (ver Dt 15.7-11). Declarou-lhes, em seguida, o seu alvo global:
“Somente para que entre ti não haja pobre; pois o SENHOR abundantemente te abençoará na terra que o SENHOR, teu DEUS, te dará por herança, para a possuíres” (Dt 15.4). Por isso DEUS, na sua Lei, proíbe a cobrança de juros nos empréstimos aos pobres (Êx 22.25; Lv 25.35,36). Se o pobre entregasse algo como “penhor”, ou garantia pelo empréstimo, o credor era obrigado a devolver-lhe o penhor (uma capa ou algo assim) antes do pôr-do-sol. Se o pobre era contratado a prestar serviços ao rico, este era obrigado a pagar-lhe diariamente, para que ele pudesse comprar alimentos a si mesmo e à sua família (Dt 24.14,15). Durante a estação da colheita, os grãos que caíssem deviam ser deixados no chão para que os pobres os recolhessem (Lv 19.10; Dt 24.19-21); e mais: os cantos das searas de trigo, especificamente, deviam ser deixados aos pobres (Lv 19.9). Notável era o mandamento divino de se cancelar, a cada sete anos, todas as dívidas dos pobres (Dt 15.1-6). Além disso, o homem de posses não podia recusar-se a emprestar algo ao necessitado, simplesmente por estar próximo o sétimo ano (Dt 15.7-11). DEUS, além de prover o ano para o cancelamento das dívidas, proveu ainda o ano para a devolução de propriedades — o Ano do Jubileu, que ocorria a cada cinqüenta anos. Todas as terras que tivessem mudado de dono desde o Ano do Jubileu anterior teriam de ser devolvidas à família originária (ver Lv 25.8-55). E, mais importante de tudo: a justiça haveria de ser imparcial. Nem os ricos nem os pobres poderiam receber qualquer favoritismo (Êx 23.2,3,6; Dt 1.17; cf. Pv 31.9). Desta maneira, DEUS impedia que os pobres fossem explorados pelos ricos, e garantia um tratamento justo aos necessitados (ver Dt 24.14). (3) Infelizmente, os israelitas nem sempre observavam tais leis. Muitos ricos tiravam vantagens dos pobres, aumentando-lhes a desgraça. Em conseqüência de tais ações, o Senhor proferiu, através dos profetas, palavras severas de juízo contra os ricos (ver Is 1.21-25; Jr 17.11; Am 4.1-3; 5.11-13; Mq 2.1-5; Hc 2.6-8; Zc 7.8-14). 
 
 
2. Assistência social no Novo Testamento.
 
Uma das atividades que JESUS avocou na sua missão dirigida pelo ESPÍRITO SANTO foi “evangelizar os pobres” (4.18; cf. Is 61.1). Noutras palavras, o evangelho de CRISTO pode ser definido como um evangelho dos pobres (Mt 5.3; 11.5; Lc 7.22; Tg 2.5).
(1) Os “pobres” (gr. ptochos) são os humildes e aflitos deste mundo, os quais clamam a DEUS em grande necessidade, buscando socorro. Ao mesmo tempo, são fiéis a DEUS e aguardam a plena redenção do povo de DEUS, do pecado, sofrimento, fome e ódio, que prevalecem aqui no mundo. Sua riqueza e sua vida não consistem em coisas deste mundo (ver Sl 22.26; 72.2, 12,13; 147.6; Is 11.4; 29.19; Lc 6.20; Jo 14.3).
(2) A libertação do sofrimento, da opressão, da injustiça e da pobreza, com certeza virá aos pobres de DEUS (Lc 6.21).
 
 
3. Agindo para glória de DEUS e o alívio do próximo.
 
2 Coríntios 8.1-5;9.6,7,10,11
1 Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de DEUS dada às igrejas da Macedônia; 2 como, em muita prova de tribulação, houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza superabundou em riquezas da sua generosidade. 3 Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente, 4 pedindo-nos com muitos rogos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para com os santos. 5 E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor e depois a nós, pela vontade de DEUS;
 
6 E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará. 7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque DEUS ama ao que dá com alegria. 8 E DEUS é poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra, 9 conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. 10 Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa
sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça; 11 para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a DEUS.

8.1-9.15 ÀS IGREJAS DA MACEDÔNIA.
Estes dois capítulos contêm instruções sobre a oferta para os crentes pobres de Jerusalém. As palavras de Paulo abarcam o ensino mais completo do NT sobre a contribuição financeira cristã. Os princípios, aqui, definidos são ensinos para os crentes e para as igrejas de todos os tempos.
 
8.2 RIQUEZAS DA SUA GENEROSIDADE. Os princípios e as promessas da contribuição cristã contidos nesses dois capítulos são os seguintes:
(1) Pertencemos a DEUS; aquilo que possuímos está confiado às nossas mãos pelo Senhor (v. 5).
(2) Devemos tomar a decisão firme, em nosso coração, de que serviremos a DEUS, e não ao dinheiro (v.5; Mt 6.24).
(3) A contribuição é feita para ajudar os necessitados (v. 14; 9.12; Pv 19.17; Gl 2.10, para promover o reino de DEUS (1 Co 9.14; Fp 4.15-18), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprendermos a temer ao Senhor (Dt 14.22,23).
(4) A contribuição deve ser em proporção ao que ganhamos (vv. 3,12; 1 Co 16.2).
(5) A contribuição é considerada uma prova do nosso amor cristão (v.24) e deve ser realizada de modo sacrificial (v.3) e voluntária (9.7).
(6) Ao contribuirmos com nossas ofertas para DEUS, semeamos não somente dinheiro, mas também fé, tempo, serviço, e, assim, colhemos mais fé e outras bênçãos (v.5; 9.6,10-12).
(7) Quando DEUS nos dá em abundância, é para que multipliquemos as nossas boas obras (9.8; Ef 4.28).
(8) Quando contribuímos, isso aumenta a nossa dedicação a DEUS (Mt 6.21) e propicia suas bençãos sobre nossos assuntos financeiros (Lc 6.38).
 
 
O CUIDADO DOS POBRES E NECESSITADOS
Am 5.12-14 “Porque sei que são muitas as vossas transgressões e enormes os vossos pecados; afligis o justo, tomais resgate e rejeitais os necessitados na porta. Portanto, o que for prudente guardará silêncio naquele tempo, porque o tempo será mau. Buscai o bem e não o mal, para que vivais; e assim o Senhor, o DEUS dos Exércitos, estará convosco, como dizeis.”

Neste mundo, onde há tanto ricos quanto pobres, freqüentemente os que têm abastança material tiram proveito dos que nada têm, explorando-os para que os seus lucros aumentem continuamente (ver Sl 10.2, 9,10; Is 3.14,15; Jr 2.34; Am 2.6,7; 5.12,13; Tg 2.6). A Bíblia tem muito a dizer a respeito de como os crentes devem tratar os pobres e necessitados.

O ZELO DE DEUS PELOS POBRES E NECESSITADOS.
DEUS tem expressado de várias maneiras seu grande zelo pelos pobres, necessitados e oprimidos.
(1) O Senhor DEUS é o seu defensor. Ele mesmo revela ser deles o refúgio (Sl 14.6; Is 25.4), o socorro (Sl 40.17; 70.5; Is 41.14), o libertador (1Sm 2.8; Sl 12.5; 34.6; 113.7; 35.10; cf. Lc 1.52,53) e provedor (cf. Sl 10.14; 68.10; 132.15).
(2) Ao revelar a sua Lei aos israelitas, mostrou-lhes também várias maneiras de se eliminar a pobreza do meio do povo (ver Dt 15.7-11). Declarou-lhes, em seguida, o seu alvo global: “Somente para que entre ti não haja pobre; pois o SENHOR abundantemente te abençoará na terra que o SENHOR, teu DEUS, te dará por herança, para a possuíres” (Dt 15.4). Por isso DEUS, na sua Lei, proíbe a cobrança de juros nos empréstimos aos pobres (Êx 22.25; Lv 25.35,36). Se o pobre entregasse algo como “penhor”, ou garantia pelo empréstimo, o credor era obrigado a devolver-lhe o penhor (uma capa ou algo assim) antes do pôr-do-sol. Se o pobre era contratado a prestar serviços ao rico, este era obrigado a pagar-lhe diariamente, para que ele pudesse comprar alimentos a si mesmo e à sua família (Dt 24.14,15). Durante a estação da colheita, os grãos que caíssem deviam ser deixados no chão para que os pobres os recolhessem (Lv 19.10; Dt 24.19-21); e mais: os cantos das searas de trigo, especificamente, deviam ser deixados aos pobres (Lv 19.9). Notável era o mandamento divino de se cancelar, a cada sete anos, todas as dívidas dos pobres (Dt 15.1-6). Além disso, o homem de posses não podia recusar-se a emprestar algo ao necessitado, simplesmente por estar próximo o sétimo ano (Dt 15.7-11). DEUS, além de prover o ano para o cancelamento das dívidas, proveu ainda o ano para a devolução de propriedades — o Ano do Jubileu, que ocorria a cada cinqüenta anos. Todas as terras que tivessem mudado de dono desde o Ano do Jubileu anterior teriam de ser devolvidas à família originária (ver Lv 25.8-55). E, mais importante de tudo: a justiça haveria de ser imparcial. Nem os ricos nem os pobres poderiam receber qualquer favoritismo (Êx 23.2,3,6; Dt 1.17; cf. Pv 31.9). Desta maneira, DEUS impedia que os pobres fossem explorados pelos ricos, e garantia um tratamento justo aos necessitados (ver Dt 24.14).
(3) Infelizmente, os israelitas nem sempre observavam tais leis. Muitos ricos tiravam vantagens dos pobres, aumentando-lhes a desgraça. Em conseqüência de tais ações, o Senhor proferiu, através dos profetas, palavras severas de juízo contra os ricos (ver Is 1.21-25; Jr 17.11; Am 4.1-3; 5.11-13; Mq 2.1-5; Hc 2.6-8; Zc 7.8-14).

A RESPONSABILIDADE DO CRENTE NEOTESTAMENTÁRIO DIANTE DOS POBRES E NECESSITADOS.
No NT, DEUS também ordena a seu povo que evidencie profunda solicitude pelos pobres e necessitados, especialmente pelos domésticos na fé.
(1) Boa parte do ministério de JESUS foi dedicado aos pobres e desprivilegiados na sociedade judaica. Dos oprimidos, necessitados, samaritanos, leprosos e viúvas, ninguém mais se importava a
não ser JESUS (cf. Lc 4.18,19; 21.1-4; Lc 17.11-19; Jo 4.1-42; Mt 8.2-4; Lc 17.11-19; Lc 7.11-15; 20.45-47). Ele condenava duramente os que se apegavam às possessões terrenas, e desconsideravam os pobres (Mc 10.17-25; Lc 6.24,25; 12.16-20; 16.13-15,19-31).
(2) JESUS espera que seu povo contribua generosamente com os necessitados (ver Mt 6.1-4). Ele próprio praticava o que ensinava, pois levava uma bolsa da qual tirava dinheiro para dar aos pobres (ver Jo 12.5,6; 13.29). Em mais de uma ocasião, ensinou aos que o queriam seguir a se importarem com os marginalizados econômica e socialmente (Mt 19.21; Lc 12.33; 14.12-14,16-24; 18.22). As contribuições não eram consideradas opcionais. Uma das exigências de CRISTO para se entrar no seu reino eterno é mostrar-se generoso para com os irmãos e irmãs que passam fome e sede, e acham-se nus (Mt 25.31-46).
(3) O apóstolo Paulo e a igreja primitiva demonstravam igualmente profunda solicitude pelos necessitados. Bem cedo, Paulo e Barnabé, representando a igreja em Antioquia da Síria, levaram a Jerusalém uma oferta aos irmãos carentes da Judéia (At 11.28-30). Quando o concílio reuniu-se em Jerusalém, os anciãos recusaram-se a declarar a circuncisão como necessária à salvação, mas sugeriram a Paulo e aos seus companheiros “que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência” (Gl 2.10). Um dos alvos de sua terceira viagem missionária foi coletar dinheiro “para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém” (Rm 15.26). Ensinava as igrejas na Galácia e em Corinto a contribuir para esta causa (1Co 16.1-4). Como a igreja em Corinto não contribuísse conforme se esperava, o apóstolo exortou demoradamente aos seus membros a respeito da ajuda aos pobres e necessitados (2Co 8;9). Elogiou as igrejas na Macedônia por lhe terem rogado urgentemente que lhes deixasse participar da coleta (2Co 8.1-4; 9.2). Paulo tinha em grande estima o ato de contribuir. Na epístola aos Romanos, ele arrola, como dom do ESPÍRITO SANTO, a capacidade de se contribuir com generosidade às necessidades da obra de DEUS e de seu povo (ver Rm 12.8; ver 1Tm 6.17-19).
(4) Nossa prioridade máxima, no cuidado aos pobres e necessitados, são os irmãos em CRISTO. JESUS equiparou as dádivas repassadas aos irmãos na fé como se fossem a Ele próprio (Mt 25.40, 45). A igreja primitiva estabeleceu uma comunidade que se importava com o próximo, que repartia suas posses a fim de suprir as necessidades uns dos outros (At 2.44,45; 4.34-37). Quando o crescimento da igreja tornou impossível aos apóstolos cuidar dos necessitados de modo justo e equânime, procedeu-se a escolha de sete homens, cheios do ESPÍRITO SANTO, para executar a tarefa (At 6.1-6). Paulo declara explicitamente qual deve ser o princípio da comunidade cristã: “Então, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé” (Gl 6.10). DEUS quer que os que têm em abundância compartilhem com os que nada têm para que haja igualdade entre o seu povo (2Co 8.14,15; cf. Ef 4.28; Tt 3.14). Resumindo, a Bíblia não nos oferece outra alternativa senão tomarmos consciência das necessidades materiais dos que se acham ao nosso redor, especialmente de nossos irmãos em CRISTO.
 
 
 
III – A MORDOMIA DOS CRENTES NA IGREJA LOCAL
1. Em primeiro lugar é preciso congregar.
 
É importante frequentar uma igreja? O que a Bíblia diz sobre isso?

Vivemos em uma época em que a correria faz parte de nosso dia a dia. Mesmo sendo onipresente, DEUS estabeleceu um lugar onde pudesse encontrar-Se de forma mais pessoal com seu povo: o Santuário.
Vivemos em uma época em que a correria faz parte de nosso dia a dia. Não há tempo para tudo aquilo que queríamos, pois há inúmeros compromissos e muitas outras coisas a se fazer. A sociedade moderna vive num ritmo frenético e tal situação prejudica inclusive a comunhão entre família e igreja.
Sendo que a vida moderna é desta maneira, será que não bastaria comungarmos com DEUS em nosso lar ao invés de ir sempre à igreja? Para ter resposta a esta questão, precisamos analisar por que existe a igreja e qual é seu propósito. Na Bíblia, vemos que a primeira ocorrência de uma igreja, um local de adoração, foi com o povo de Israel, quando DEUS os livrou dos egípcios. A ordem divina foi: “E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles” (Êxodo 25:8).
Mesmo sendo Onipresente (está em todo o lugar), DEUS estabeleceu um lugar onde pudesse encontrar-Se de forma mais pessoal com seu povo: o Santuário. Em seguida, após serem abolidos os rituais do santuário, DEUS instituiu a igreja como o lugar onde se encontraria com Seus filhos; o propósito da mesma é servir e levar a mensagem do evangelho às pessoas. “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Apocalipse 14:6 RA).

Como um meio organizado, a importância da igreja é animar, instruir, ensinar, levar as pessoas a estarem em comunhão com DEUS. Mas será que não podemos estar firmes com DEUS fazendo nossos cultos em casa apenas? Muitas pessoas colocam este argumento como desculpa para não ir à igreja. Dizem que estão firmes com DEUS, que oram sempre e leem a Bíblia em casa. Contudo, é muito mais fácil nos dedicarmos à adoração a DEUS quando estamos em um lugar apropriado para isso. Prova de que DEUS quer que comunguemos com Ele também na igreja, está no seguinte texto: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hebreus 10:25 RA).
De modo claro, Paulo (se realmente for o escritor de Hebreus) ensina que os cristãos não devem deixar de congregar-se como é costume de alguns e que, quanto mais se aproxima o dia da volta de JESUS, mais devemos ir à igreja a fim de nos prepararmos. Se este conselho era válido há cerca de 2000 atrás, imagine hoje! A seguinte ilustração nos ajudará a entender ainda mais sobre a importância de congregar-nos: O que acontece a uma brasa quando sai do fogo? Ela permanece acesa, mas por pouco tempo, pois ela vai esfriando e apagando. O mesmo se dá conosco quando saímos da igreja, vamos esfriando na fé e em seguida, apagamos.
Caso você sinta que sua a igreja está desanimada, com poucos membros, saiba que JESUS está presente mesmo assim: “… onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mateus 18:20 RA). Esteja firme no Senhor, pois DEUS escolheu a igreja para encontrar-Se com Seu povo porque é ali que Ele quer nos instruir. O Senhor sabe também que a comunhão entre os irmãos fortalece a fé e o ânimo a fim de perseverar em seguir a DEUS e que o louvor através dos cânticos enriquece a vida espiritual.

“Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hebreus 10:24-25).
“Louvai ao SENHOR, porque o SENHOR é bom; cantai louvores ao seu nome, porque é agradável” (Salmos 135:3 RA).
O grande dia da volta de CRISTO se aproxima. Não compensa ficarmos longe de DEUS, e se não vamos à igreja, torna-se mais fácil nos afastarmos de JESUS. Faça como o salmista: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do SENHOR” (Salmos 122:1). Equipe Biblia.com.br
 
 
Não há como fazer parte da Igreja e não congregar em uma congregação.
Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia. Hebreus 10:25
E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até à meia-noite. Atos 20:7 (Santa Ceia)
No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar. 1 Coríntios 16:2 (Santa Ceia)
 
 
 
2. Líderes cristãos como mordomos.
 
 
LEITURAS
IMPORTANTES
1 Co 3.9
Os ministros da Palavra são cooperadores de DEUS
2 Co 8.23
Os ministros da Palavra são embaixadores de DEUS
Fp 3.17
Os ministros da Palavra devem ser exemplo em tudo
2 Tm 3.17
Os ministros da Palavra devem buscar a perfeição
2 Tm 2.15
Os ministros da Palavra devem ser aprovados
1 Ts 2.19,20
Os ministros da Palavra e seus frutos
 
 
 
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA IGREJA
Na jornada da vida ministerial, em algum lugar, perdemos o verdadeiro sentido do ministério. O verdadeiro ministério precisa urgentemente ser restabelecido no seio da igreja, e para que isso aconteça é necessário que os pastores voltem ao começo de tudo, repensem seu chamamento, reflitam sobre seus ministérios e deixem o ministério pastoral de cunho profissional para o de cunho vocacional.
 
A DIVERSIDADE DE MINISTÉRIOS (1 Co 4.1,2)
Os obreiros que trabalhavam na igreja de Corinto ilustram, em parte, os vários tipos de ministério que DEUS pôs na sua Igreja, como está escrito em 1 Co 12.28,29.
1. "Ministros de CRISTO" (v.1). "Ministros", aqui, não é um termo geral para significar obreiros do Evangelho. Literalmente, o termo refere-se a um serviçal muito humilde, cujo trabalho, naqueles tempos, era muito pesado. DEUS usa esse termo para realçar:
a) A humildade que deve assinalar todos os obreiros do Senhor;
b) A responsabilidade confiada por DEUS ao obreiro, na execução da sua obra.
A idéia aqui é o volume de trabalho.
2. "Despenseiro dos mistérios de DEUS" (1 Co 4.1,2). A idéia, aqui, é mais de qualidade no trabalho que se faz para DEUS. O termo despenseiro, neste versículo, alude a um administrador que, a serviço de seu senhor, cuida de sua casa, negócios, recursos, propriedades e pessoal. A tarefa desse despenseiro não era tanto manual (como a do caso anterior), mas principalmente mental. DEUS também capacita obreiros para tais ministérios. Ver I Co 12.28b "governos", e Rm 12.8 "o que preside".
Há igrejas que possuem obreiros administradores em excesso, mas poucos pastores para cuidar das ovelhas. Embora não constituam toda a obra de DEUS. as ovelhas são a sua principal parte, porque são dotadas de almas viventes com um destinoeterno. Em 1Ts 5.12, a Biblia fala de obreiros "que trabalham entre vós", e também de obreiros "que presidem sobre vós no Senhor".
a) Obreiro e os mistérios de DEUS (v. I ). Conforme vemos em 1Co 2.7, "ministérios" neste contexto, são os que sabem as verdades e doutrinas bíblicas da redenção, e da Igreja do Senhor, reveladas por JESUS nos evangelhos, e pelo Espirito SANTO através das epistolas do Novo Testamento.
b) Obreiro e sua fidelidade ao Senhor (v.2). O despenseiro a que se refere a texto bíblico não era dona daquilo que cuidava e administrava, assim como a obreiro não é dono da obra que dirige, pois esta pertence ao Senhor.
3. Os obreiros que trabalhavam em Corinto. Esses obreiros, bem como a seu trabalho, estão registrados na Bíblia para a nosso ensino concernente a igreja, ao seu ministério e ao seu trabalho.
a) Paulo, o fundador da igreja local (1 Co 3.6a, 10). Como missionário, ele fundou a igreja em Corinto (At 18.1). Ai, permaneceu 18 meses, dedicando-se ao ensino doutrinário daquela novel igreja (At 18.11). A lição que temos aqui é a do obreiro que cuida, com absoluta prioridade, do ensino da Palavra de DEUS na igreja. Paulo tinha muito o que fazer naquele lugar, mas sabia, pelo Espirito SANTO, que o discipulado daqueles novos crentes era fundamental para a consolidação e avanço da obra de DEUS.
Se as igrejas e congregações de hoje cuidassem devidamente dos novos convertidos, levando-os, inclusive, a buscar o batismo com o Espirito SANTO, teríamos uma igreja muito maior, tanto em quantidade como em qualidade. As igrejas também estariam investindo como se deve na preparação de obreiros para "fazer discípulos", conforme ordenou JESUS. Discípulos do Senhor não nascem assim; eles são feitos depois de nascidos. Do nascimento espiritual, JESUS cuida, mas a seguir, vem a missão da Igreja, que é a de "fazer discípulos".
b) Apolo (I Co 3.6). Aqui está dito que Apolo "regou". Esse é um santo ministério - cuidar das plantinhas na casa do Senhor. Sem isso elas definharão. Ver mais sobre Apolo em At 18.24-28. Comparando-se 1 Co 3.6 com At 18.27b, vê­se que Apolo cuidava também do discipulado dos novos cristãos.
c) Timóteo (I Co 4.17). Esse foi outro obreiro que trabalhou em Corinto. Ele aprendera com o grande mestre que foi Paulo, e relembrava os seus ensinos para aquela congregação. Reiterar, repetir e relembrar podem ser aspectos do ministério de determinado obreiro.
Paulo coloca Timóteo em lugar de honra, mencionando-o nos primeiros versículos das seguintes epistolas: 2 Coríntios, Filipenses, Colossenses, 1Tessalonicenses, 2Tessalonicenses, e Filemon. Isso revela até que ponto Timóteo merecia a confiança de Paulo, o apóstolo a quem DEUS confiara tão grande obra.
d) Tito (2 Co 7.14,15). Este também trabalhou em Corinto. Tinha personalidade forte, como se deduz de 2 Co 7.15 e Tt 1.5. Ele muito colaborou no levantamento de fundos para a assistência social daquela época, na igreja (2 Co 8.6). Talvez por ser um obreiro enérgico, ele foi para Dalmácia (2 Tm 4.10). Apesar de os dálmatas serem de difícil diálogo, Tito certamente soube lidar com eles.
e) Silas (2 Co 1.19). Trata-se do mesmo obreiro chamado Silvano noutras referencias. (Silvano é a forma latina de Silas). Era profeta do Senhor.
 
Esses ministérios todos são necessários na obra de DEUS.
 
A OBRA DO MINISTÉRIO
Nenhum obreiro é perfeito, mas também nenhuma congregação o é, e muito menos a de Corinto. Os títulos e os atos que a Bíblia registra com referencia aos obreiros das duas Epístolas aos Coríntios, nos ensinam muito sobre o ministério evangélico.
1. "Cooperadores de DEUS" (I Co 3.9). O obreiro é descrito aqui como um auxiliar de DEUS, trabalhando com Ele como bem o diz o termo original. Então, o obreiro que trabalha com DEUS deve ser um constante aprendiz dEle.
2. "Ministros de DEUS" (2 Co 6.4). Aqui, o termo original para ministro é o mesmo para diácono como em Fp 1.1. O obreiro chamado por DEUS é um assistente e servidor dEle; um diácono de DEUS.
(Revista Antiga CPAD)
 
Organograma da Igreja
Crentes Gerais
Crentes nominais (Visitam a igreja)
Crentes carnais (Meninos na fé, causam divisões)
Crentes fiéis (Congregam, oram e cultuam)
Crentes trabalhadores (Produzem sem títulos ou reconhecimento humano)
Ministros:
Diáconos (Trabalhadores na parte material)
Dispenseiros:
Presbíteros (Trabalhadores na parte de direção local e organização)
Evangelistas (Trabalhadores na parte de direção,organização e divulgação do evangelho na parte externa)
Pastores (Projetam o trabalho, escolhem os auxiliares, organizam o trabalho, cuidam da parte financeira  e distribuem a renda)
 
CAPACITAÇÕES PARA O MINISTÉRIO
 
1 Coríntios 12
(9 dons do ESPÍRITO)
Efésios 4
(5 dons de CRISTO)
Romanos 12
(5 dons do PAI)
1 Coríntios 12.28-30 (2 outros)
Palavra da sabedoria
Apóstolos
Ministério
Dom de socorro
Palavra da ciência
Profetas
Exortação
Ajuda
Dom da Fé
Evangelista
Contribuição
Dons de curar
Pastor
Administrar
Operação de maravilhas
Ensino
Misericórdia
Profecia
Discernimento
Variedade de línguas
Interpretação
 
 
3. A mordomia dos membros e congregados.
Avivamento sem bíblia é fanatismo e avivamento sem pentecostes é formalismo, portanto somente a união entre Oração (e pentecostes) e Palavra trará um avivamento duradouro e frutificador.
Em todo legítimo avivamento existe uma liderança que pratica jejum, oração e estudo da Bíblia, bem como vive em vitória sobre Satanás e seus demônios.
 
TRIBUNAL DE CRISTO
"Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de CRISTO, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal." [2 Coríntios 5:10].
DEVEMOS - QUEM?
Esse versículo, ou declaração, é parte da epístola de Paulo aos crentes em Corinto, a questão se responde por si mesma! "Nós" aqui inclui Paulo também e, juntamente com o "todos", restringe a declaração aos crentes — não a toda a humanidade, como seria o caso para um julgamento geral. Então quando juntamos isso com o fato que "tribunal" é bema em grego, descobrimos uma direção inteiramente diferente para as coisas. BEMA - A Concordância Bíblica de Strong diz o seguinte:Bema, item 968,
Bema, da base do grego; um passo, isto é, por implicação uma plataforma, ou seja, o assento do juiz no tribunal, colocar [o pé] em, trono. (ênfase nossa).A imagem mental que Paulo está projetando para nós diz respeito a um de seus métodos favoritos de ilustração — o esporte da época — os jogos greco-romanos. Bema era uma plataforma elevada na qual os juízes das diversas competições atléticas ficavam para premiar os vencedores. Isso se parece com o assento elevado de um juiz — alguém que detém o poder da vida e da morte em suas mãos? De forma alguma! É uma imagem de grande consolação para o cristão, pois combina o aspecto solene do julgamento com o de uma recompensa em potencial. Nosso grande, misericordioso e gracioso DEUS prometeu que o serviço fiel não ficará sem recompensa! Observe o que Paulo tem a dizer em 1 Coríntios 3:11-15:
 
  
"Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é JESUS CRISTO. E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, a obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo." [ênfase adicionada].
Todavia, a mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós ou por algum juízo humano; nem eu tampouco a mim mesmo me julgo. 4 Porque em nada me sinto culpado; mas nem por isso me considero justificado, pois quem me julga é o Senhor.
Apesar de Paulo consultar sua consciência e não encontrar acusação para o condenar, ele diz que não acredita em sua consciência, pois ela poderia estar absolvendo-o na parcialidade da bondade consigo mesmo, portanto, o único juízo que importa é o de DEUS e não dos homens.
JESUS CRISTO se assentará para julgar as obras dos membros do seu corpo, a sua noiva, a igreja, provando-os pelo fogo. Observe a ordem descendente do seu valor relativo: "Ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno e palha". O ouro, a prata e as pedras preciosas resistem ao calor, mas a madeira, o feno e a palha são queimados. O Senhor determina o grau de valor e o fogo revelará o resultado. Se as obras de um cristão forem inteiramente consumidas no processo e assim se revelarem inúteis, ele sofrerá a perda de não ser o "vencedor da corrida", porém sua salvação nunca estará em questão. Esse ponto foi definitivamente estabelecido na cruz do Calvário.
DEUS julgará as obras de cada crente e concederá galardões se eles forem merecidos (NO TRIBUNAL DE CRISTO), mas a vida do incrédulo será julgada e a punição aplicada de imediato (NO JUÍZO FINAL, QUE SERÁ PARA OS DESCRENTES). Em que grupo você estará?
 
O Juízo final, no grande Trono Branco está reservado para Satanás, seus demônios, depois passou a ser também para todos seus seguidores e admiradores.
 
Os despenseiros serão avaliando pelo Senhor, por isso, é preciso que sejam aprovados, que não tenham do que se envergonhar, que manejem bem a Palavra da verdade (II Tm. 2.15). A obra de todos os despenseiros de CRISTO será avaliada (I Co. 4.5). O trabalho feito será julgado pelo Senhor, passando pelo seu crivo. Isso acontecerá no Tribunal de CRISTO, quando virão, à luz, as intenções do trabalho feito (I Co. 3.13-15; II Co. 5.10; Rm. 14.10,12; I Jô. 3.15). Esse não será um julgamento para condenação, mas das obras (Ap. 14.13), já que nenhuma condenação há para os que estão em CRISTO (Rm. 8.1).
 
 
 
SUBSÍDIOS CPAD - LIÇÃO 5 - A MORDOMIA DA IGREJA LOCAL
SUBSÍDIO DIDÁTICO - PEDAGÓGICO
Quantos minutos você gasta por dia para ler a Bíblia e orar? Quantas vezes na semana você evangeliza uma pessoa? Você acompanha algum novo convertido na sua igreja local? Você se preocupa com o exercício dos dons espirituais na sua igreja? Você tem algum dom espiritual?
Essas são algumas perguntas que sugerimos para o início da exposição deste primeiro tópico. A ideia é que a classe pense com seriedade acerca dessa disciplina indispensável ao crente. O que permeia essas perguntas é encontrado na vida de muitos cristãos santos que gastaram suas vidas para ler a Bíblia, orar, evangelizar, discipular, exercer os dons espirituais: mordomia espiritual. Assim, estimule seus alunos a seguir os exemplos desses servos abnegados.
 

SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO
“Diakonia (‘Serviço’, ‘ministério’). São os esforços no serviço a CRISTO que continuam o ministério encarnacional que realizou e que nos ajuda a realizar. O caráter desse ministério é servir; não imita o padrão da autoridade ou do propósito que este mundo impõe. A essência do ministério tem sido exemplificada por CRISTO de uma vez para sempre (Mc 10.45) e, como consequência, servimos a CRISTO por meio de servir à criação que está debaixo do seu senhorio.
A dimensão de serviço no ministério leva-nos, além de divulgar as boas-novas com denodo e coragem, a participar do desejo de DEUS que é alcançar de modo prático os marginalizados da sociedade. As pessoas que não têm ninguém para pleitear a sua causa, e que se encontram desconsideradas e abandonadas, também foram criadas à imagem de DEUS. A Igreja, revestida pelo poder do ESPÍRITO, terá de passar das palavras para ações se quer ver realizados os propósitos de DEUS. Não poderá haver maneira de fugir deste fato: se vamos realmente servir no ministério continuado de JESUS CRISTO, esse serviço deverá seguir o exemplo do seu ministério” (HORTON, M. Horton (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2018, p.604).
 
 
SUBSÍDIO VIDA CRISTÃ
“Há várias passagens no Novo Testamento nas quais podemos ver uma descrição clara do que significa ser membro da igreja. Uma das seções mais volumosas está em 1 Coríntios 12 a 14. Em 1 Coríntios 12, Paulo explica a metáfora da igreja como um corpo com muitos membros. Em 1 Coríntios 13, ele estabelece o amor como a atitude e a ação centrais que todos os membros devem ter. E em 1 Coríntios 14, ele se volta à igreja em Corinto, cuja visão a respeito do conceito de membresia está equivocada.
Alguns líderes e membros da igreja entendem o conceito de membresia como um conceito organizacional ou ligado à administração. Por isso, eles refutam a ideia de que sua visão seja antibíblica. Contudo, o conceito de membresia é extremamente bíblico. A Bíblia explica ‘membros’ de um modo diferente da cultura secular. Por exemplo, observe o termo em 1 Coríntios 12.27,28: ‘Ora, vós sois o corpo de CRISTO e seus membros em particular. E a uns pôs DEUS na igreja...’.
Você percebe a diferença? Os membros de uma igreja compõem o todo e são partes essenciais do todo [...]” (RAINER, Thom S. Eu Sou Membro de Igreja: Descobrindo a atitude que faz a diferença. Rio de Janeiro: CPAD, 2018, p.25).
 

PARA REFLETIR - A respeito de “A Mordomia da Igreja Local”, responda:
Quem são os mordomos da Palavra de DEUS, hoje? Pastores, evangelistas, discipuladores e professores da Escola Dominical.
Qual a melhor maneira de se exercer a mordomia da Palavra de DEUS? Uma das melhores formas de exercer a mordomia da Palavra de DEUS é evangelizar todos tipos de pessoas (Mc 16.15,16).
A quem foi confiada a grande mordomia dos dons espirituais? A Bíblia mostra que os dons espirituais foram confiados unicamente à Igreja de CRISTO, ou seja, aos salvos.
Em que está o fundamento para a nossa prática social? O nosso fundamento para a prática social está nos salmistas, nos profetas, em CRISTO e nos apóstolos, ou seja, na Bíblia.
Que grande lição JESUS deu aos apóstolos sobre a humildade? Ele lavou os pés dos discípulos de maneira humilde.
 
 
CONSULTE - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 79, p38.
 
 
SUGESTÃO DE LEITURA - Falando Bem - Toque Pessoas com Suas Palavras, Desenvolva Suas Habilidades de Liderança e Cristianismo Equilibrado.
 
 

BIBLIOGRAFIA GERAL
Adam Clarke N. T. Lucas 12
AS GRANDES DEFESAS DO CRISTIANISMO - CPAD - Jéfferson Magno Costa
Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
Bíblia MySword
Bíblia The Word
BANCROFT, E.H. Teologia Elementar. Imprensa Batista Regular, 1966.
BERKHOF, L. Manual de Doutrina Cristã. Luz Para o Caminho/Ceibel, 1985.
BETTENSON, H. Documentos da Igreja Cristã. JUERP, 1983.
BERKOUWER G.C. A Pessoa de CRISTO. ASTE, 1964.
BINNEY, A.R. Compêndio de Teologia. Editora Nazarena.
BOICE, J.M. O Alicerce da Autoridade Bíblica. Edições Vida Nova, 1982.
BURTNER e CHILES. Coletânea da Teologia de João Wesley. Imprensa Metodista, 1960.
CHAMPLIN, R.N. O Novo e o Antigo Testamento Interpretado versículo por Versículo.
Comentário Bíblico Beacon, v.5 - CPAD.
Comentário Bíblico Expositivo - Novo Testamento - Volume I - Warren W. Wiersbe
Comentário Bíblico TT W. W. Wiersbe
Conhecendo as Doutrinas da Bíblia - Myer Pearman - Editora Vida
CRISTOLOGIA - A doutrina de JESUS CRISTO - Esequias Soares - CPAD
Dicionário Bíblico Wycliffe - CPAD
Dicionário Strong português
Ética - Pr. Humberto Schimitt Vieira - MANUAL DE ETICA MINISTERIAL - Cantares - Gravadora e Editora - www.gravadoracantares.com.br
Ética Cristã - Norman Geisler - Sociedade RELIGIOSA EDIÇÕES VIDA NOVA - Caixa Postal 21266, São Paulo-SP 04602-970
ÉTICA E O MELHOR NEGOCIO - Por John Maxwell
Ética ministerial - Jânio Santos de Oliveira - Presbítero e professor de teologia da Igreja Assembléia de DEUS Taquara - Duque de Caxias- Rio de Janeiro - janio-construcaocivil.blogspot.com
GILBERTO, A. A Bíblia Através dos Séculos. CPAD, 1986.
GARNER, Paul. Quem é quem na Bíblia Sagrada. VIDA
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HENRY H.H. Manual Bíblico. Edições Vida Nova, 1971HORTON, M. Horton (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 201
KELLER, W. E a Bíblia Tinha Razão. Edições Melhoramentos, 1962.
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OLIVEIRA, R.F. A Doutrina Pentecostal Hoje. CPAD, 1983.
PEARLMAN, M. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. Editora Vida, 1985.
Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD
Revista Ensinador Cristão - CPAD
Revista Ensinador Cristão - CPAD.
Revista CPAD - Lições Bíblicas - 2002 - 3º Trimestre - Ética Cristã - Pr. Elinaldo Renovato de Lima
RYRIE, C.C. Sínteses de Doctrina Bíblica. Publicaciones Portavoz Evangélico, 1979.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
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Teologia Sistemática de Charles Finney
Teologia Sistemática Pentecostal - A Doutrina da Salvação - Antonio Gilberto - CPAD
TOLER, Stan. Qualidade total de vida. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2013
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
http://www.gospelbook.net,
www.ebdweb.com.br,
http://www.escoladominical.net,
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Bíblia The Word.
 
 

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