O Crescimento do Reino de DEUS
As Parábolas
de JESUS:
As Verdades e Princípios Divinos para uma Vida Abundante
TEXTO ÁUREO -
“[...] Porque eis que o Reino de DEUS está entre vós.” (Lc
17.21)
ESTRUTURA DA NARRATIVA
Este capítulo continua sendo a viagem para
Jerusalém.
Jesus acabara de falar sobre o inferno,
como é estar lá.
(E no
inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro
no seu seio. E,
clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que
molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou
atormentado nesta chama. Lucas 16:23,24),
Mostrou que, uma vez nesse lugar terrível,
é impossível escapar
(E,
além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que
quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para
cá. E disse ele: Rogo-te,
pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai,
Pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.
E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite. Lucas 16:26-31).
Pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.
E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite. Lucas 16:26-31).
Cuidado com os escândalos! (17.1,2)
Advertindo seus discípulos e seguidores, Jesus,
diz que devemos estar atentos e vigilantes para não sermos pedra de tropeço na
vida daqueles que estão se aproximando de Cristo, porque fazer alguém tropeçar,
se desviar e perecer eternamente é algo muitíssimo grave, por 3 razões:
1. a possibilidade
dos escândalos (17.1É
impossível que não venha escândalos…). Vivemos num mundo caído e cheio de
pecados, e, enquanto estivermos aqui teremos que lidar com os tropeços,
armadilhas e escândalos que vem de todos os lados, mas Jesus diz: Vocês, não tem
permissão para fazer isso.
Scandala (grego) traduzida aqui por “escândalos”, significa
literalmente um alçapão que se fecha sobre a vítima.
2. Ai daqueles por
quem vierem os escândalos (17.1b ai daqueles…).
O escândalo não produz apenas tropeço para
os pequeninos que vêm a Cristo, mas também uma grande dor ao coração de Cristo
e o perigo está em machucar o Coração do Criador.
Para os que se comportarem dentro do
aprisco, Jesus diz:
(Folgai
nesse dia, exultai; porque eis que é grande o vosso galardão no céu, pois assim
faziam os seus pais aos profetas. Lucas 6:23)
E, aos que estiverem fora do aprisco por
causa da rebeldia, Jesus também tem uma Palavra:
(Mas ai de vós, ricos! porque já tendes a
vossa consolação. Ai de vós, os que estais fartos, porque tereis fome. Ai de vós, os que agora rides, porque vos lamentareis e chorareis.
Ai de vós quando todos os homens de vós disserem bem,
porque assim faziam seus pais aos falsos profetas. Lucas 6:24-26)
Esse doloroso AI, é usado para Corazim (a cidade que rejeitou Jesus)
(Ai
de ti, Corazim, ai de ti, Betsaida! Porque, se em Tiro e em Sidom se fizessem
as maravilhas que em vós foram feitas, já há muito, assentadas em saco e cinza,
se teriam arrependido. Lucas 10:13)
e para os escribas e fariseus.
(Mas
ai de vós, fariseus, que dizimais a hortelã, e a arruda, e toda a hortaliça, e
desprezais o juízo e o amor de Deus. Importava fazer estas coisas, e não deixar
as outras. Ai
de vós, fariseus, que amais os primeiros assentos nas sinagogas, e as saudações
nas praças. Ai de vós, escribas e
fariseus, hipócritas! que sois como as sepulturas que não aparecem, e os homens
que sobre elas andam não o sabem.
E, respondendo um dos doutores da lei, disse-lhe: Mestre, quando dizes isso, também nos afrontas a nós. E ele lhe disse: Ai de vós também, doutores da lei, que carregais os homens com cargas difíceis de transportar, e vós mesmos nem ainda com um dos vossos dedos tocais essas cargas. Ai de vós que edificais os sepulcros dos profetas, e vossos pais os mataram. Bem testificais, pois, que consentis nas obras de vossos pais; porque eles os mataram, e vós edificais os seus sepulcros. Por isso diz também a sabedoria de Deus: Profetas e apóstolos lhes mandarei; e eles matarão uns, e perseguirão outros;
Para que desta geração seja requerido o sangue de todos os profetas que, desde a fundação do mundo, foi derramado; Desde o sangue de Abel, até ao sangue de Zacarias, que foi morto entre o altar e o templo; assim, vos digo, será requerido desta geração.
Ai de vós, doutores da lei, que tirastes a chave da ciência; vós mesmos não entrastes, e impedistes os que entravam. Lucas 11:42-52).
E, respondendo um dos doutores da lei, disse-lhe: Mestre, quando dizes isso, também nos afrontas a nós. E ele lhe disse: Ai de vós também, doutores da lei, que carregais os homens com cargas difíceis de transportar, e vós mesmos nem ainda com um dos vossos dedos tocais essas cargas. Ai de vós que edificais os sepulcros dos profetas, e vossos pais os mataram. Bem testificais, pois, que consentis nas obras de vossos pais; porque eles os mataram, e vós edificais os seus sepulcros. Por isso diz também a sabedoria de Deus: Profetas e apóstolos lhes mandarei; e eles matarão uns, e perseguirão outros;
Para que desta geração seja requerido o sangue de todos os profetas que, desde a fundação do mundo, foi derramado; Desde o sangue de Abel, até ao sangue de Zacarias, que foi morto entre o altar e o templo; assim, vos digo, será requerido desta geração.
Ai de vós, doutores da lei, que tirastes a chave da ciência; vós mesmos não entrastes, e impedistes os que entravam. Lucas 11:42-52).
Também é usada para Judas Iscariotes
(E,
na verdade, o Filho do homem vai segundo o que está determinado; mas ai daquele
homem por quem é traído! Lucas 22:22)
3. a punição severa
dos escândalos (17.2).
É melhor amarrar
uma pedra no pescoço e se lançar ao mar e afogar-se aqui e agora, do que ser um
tropeço a um dos pequeninos que se chegam a Cristo.
Essa pedra de moinho era uma pedra pesada,
usada para triturar grãos.
Era a pedra superior, girada tipicamente
por um animal, quando os grãos eram moídos e transformados em
farelo.
O que
Jesus está dizendo é que uma morte horrível, mas que doerá menos que causar
danos espirituais a uma pessoa que dele se aproxima.
E a viagem continua...
Dos capítulos 3-6 Jesus
vai ensinar sobre o perdão.
·
Da mesma forma que é um terrível pecado ser uma
pedra de tropeço (por meio de armadilhas e escândalos) aos novos que estão
chegando para Cristo,
·
também é um grave delito não perdoar as pessoas que
pecam contra nós.
Mas calma aí até para
perdoar tem regra.
Então, como podemos
perdoar?
1. O
perdão exige cautela (17.3a).
Para
perdoar precisamos ver se a arrogância não está em evidência porque a falta de
humildade no trato do ou a abordagem errada pode agravar o problema e
aprofundar a ferida, em vez de trazer cura e libertação.
2. O
perdão legitima o confronto (17.3b).
“repreender”
é se mostrar em discordância com o pecado.
Jesus
não orienta aqui a condenação judicial, mas uma reprimenda fraterna e se ele se
arrepender perdoa e esquece.
Não é
sinônimo de perdão, buquê de flores, silêncio ou outro ato que não seja a
frase: Você está perdoado em Nome de Jesus.
O
tempo não atenua a dor nem cura a ferida.
O
confronto é o caminho da restauração.
Não é
sensato adiar a solução de um problema interpessoal.
Não
devemos subestimar o poder da mágoa.
A
única maneira de estancar esse fluxo venenoso é pelo confronto que desemboca no
arrependimento e no perdão.
3. O
perdão deve ser ilimitado (17.4). Jesus disse que, se por sete vezes no dia.
Mateus que também estava nessa sala de aula com Jesus, entendeu pela forma como
Jesus ensinou que devemos perdoar 70 vezes 7 ou seja 490 vezes por dia.
4. O
perdão é uma atitude que vai além das forças humanas (17.5,6). Razão pela qual
os discípulos sentindo-se que não iriam conseguir por suas, pediram:
Senhor:
Aumenta-nos a fé {17.5).
Façam tudo o que
vocês estão aprendendo hoje, mas façam com a motivação certa! (17.7-10)
E, Jesus ensina a parábola do servo inútil e
diz que o seu senhor convidará para comer em sua mesa, não o escravo que só faz
o serviço que foi contratado, mas aquele servo que faz mais do que o que é sua
obrigação. Se eu fizer apenas o que o dinheiro está me pagando estarei sendo
arrogante e isso não funciona.
“Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar,
pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!”
1 Coríntios 9:16
1 Coríntios 9:16
Jesus
e seus discípulos continuam a caminho de Jerusalém...
Quando
iam passando pelo meio de Samaria e da Galileia lugar onde conviviam, judeus e
samaritanos, 10 leprosos saíram ao encontro do Mestre e gritaram: Mestre,
compadece-te de nós (17.13).
Eles
não pedem para ser purificados e curados, apenas clamam por Sua compaixão.
Jesus
olha para eles e ordena que eles vão e se mostrem aos sacerdotes, conforme a
Lei exigia e enquanto eles iam a lepra ia desaparecendo, assim quando chegaram
lá, o sacerdote deu o veredito. Vocês estão curados! Podem voltar à sociedade.
Quanta alegria.
Um
samaritano retornou cheio de gratidão, ele fez o que deveria fazer, então a
atenção de Jesus não está nele, mas nos ausentes.
Este
fez o que deveria fazer, apenas isso. Pior foi os outros que nem a obrigação
fizeram.
O
que voltou nem era um dos judeus e sim um estrangeiro samaritano.
Conclusão:
Já
que ele fez a obrigação se prostrou agradecendo, recebeu a salvação para sua
alma.
Jesus diz: Levanta-te e vai; a tua fé te
salvou (17.19).
Estejam preparados: Jesus voltará! (17.20-37)
Jesus é interrogado pelos fariseus. Quando
virá o reino de Deus?
E Jesus começa a contar:
1.
O Reino de Deus não vem com exibição externa,
não é feito de aparências, não é de estrutura governamental com cortes e casas
de leis, muito menos aparatos militares, também não é visível, por isso não
pode ser identificado geograficamente, MAS É REAL.
Então onde o Reino de Deus está? No lugar onde tiver um rendido ao
Senhorio de Cristo, ali está o Reino de Deus.
VERDADE PRÁTICA -
O Reino de DEUS cresce e continuará crescendo até a
consumação dos séculos.
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Jo 3.3-6 Só pode ver o Reino de DEUS quem
experimenta o novo nascimento.
Nicodemos queria estatísticas a respeito do
Ministério de Jesus, mas Jesus o ensinou que não se pode medir, porque Seu
Reino cresce de dentro para fora.
Terça – Mc 4.26-29 O Reino de DEUS é semelhante a uma plantação. Ensino de Jesus na Galiléia, região onde habitavam muitos gentios.
Quarta – Lc 13.18,19 O Reino de DEUS comparado a uma semente de mostarda
Começa pequeno apenas uma pessoa qualquer, e
quando se deu conta a família toda já está seguindo Jesus. Começou com Jesus,
12 apóstolos e hoje está por todo mundo.
Quinta – Lc 13.20,21 O Reino de DEUS comparado a um
fermento
Cresce sem que niguém veja ou meça. Uma
porçãozinha leveda toda a massa e desta massa muitos são alimentados.
Sexta – 1 Co 6.9-11 A lista dos que não herdarão o
Reino de DEUS
No Capítulo 1º Paulo ensinou sobre a Vocação
Cristã.
No Capítulo 2º fala do caráter da Pregação
que não tem que ser de palavras sublimes, mas tem que conter Jesus Cristo e a
Crucificação, ou seja pregue o EVANGELHO.
No Capítulo 3º Como deve ser o procedimento
da igreja do Senhor.
No Capítulo 4º Que o Obreiro tem que dar bom
testemunho, ser fiel despenseiro, não se inchar.
No Capítulo 5º Sobre a disciplina da igreja,
devemos chorar pelo pecado, julgar o pecado no sentindo de baní-lo,
Neste Capítulo 6º Paulo fala de 2 aspectos:
As demandas pessoais e o problema das paixões intra-pessoais. O projeto de Deus
é que a igreja influencie o mundo e nunca que seja influenciada pelo mundo como
era o caso desta igreja.
Sábado – Gl 5.19-21 Os que praticam as obras maléficas da carne não herdarão o Reino de DEUS
“Porque as obras da carne são manifestas, as quais
são: adultério, fornicação, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria,
inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas
semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que
os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.” Gálatas 5:19-21
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Marcos 4.30-32; Mateus 13.31-33; Lucas 13.18,19
Mc 4.30 – E dizia: A que assemelharemos o Reino de DEUS? Ou com que parábola o representaremos?
31 – É como um grão de mostarda, que, quando se semeia na terra, é a
menor de todas as sementes que há na terra;
32 – mas, tendo sido semeado, cresce, e faz-se a maior de todas as
hortaliças, e cria grandes ramos, de tal maneira que as aves do céu podem aninhar-se
debaixo da sua sombra.
Mt 13.31 – Outra parábola lhes propôs, dizendo: O Reino dos céus é
semelhante a um grão de mostarda que um homem, pegando dele, semeou no seu
campo;
32 – o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é
a maior das plantas e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu e se
aninham nos seus ramos.
33 – Outra parábola lhes disse: O Reino dos céus é semelhante ao
fermento que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que
tudo esteja levedado.
Lc 13.18 – E dizia: A que é semelhante o Reino de DEUS, e a que o
compararei?
19 – É semelhante ao grão de mostarda que um homem, tomando-o, lançou na
sua horta; e cresceu e fez-se grande árvore, e em seus ramos se aninharam as
aves do céu.
OBJETIVO GERAL - Evidenciar que o propósito de
muitas parábolas é revelar o Reino de DEUS.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Interpretar as parábolas acerca do Reino de DEUS;
Demonstrar a singeleza do início do crescimento do Reino de DEUS;
Narrar o perfil dos participantes do Reino de DEUS.
Interpretar as parábolas acerca do Reino de DEUS;
Demonstrar a singeleza do início do crescimento do Reino de DEUS;
Narrar o perfil dos participantes do Reino de DEUS.
PONTO CENTRAL - O Reino de DEUS iniciou-se de forma
simples, mas vem se expandindo a cada dia.
Resumo da Lição 3, O Crescimento do Reino de DEUS
I – INTERPRETAÇÃO DAS PARÁBOLAS SOBRE O REINO DE
DEUS
1. A semente de mostarda. Mt.13:31 ou O grão de mostarda
A palavra mostarda é de origem egípcia (sinapis) e aparece por
cinco vezes nos três primeiros Evangelhos (Mt 13.31; 17.20; Mc 4.31; Lc 13.19;
17.6).
Nos dias de JESUS, a mostarda negra (sinapis nigra) era a mais
conhecida. Suas sementes, depois de trituradas, serviam de tempero para os
alimentos.
A mostarda era uma planta que, em terra fértil, crescia rapidamente até
três ou quatro metros. Em seus ramos, aninhavam-se as aves do céu.
2. Os contrastes.
3. As aparências enganam.
A PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA E A PARÁBOLA
DO FERMENTO se completam entre si, ambas falam de um crescimento. É engraçado
como Jesus sempre se mostrou na contramão daqueles que se achavam no poder. É
comum a gente ver gráficos de crescimento, mostrando que essa ou aquela empresa
está no auge do sucesso e é assim que todos esperavam, mas Jesus explica para
os equivocados:
Jesus precisa falar de um crescimento e
influência que ultrapassa todas as estatísticas do mercado financeiro conhecido
por eles e começa instruindo que o REINO DE DEUS é como uma semente, não a
semente de um abacateiro, mas de uma mostarda.
A semente do abacate é bem significante, mas
a da mostarda.... não né.
Imagina a cabeça dos Evangelistas Lucas e
Mateus, fazendo essas anotações é até engraçado pensar em como estava a
fisionomia de cada ouvinte.
Jesus ensina que:
1. O Reino de Deus aparentemente é pequeno e insignificante. Quem
imaginaria que 1 Líder e apenas 12 apóstolos, inundariam o mundo,
transformando-se numa multinacional desse porte.
2. A semente plantada contém o centro da vida para crescer e alimentar
multidões, além de ser lugar de descanso para os pássaros que buscam auxílio.
3. Ele aceitará, nos
seus ramos (i.e., na comunhão) as aves do céu, i.e., elementos malignos que
removem as sementes da verdade semeada. (Mt 13.4,19) as aves figuram os agentes
do mal.
Ap 18.2, onde a
grande Babilônia (representando a igreja apóstata) torna-se morada de demônios
e esconderijo de toda ave imunda e aborrecível (Ap 2:3) fala da decadência espiritual
que se infiltra na maioria das sete igrejas. A ordem é: sai dela povo meu. (Ap
18.4)
4. A semente (Palavra de Deus) se desenvolve poderosamente, fazendo
crescer o Reino de Deus na terra, além de transformar o indivíduo.
SÍNTESE TEXTUAL:
Os Judeus aguardavam a manifestação visível e poderosa do Reino de DEUS
(Dn 2.44).
A grandeza do Templo do Milênio, descrito na visão de Ezequiel (Ez
41-44), representa claramente o potencial do reino profético que seria
estabelecido. Segundo Daniel, por ocasião da inauguração do Reino do Altíssimo
na terra, as nações serão esmiuçadas, e somente os fiéis reinarão eternamente
(Dn 7.27). Entretanto, o Reino dos Céus, exposto por CRISTO através das
parábolas do Reino (Mc 4.11), opera interna, silenciosa e secretamente entre os
homens. Sua acanhada manifestação disfarça toda a magnitude.
O pequeno grão de mostarda encobre seu potencial de crescimento, da
mesma forma que o modesto movimento iniciado por JESUS, disfarçou o magnífico
desenvolvimento do Reino de DEUS.
ATOS 2.44-47 = 44 Todos os que
criam estavam juntos e tinham tudo nem comum. 45 Vendiam suas propriedades e
fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade. 46 E,
perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam
juntos com alegria e singeleza de coração, 47 louvando a DEUS se caindo na
graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles
que se haviam de salvar.
Ef 6.18 - 6.18 ORANDO... NO ESPÍRITO. A guerra do cristão contra as
forças espirituais de Satanás exige dedicação a oração, i.e., orando "no
ESPIRITO", "em todo tempo", "com toda oração e
súplica", "por todos os santos", "com toda
perseverança". A oração não deve ser considerada apenas mais uma arma, mas
parte do conflito propriamente dito, onde a vitória é alcançada, mediante a
cooperação com o próprio DEUS. Deixar de orar diligentemente, sob todas as
formas de oração, em todas as situações, é render-se ao inimigo e deixar de
lutar (Lc 18.1; Rm 12.12; Fp 4.6; Cl 4.2; 1 Ts 5.17).
Enquanto tudo isso ocorre internamente, o mal
cresce no reino visível.
II – A EXPANSÃO DO REINO DE DEUS
1. O campo de semeadura.
1. O campo de semeadura.
2. Um lugar debaixo da sombra.
3. Não despreze os pequenos começos.
III – QUEM PARTICIPA DO REINO DE DEUS?
1. Quem tomou uma decisão.
1. Quem tomou uma decisão.
2. Quem tem uma relação pessoal com JESUS.
3. Quem tem uma caminhada dinâmica com CRISTO.
Resumo
I – INTERPRETAÇÃO DAS PARÁBOLAS SOBRE O REINO DE DEUS
1. A semente de mostarda.
1. A semente de mostarda.
2. Os contrastes.
3. As aparências enganam.
II – A EXPANSÃO DO REINO DE DEUS
1. O campo de semeadura.
1. O campo de semeadura.
2. Um lugar debaixo da sombra.
3. Não despreze os pequenos começos.
1. Quem tomou uma decisão.
2. Quem tem uma relação pessoal com JESUS.
3. Quem tem uma caminhada dinâmica com CRISTO.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA:
Para esta lição, utilizaremos como recurso didático o Quadro de Pregas.
Este auxílio é versátil e possui várias vantagens, dentre as quais podemos
destacar duas: expor apenas os tópicos principais da lição e criar nos alunos
expectativa pelo desenvolvimento da aula.
Veja como preparar o quadro:
Escreva os tópicos e subtópicos da lição em
tiras de papel ou cartolina.
Depois, encaixe as tiras referentes aos tópicos na
primeira coluna do quadro.
As tiras referentes aos subtópicos deverão ser
encaixadas na segunda coluna à medida que a aula transcorrer.
A PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA
I- A SEMENTE DE MOSTARDA
1- O grão de mostarda
2- A lição dos contrastes
3- o poder misterioso da fé
4- O campo da semeadura
5- Lições do crescimento
II - A GRANDE ÁRVORE
1- A forma de crescimento
2- As ameaças do crescimento
3- O significado de "Grande Árvore"
III- AS AVES DO CÉU
1- Lição Básica
IV- CONCLUSÃO
1- Apresentar o crescimento do Reino de DEUS
A PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
Mostarda: n substantivo feminino
1 Rubrica: angiospermas.design. comum a algumas plantas dos
gên. Sinapsis e Brassica, da fam. das crucíferas; mostardeira,
mostardeiro
1.1 Rubrica: angiospermas. planta anual (Sinapsis alba), de
distribuição cosmopolita, folhas liradas e comestíveis, e silíquas curtas; é
planta melífera e constitui bom alimento para aves domésticas e porcos; as
sementes maceradas fornecem condimento; mostarda-branca, mostardeira-branca
1.2 Rubrica: angiospermas. MAIS COMUM EM
ISRAEL m.q. mostarda-preta (Brassicanigra)
2 semente dessas plantas
3 Rubrica: culinária. pasta feita do pó dessas sementes, à qual
ger. são adicionados mosto, vinagre, sal e especiarias, us. como condimento
4 Derivação: por extensão de sentido. Rubrica:
culinária. Qualquer molho ou pasta, a que se adiciona ou não a mostarda,
us. como aperitivo
Mostarda - Brassica nigra - Mais comum em Israel
Tendo como base a Parábola do Grão de Mostarda, mostraremos neste
domingo a franca expansão do Reino de DEUS sobre a terra através da Igreja. A
fim de melhor compreendermos as lições reveladas pelo Mestre, dividiremos o
nosso estudo em três pontos principais: a semente, a hortaliça e as aves do
céu.
Roguemos ao Senhor, pois, que nos ajude a colocar em prática cada uma
das lições encontradas nessa parábola.
2. A lição dos contrastes.
Ao propor esta parábola, JESUS
usa um artifício literário a fim de ressaltar o contraste apresentado por esta
hortaliça.
O grão de mostarda é a menor das sementes; ao crescer, é a maior das
hortaliças (v.32). Considerando tal fato, JESUS queria que seus discípulos
entendessem que mesmo uma semente tão pequena é capaz de produzir um grande
resultado.
A operação divina é o elemento que promove o crescimento do Reino de
DEUS.
À semelhança do grão de mostarda, o Reino de DEUS surge do nada para
demonstrar a plenitude do poder divino. Isto equivale dizer que a Igreja, como
grão de mostarda, surpreendeu o mundo com a sua mensagem e com o seu poder
irresistível no ESPÍRITO SANTO.
No começo, seu desenvolvimento foi vagaroso por causa das dificuldades a
serem vencidas, tanto em relação aos inimigos do reino, quanto à negligência
dos lavradores. Mas, como nos diz a Palavra, o grão de mostarda “é realmente a
menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas e faz-se uma
árvore” (Mt 13.32).
3. O poder misterioso da fé. Em outro evento, JESUS usou a
figura do “grão de mostarda” para ilustrar o poder misterioso e qualitativo da
fé. Ler Mt 17.20.
A dificuldade dos discípulos em curar um menino (Mt 17.14-19) deu a
JESUS a oportunidade não só de expulsar o demônio que oprimia a criança, como
também de mostrar-lhes que a fé é produtiva quando procede de CRISTO. Esta é
posta em ação, como confiança absoluta em DEUS, segundo a sua Palavra. Voltando
ao “grão de mostarda”, vejamos as suas características.
4. O campo de semeadura (v.31).
O campo, de acordo com Mateus, a terra, de acordo com Marcos e a horta,
de acordo com Lucas, representam o coração dos homens onde a semente a que nos
referimos, foi plantada, ou seja todos os seres humanos que habitam a Terra.
O “campo” desta parábola pode ser interpretado como o mundo, onde foi
semeado o evangelho. No dia de Pentecostes, o grupo de quase cento e vinte
pessoas (At 1.15,16), mediante a ação do ESPÍRITO SANTO, imediatamente cresceu
e multiplicou-se para quase três mil almas (At 2.14,37-41).
5. A lição do crescimento.
JESUS preparou seus discípulos espiritualmente, pois as outras coisas
eles aprenderiam no dia a dia, na prática de sua fé. A melhor escola é a da
prática, vivendo cheio do ESPÍRITO SANTO.
JESUS não estava apenas empenhado em crescimento numérico de discípulos,
mas também em mostrar outro elemento fundamental para se avaliar o
desenvolvimento do Reino de DEUS: o qualitativo.
Em Mateus 28.19,20, há uma relação do discipulado com o crescimento da
Igreja. No cumprimento da Grande Comissão, os discípulos, já revestidos do
poder do alto, mostraram haver aprendido as lições da parábola do grão de
mostarda.
Pontos importantes
1 – O grão de mostarda Revela:
A – A simplicidade do reino.
A frase, “O reino de DEUS está dentro de vós”, revela a simplicidade do
reino. A partir do momento em que a pessoa aceita a JESUS e cumprir sua
palavra, o reino habita dentro dele. Não precisa de ritos e cerimônias
berrantes para se alcançar o reino.
B – A metamorfose do reino.
O pequeno grão é transformado em arbusto e depois numa árvore, é a
metamorfose do reino, chega simples, por uma pregação, por um convite; é
recebido por uma confissão, depois uma vida totalmente mudada.
C – A multiplicação do reino.
Logo depois de grande, o grão já não é apenas mais um grão, agora é uma
hortaliça que produz muitos outros. O reino de DEUS não parou com CRISTO e os
discípulos, ao contrario cresce a cada dia na vida dos que confessam o nome do
Senhor.
2 – As lições nos contrastes do grão da mostarda
A – Um tamanho insignificante que revela depois uma grande hortaliça – O
reino de DEUS é surpreendente.
B – Muita vida dentro de tão pequeno grão – O reino de DEUS produz vida
e multiplicação.
C – O grão gera outros grãos – O reino de DEUS instituído por JESUS,
logo mais, alcançou um numero fantástico.
D – Deve ser semeada. O reino de DEUS para alcançar as vidas precisa
estar nas mãos dos homens designados. Eles espalham pelo mundo (campo), levando
a salvação do Senhor a todos.
II. A GRANDE ÁRVORE (MT 13.32)
1. A forma de crescimento.
O que o reino de DEUS ensina como uma grande árvore
A – Faz sombra para o cansado.
Um homem em viagem procura lugar para descansar do sol causticante, ele
encontra uma arvore, então, repousa sob suas sobras.
O reino de DEUS produz
paz, calma, e proporciona ambiente de repouso para o pecador e até para o que
não quer se converter.. Mt.11.28.
B – Se eleva sobre a mediocridade
A hortaliça da mostarda supera as outras em dimensão e altura e morre
rápido também, isso significa que o reino de DEUS se eleva acima da
mediocridade, ou seja, o crente não pode ser uma pessoa fadada ao fracasso e ao
lamento, mas estar acima de tudo isso, sabendo que brevemente estaremos para
sempre com CRISTO, pois o nosso reino não é deste mundo.
C – Representa a vida
A arvore é símbolo da vida e realmente ela dá vida, produzindo
oxigênio para a humanidade. O reino de DEUS tem a função de reviver o homem
criado por DEUS eliminando o seu caráter funerário, lhe dando uma nova vida.
Foi plantado por DEUS apenas uma semente, a palavra de DEUS, que
germinou , cresceu e através de sua morte gerou uma frondosa árvore onde se
aninham milhões de filhos de DEUS hoje.
Jo 12.24 Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo
na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.
O crescimento de uma árvore é lento e progressivo; o de uma hortaliça, como
a mostarda, é rápido e passageiro, porque esta vive apenas o suficiente para
produzir flores e sementes.
Quando JESUS assemelhou o Reino de DEUS a um grão de mostarda, sugeriu
que, assim como a semente desta hortaliça desenvolve-se com muito vigor e misteriosamente,
o Reino de DEUS, através da Igreja, expandir-se-ia e surpreenderia o mundo
apesar de seu início pequeno e humilde.
Todavia, precisamos levar em conta um contraste sugerido pela
comparação: o crescimento da hortaliça é temporário e limitado; o do Reino de
DEUS é ilimitado.
Na terra o Reino de DEUS está limitado a tempo, porém o verdadeiro Reino
de DEUS não tem fim, é espiritual e eterno.
2. As ameaças ao crescimento.
A – A ação do mau solo
Uma semente depende do solo para o seu desenvolvimento. Já foi vista
nesta revista que o solo é o coração do homem, assim, para que o reino de DEUS
prospere na vida da pessoa é preciso que o coração receba a palavra da verdade
e receba a salvação.
B – A peste
A peste que prejudica o crescimento de uma Árvore chega de propósito
para prejudicá-la. Quando a arvore é ainda uma simples planta, são inúmeras as
ameaças sofridas por parte das pestes. No reino isso fala das ameaças do mundo
secularizado, governado por Satanás que lança suas setas malignas sobre o
crente.
C – A intervenção do homem
Uma árvore pode ter o seu crescimento impedido pela intervenção do
homem, sendo cortada ou mal tratada. Quando o homem interfere com suas idéias
no reino de DEUS querendo misturar coisas, logo surge uma ameaça: a intervenção
humana nos planos de DEUS.
D – A falta de cuidados (Plantio, poda, limpesa)
Para toda ação existe uma reação, assim quando estamos invadindo o campo
das trevas, as trevas tentam revidar atacando o campo da luz.
Como Igreja, deparamo-nos com muitos oponentes neste mundo, como a
carne, o mundo, o Diabo e o pecado, os quais incumbem-se de criar todas as
dificuldades possíveis ao desenvolvimento do Reino de DEUS. Ver 1 Jo 2.16,17.
Não podemos esquecer-nos de que, no campo de boas sementes, vem o
inimigo e semeia o joio.
3. O significado de “grande árvore” (v.32).
É evidente que a árvore é CRISTO, representado na terra pela Igreja como
um todo, ou seja, todos os salvos.
Todos sabemos que a mostarda é uma hortaliça que pode crescer até uma
altura de três a quatro metros (não importa a altura, mas sim que é a maior
entre as hortaliças), dependendo de condições ideais do meio ambiente, como é o
caso do vale do Jordão.
Em síntese, uma árvore chama a atenção porque se torna
visível aos olhos humanos.
Cada salvo, em CRISTO, faz parte da igreja
invisível. Porém, é a igreja visível que é observada.
III. AS AVES DO CÉU (MT 13.32)
Uma coisa é certa para os judeus, um dia o reino de DEUS prometido a
eles na aliança de DEUS com vários de seus ancestrais, será cumprida, um
dia o Reino de DEUS será literal em Israel, o milênio, quando todo o mundo
conhecerá JESUS, que para eles é a semente de mostarda (desprezada e sem
formosura, como profetizou Isaías, Is 53), esta semente que nasceu em uma
manjedoura, embora eles judeus não acreditem, se tornará a maior das árvores,
pois seu reino terrestre será o maior e o mais abrangente que já existente.
Creio que as aves do céu sejam os gentios, que se aninham na árvore
procurando fazer parte deste povo que tem um famoso Rei.
Naquele dia até os
inimigos de Israel pegarão nas roupas dos judeus querendo que eles o aceitem em
seu reino.
Zacarias 8.23 Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Naquele dia sucederá que
pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla das
vestes de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que DEUS está
convosco.
Ap 20.4 E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder
de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de JESUS,
e pela palavra de DEUS, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não
receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com
CRISTO durante mil anos.
Romanos 11 - ·A SALVAÇÃO ANUNCIADA AOS GENTIOS
11 Digo, pois: Porventura tropeçaram, para que caíssem? De modo nenhum, mas pela sua queda veio a salvação aos gentios, para os incitar à emulação.
12 E se a sua queda é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude!
13 Porque convosco falo, gentios, que, enquanto for apóstolo dos gentios, exalto o meu ministério;
14 Para ver se de alguma maneira posso incitar à emulação os da minha carne e salvar alguns deles.
15 Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos?
16 E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também os ramos o são.
17 E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira,
18 Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti.
19 Dirás, pois: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado.
20 Está bem; pela sua incredulidade foram quebrados, e tu estás em pé pela fé. Então não te ensoberbeças, mas teme.
21 Porque, se DEUS não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também.
22 Considera, pois, a bondade e a severidade de DEUS: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado.
23 E também eles, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque poderoso é DEUS para os tornar a enxertar.
24 Porque, se tu foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão enxertados na sua própria oliveira!
1 – Que mal as aves podem fazer a uma grande árvore
A – Devorar os frutos.
Se o
mal se infiltrar na vida dos santos de DEUS e estes deixarem serem levados
pelas influencias do pecado, os seus frutos espirituais serão consumidos.
B – Ocupar lugares de forma intrusa.
Quando as aves se ajuntam nas arvores fazendo os seus ninhos, elas ocupam
lugares. A vida do crente tem que ser reservada exclusivamente para o ESPIRITO
de DEUS e não pode dar lugar a intrusos.
Para a Igreja a parábola deve ser interpretada em nosso contexto, pois o
reino que nos está prometido não é deste mundo e nem neste mundo, mas um reino
espiritual.
A Igreja nunca atingirá o mundo todo, ou seja, nunca conseguirá
conquistar todas as pessoas para CRISTO, portanto para nós o grão de mostarda
deve ser a fé a Mostardeira é CRISTO e os galhos as várias denominações de
crentes salvos.
FÉ - Semente de mostarda - cresce rápido e forma uma árvore
A fé em JESUS CRISTO, como a semente de mostarda, deve crescer e se
tornar uma frondosa árvore que se chama IGREJA (reunião dos salvos pela graça
de DEUS, através da fé em JESUS).
Os próprios discípulos de JESUS pediram ao Senhor que se lhes
acrescentasse a fé (Lc.17:5) e o próprio Senhor afirmou que a fé tem diferentes
graus, pois falou de pequena ou pouca fé (Mt.8:26), de fé grande (Mt.15:28).
A
possibilidade de aumento da fé está evidenciada na figura da mostarda, que,
sendo uma das menores sementes, produz a maior das hortaliças. JESUS disse que
a nossa fé deve ser assim, ou seja, ter a capacidade de crescer e se tornar a
maior das nossas qualidades espirituais(Mt.13:31,32; 17:20), até que seja
formada a Igreja.
ÁRVORE - Mostarda com seus ramos - IGREJA - denominações (Todos os
salvos dentre os povos - gentios e judeus)
A Igreja é formada por todos os que ouvindo a Palavra de DEUS se
arrependeram de seus pecados e aceitaram a JESUS CRISTO, confessando-O como
Senhor e Salvador, crendo também que Ele ressuscitou dentre os mortos. (Rm
10.9-13)
TRONCO DA ÁRVORE - JESUS - sustenta e dá poder de vida à Igreja
Os ramos da árvore crescem e se espalham por toda parte se estiverem
unidos na Árvore que é JESUS CRISTO, pois sem CRISTO nada podemos fazer para o
reino de DEUS.
PÁSSAROS - Toda raça humana (gentios e judeus) que não são salvos e que
procuram uma religião para se abrigarem, uns para se auto-justificarem, outros
para terem algum tipo de lucro, outros para a destruírem, outros para se unirem
à mesma.
De acordo com as outras parábolas e referências bíblicas creio que os
pássaros do céu são referência à ação de demônios, porém nem sempre estes
vencem, pois alguns que antes eram dominados por demônios, podem, ao se
aninharem na Árvore, se converterem realmente ao Senhor JESUS CRISTO. (Ex.
Igreja de hoje, Grande Tribulação e Milênio)
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES
Subsídio Teológico
“O cristianismo cresceu por sua própria natureza. Neil ressalta: ‘O que
é claro é que cada cristão era uma testemunha.
Onde houvesse cristãos, haveria
uma febre viva e ardente, e antes de tudo uma crescente comunidade cristã’.
Deveria ser reconhecido, no entanto, que havia também trabalhadores em tempo
integral, como Paulo e seus auxiliares, e que as igrejas mantinham esses
obreiros financeiramente. Essa abordagem básica de uma equipe missionária
organizada foi assimilada dos fariseus (mas veja Mt 23.15).
A natureza
missionária inerente à Igreja combinada aos avanços estratégicos de obreiros em
tempo integral conduziu ao crescimento de seus três primeiros séculos.
A igreja dessa era esperava que CRISTO retornasse ainda enquanto seus
membros estivessem vivos; enfatizava também a religião prática e proclamava
agressivamente a CRISTO. Junto com a validação dos milagres, essa proclamação
foi validada pelo amor e pela santidade pessoal de seus componentes.
Aqueles
que estavam cansados da fraqueza moral eram atraídos pelo elevados padrões
morais dos cristãos.
Tanto fontes simpáticas quanto adversas ao Cristianismo atestam esse
sucesso da Igreja no período imediatamente subseqüente aos apóstolos.” (JOHN V.
YORK. Missões na Era do ESPÍRITO SANTO. RJ:CPAD, 2002, p. 115,116). Leia
mais na Revista Ensinador Cristão CPAD, nº 22, pág. 38.
A EXPANSÃO DO REINO DOS CÉUS
TEXTO ÁUREO:
“O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem,
pegando dele, semeou no seu campo” (Mt 13.31).
VERDADE PRÁTICA:
A Igreja é o Reino de DEUS em franca expansão sobre a terra, conforme o
Senhor JESUS nos revela na parábola do grão de mostarda.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
MATEUS 13.31,32;
31 Outra parábola lhes propôs, dizendo: O Reino dos
céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem, pegando dele, semeou no
seu campo;
32 o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, crescendo,
é a maior das plantas e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu e se
aninham nos seus ramos.
AO GRÃO DE MOSTARDA.
A parábola do grão de mostarda e a do fermento, que
se lhe segue, completam-se entre si. Falam do crescimento do mal dentro do
atual reino visível de DEUS.
A parábola do grão de mostarda fala do pequeno
começo desse reino e seu desenvolvimento subseqüente no decurso do tempo.
Ele
começou apenas com JESUS e um grupo de discípulos dedicados (ver Jo 20.22; At
2.4). No entanto, a manifestação atual e visível do reino crescerá até
tornar-se grande, organizado e poderoso.
Ele aceitará, nos seus ramos , (i.e.,
na sua comunhão) as aves do céu, i.e., elementos malignos que removem as
sementes da verdade. Ver Mt 13.4,19, onde as aves figuram os agentes do mal.
Ver também Ap 18.2, onde a grande Babilônia (representando a igreja apóstata)
torna-se morada de demônios e esconderijo de toda ave imunda e aborrecível (ver
o comentário de Ap 2,3, a descrição de CRISTO sobre a decadência
espiritual infiltrando-se na maioria das sete igrejas; Ap 18.4)
Ap 18.4 - SAI DELA, POVO MEU.
Esta é a chamada profética de DEUS à
última geração de fiéis para que saiam da grande Babilônia (v. 2), pois quem do
povo de DEUS permanecer no seu sistema ímpio, será inevitavelmente
"participante dos seus pecados" e, por isso, incorrerá "nas suas
pragas".
A chamada para separação do mundo e das instituições religiosas
falsas tem sido um aspecto essencial da salvação em toda a história da redenção
(cf. Is 52.11; Jr 51.45; 1 Co 11.32)
ATOS 2.44-47
44 Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo nem
comum.
45 Vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo
cada um tinha necessidade.
46 E, perseverando unânimes todos os dias no templo
e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,
47
louvando a DEUS se caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava
o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.
Ef 6.18 ORANDO... NO ESPÍRITO.
A guerra do cristão contra as
forças espirituais de Satanás exige dedicação a oração, i.e., orando "no
Espírito", "em todo tempo", "com toda oração e
súplica", "por todos os santos", "com toda
perseverança".
A oração não deve ser considerada apenas mais uma arma, mas
parte do conflito propriamente dito, onde a vitória é alcançada, mediante a
cooperação com o próprio DEUS. Deixar de orar diligentemente, sob todas as
formas de oração, em todas as situações, é render-se ao inimigo e deixar de
lutar (Lc 18.1; Rm 12.12; Fp 4.6; Cl 4.2; 1 Ts 5.17).
LEITURA DIÁRIA:
Segunda - Mt 28.19,20 Crescimento da igreja segundo a Grande
Terça - At 1.8,15 O ponto de partida para o crescimento
Quarta - At 2.41-44 O crescimento corporativo da igreja
Quinta - At 2.41,47; 4.4; 5.14; 9.31; 12.24 O crescimento numérico
da igreja
Sexta - At 1.14; 2.1-4; 4.20, 24, 31; 13.52; 16.5 O crescimento
qualitativo da igreja
Sábado - Mc 16.15-20; Ef 4.13,14 Evangelização, nutrimento e
OBJETIVOS:
Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
Interpretar os principais elementos da parábola.
Destacar a idéia central da narrativa.
Relacionar o grão e a mostardeira com o Reino dos céus
PONTO DE CONTATO:
Professor, as lições deste trimestre contêm belíssimas histórias
repletas de figuras e ilustrações que representam o cotidiano da sociedade dos
tempos de JESUS. Ao narrar essas histórias, o Mestre tinha por objetivo cativar
a atenção de seus ouvintes e ensinar-lhes as verdades do Reino dos Céus. JESUS
era um exímio contador de histórias. A Pedagogia moderna reascendeu nos
educadores a paixão de contar histórias.Dinamize a Leitura Bíblica na sala de
aula! Leia o texto em voz alta! Tente representá-lo com o auxílio dos alunos.
Ajude-os a criar em suas mentes um cenário imaginário com todos os personagens
da história. Uma leitura monótona desencoraja a classe já no início da aula
SÍNTESE TEXTUAL:
Os Judeus aguardavam a manifestação visível e poderosa do Reino de DEUS
(Dn 2.44).
A grandeza do Templo do Milênio, descrito na visão de Ezequiel (Ez
41-44), representa claramente o potencial do reino profético que seria
estabelecido.
Segundo Daniel, por ocasião da inauguração do Reino do Altíssimo
na terra, as nações serão esmiuçadas, e somente os fiéis reinarão eternamente
(Dn 7.27).
Entretanto, o Reino dos Céus, exposto por CRISTO através das
parábolas do Reino (Mc 4.11), opera interna, silenciosa e secretamente entre os
homens. Sua acanhada manifestação disfarça toda a magnitude.
O pequeno grão de mostarda encobre seu potencial de crescimento, da
mesma forma que o modesto movimento iniciado por JESUS, disfarçou o magnífico
desenvolvimento do Reino de DEUS.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA:
Para esta lição, utilizaremos como recurso didático o Quadro de Pregas.
Este auxílio é versátil e possui várias vantagens, dentre as quais podemos
destacar duas: expor apenas os tópicos principais da lição e criar nos alunos
expectativa pelo desenvolvimento da aula.
Veja como preparar o quadro: Escreva os tópicos e subtópicos da lição em
tiras de papel ou cartolina. Depois, encaixe as tiras referentes aos tópicos na
primeira coluna do quadro. As tiras referentes aos subtópicos deverão ser
encaixadas na segunda coluna à medida que a aula transcorrer.
RESUMO - A PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA
I- A SEMENTE DE MOSTARDA
1- O grão de mostarda
2- A lição dos contrastes
3- o poder misterioso da fé
4- O campo da semeadura
5- Lições do crescimento
II - A GRANDE ÁRVORE
1- A forma de crescimento
2- As ameaças do crescimento
3- O significado de "Grande Árvore"
III- AS AVES DO CÉU
1- Lição Básica
IV- CONCLUSÃO
1- Apresentar o crescimento do Reino de DEUS
A PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
Mostarda: n substantivo feminino
1 Rubrica: angiospermas.design. comum a algumas plantas dos gên.
Sinapsis e Brassica, da fam. das crucíferas; mostardeira, mostardeiro
1.1 Rubrica: angiospermas. planta anual (Sinapsis alba), de distribuição
cosmopolita, folhas liradas e comestíveis, e silíquas curtas; é planta melífera
e constitui bom alimento para aves domésticas e porcos; as sementes maceradas
fornecem condimento; mostarda-branca, mostardeira-branca
1.2 Rubrica: angiospermas. MAIS COMUM EM ISRAEL m.q. mostarda-preta
(Brassica nigra)
2 semente dessas plantas
3 Rubrica: culinária. pasta feita do pó dessas sementes, à qual ger. são
adicionados mosto, vinagre, sal e especiarias, us. como condimento
4 Derivação: por extensão de sentido. Rubrica: culinária. Qualquer molho
ou pasta, a que se adiciona ou não a mostarda, us. como aperitivo.
Tendo como base a Parábola do Grão de Mostarda, mostraremos neste
domingo a franca expansão do Reino de DEUS sobre a terra através da Igreja. A
fim de melhor compreendermos as lições reveladas pelo Mestre, dividiremos o
nosso estudo em três pontos principais: a semente, a hortaliça e as aves do
céu.
Roguemos ao Senhor, pois, que nos ajude a colocar em prática cada uma
das lições encontradas nessa parábola.
I- A SEMENTE DE MOSTARDA (MT 13.31)
1. O grão de mostarda (v.31).
A palavra mostarda é de origem egípcia (sinapis) e aparece por cinco
vezes nos três primeiros Evangelhos (Mt 13.31; 17.20; Mc 4.31; Lc 13.19; 17.6).
Nos dias de JESUS, a mostarda negra (sinapis nigra) era a mais conhecida. Suas
sementes, depois de trituradas, serviam de tempero para os alimentos.
A mostarda era uma planta que, em terra fértil, crescia rapidamente até
três ou quatro metros. Em seus ramos, aninhavam-se as aves do céu.
2. A lição dos contrastes.
Ao propor esta parábola, JESUS usa um artifício literário a fim de
ressaltar o contraste apresentado por esta hortaliça.
O grão de mostarda é a
menor das sementes; ao crescer, é a maior das hortaliças (v.32). Considerando
tal fato, JESUS queria que seus discípulos entendessem que mesmo uma semente
tão pequena é capaz de produzir um grande resultado.
A operação divina é o
elemento que promove o crescimento do Reino de DEUS.
À semelhança do grão de mostarda, o Reino de DEUS surge do nada para
demonstrar a plenitude do poder divino. Isto equivale dizer que a Igreja, como
grão de mostarda, surpreendeu o mundo com a sua mensagem e com o seu poder
irresistível no ESPÍRITO SANTO.
No começo, seu desenvolvimento foi vagaroso por causa das dificuldades a
serem vencidas, tanto em relação aos inimigos do reino, quanto à negligência
dos lavradores. Mas, como nos diz a Palavra, o grão de mostarda “é realmente a
menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas e faz-se uma
árvore” (Mt 13.32).
3. O poder misterioso da fé.
Em outro evento, JESUS usou a figura do “grão de mostarda” para ilustrar
o poder misterioso e qualitativo da fé. Ler Mt 17.20.
A dificuldade dos discípulos em curar um menino (Mt 17.14-19) deu a
JESUS a oportunidade não só de expulsar o demônio que oprimia a criança, como
também de mostrar-lhes que a fé é produtiva quando procede de CRISTO. Esta é
posta em ação, como confiança absoluta em DEUS, segundo a sua Palavra. Voltando
ao “grão de mostarda”, vejamos as suas características.
4. O campo de semeadura (v.31).
O campo, de acordo com Mateus, a terra, de acordo com Marcos e a horta,
de acordo com Lucas, representam o coração dos homens onde a semente a que nos
referimos, foi plantada, ou seja todos os seres humanos que habitam a Terra.
O “campo” desta parábola pode ser interpretado como o mundo, onde
foi semeado o evangelho. No dia de Pentecostes, o grupo de quase cento e vinte
pessoas (At 1.15,16), mediante a ação do ESPÍRITO SANTO, imediatamente cresceu
e multiplicou-se para quase três mil almas (At 2.14,37-41).
5. A lição do crescimento.
JESUS preparou seus discípulos espiritualmente, pois as outras coisas
eles aprenderiam no dia a dia, na prática de sua fé. A melhor escola é a da
prática, vivendo cheio do ESPÍRITO SANTO.
JESUS não estava apenas empenhado em crescimento numérico de discípulos,
mas também em mostrar outro elemento fundamental para se avaliar o
desenvolvimento do Reino de DEUS: o qualitativo.
Em Mateus 28.19,20, há uma relação do discipulado com o crescimento da
Igreja. No cumprimento da Grande Comissão, os discípulos, já revestidos do
poder do alto, mostraram haver aprendido as lições da parábola do grão de
mostarda.
Pontos importantes
1 – O grão de mostarda Revela:
A – A simplicidade do reino.
A frase, “O reino de Deus está dentro de vós”, revela a simplicidade do
reino. A partir do momento em que a pessoa aceita a Jesus e cumprir sua
palavra, o reino habita dentro dele. Não precisa de ritos e cerimônias
berrantes para se alcançar o reino.
B – A metamorfose do reino.
O pequeno grão é transformado em arbusto e depois numa árvore, é a
metamorfose do reino, chega simples, por uma pregação, por um convite; é
recebido por uma confissão, depois uma vida totalmente mudada.
C – A multiplicação do reino.
Logo depois de grande, o grão já não é apenas mais um grão, agora é uma
hortaliça que produz muitos outros. O reino de Deus não parou com Cristo e os
discípulos, ao contrario cresce a cada dia na vida dos que confessam o nome do
Senhor.
2 – As lições nos contrastes do grão da mostarda
A – Um tamanho insignificante que revela depois uma grande hortaliça – O
reino de Deus é surpreendente.
B – Muita vida dentro de tão pequeno grão – O reino de Deus produz vida
e multiplicação.
C – O grão gera outros grãos – O reino de Deus instituído por Jesus,
logo mais, alcançou um numero fantástico.
D – Deve ser semeada. O reino de Deus para alcançar as vidas precisa
estar nas mãos dos homens designados. Eles espalham pelo mundo (campo), levando
a salvação do Senhor a todos.
II- A GRANDE ÁRVORE (MT 13.32)
1. A forma de crescimento.
O que o reino de Deus ensina como uma grande árvore
A – Faz sombra para o cansado.
Um homem em viagem procura lugar para descansar do sol causticante, ele
encontra uma arvore, então, repousa sob suas sobras. O reino de Deus produz
paz, calma, e proporciona ambiente de repouso para o pecador e até para o que
não quer se converter.. Mt.11.28.
B – Se eleva sobre a mediocridade
A hortaliça da mostarda supera as outras em dimensão e altura e morre
rápido também, isso significa que o reino de Deus se eleva acima da
mediocridade, ou seja, o crente não pode ser uma pessoa fadada ao fracasso e ao
lamento, mas estar acima de tudo isso, sabendo que brevemente estaremos para
sempre com CRISTO, pois o nosso reino não é deste mundo.
C – Representa a vida
A arvore é símbolo da vida e realmente ela dá vida, produzindo oxigênio
para a humanidade. O reino de Deus tem a função de reviver o homem criado por
Deus eliminando o seu caráter funerário, lhe dando uma nova vida.
Foi plantado por DEUS apenas uma semente, a palavra de DEUS, que
germinou , cresceu e através de sua morte gerou uma frondosa árvore onde se
aninham milhões de filhos de DEUS hoje.
Jo 12.24 Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo
na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.
O crescimento de uma árvore é lento e progressivo; o de uma hortaliça,
como a mostarda, é rápido e passageiro, porque esta vive apenas o suficiente
para produzir flores e sementes.
Quando JESUS assemelhou o Reino de DEUS a um grão de mostarda, sugeriu
que, assim como a semente desta hortaliça desenvolve-se com muito vigor e misteriosamente,
o Reino de DEUS, através da Igreja, expandir-se-ia e surpreenderia o mundo
apesar de seu início pequeno e humilde.
Todavia, precisamos levar em conta um contraste sugerido pela
comparação: o crescimento da hortaliça é temporário e limitado; o do Reino de
DEUS é ilimitado.
Na terra o Reino de DEUS está limitado a tempo, porém o verdadeiro Reino
de DEUS não tem fim, é espiritual e eterno.
2. As ameaças ao crescimento.
A – A ação do mau solo
Uma semente depende do solo para o seu desenvolvimento. Já foi vista
nesta revista que o solo é o coração do homem, assim, para que o reino de Deus
prospere na vida da pessoa é preciso que o coração receba a palavra da verdade
e receba a salvação.
B – A peste
A peste que prejudica o crescimento de uma Árvore chega de propósito
para prejudicá-la. Quando a arvore é ainda uma simples planta, são inúmeras as
ameaças sofridas por parte das pestes. No reino isso fala das ameaças do mundo
secularizado, governado por Satanás que lança suas setas malignas sobre o crente.
C – A intervenção do homem
Uma árvore pode ter o seu crescimento impedido pela intervenção do
homem, sendo cortada ou mal tratada. Quando o homem interfere com suas idéias
no reino de Deus querendo misturar coisas, logo surge uma ameaça: a intervenção
humana nos planos de Deus.
D – A falta de cuidados (Plantio, poda, limpesa)
Para toda ação existe uma reação, assim quando estamos invadindo o campo
das trevas, as trevas tentam revidar atacando o campo da luz.
Como Igreja, deparamo-nos com muitos oponentes neste mundo, como a
carne, o mundo, o Diabo e o pecado, os quais incumbem-se de criar todas as
dificuldades possíveis ao desenvolvimento do Reino de DEUS. Ver 1 Jo 2.16,17.
Não podemos esquecer-nos de que, no campo de boas sementes, vem o
inimigo e semeia o joio.
3. O significado de “grande árvore” (v.32).
É evidente que a árvore é CRISTO, representado na terra pela Igreja como
um todo, ou seja, todos os salvos.
Todos sabemos que a mostarda é uma hortaliça que pode crescer até uma
altura de três a quatro metros (não importa a altura, mas sim que é a maior
entre as hortaliças), dependendo de condições ideais do meio ambiente, como é o
caso do vale do Jordão. Em síntese, uma árvore chama a atenção porque se torna
visível aos olhos humanos. Cada salvo, em CRISTO, faz parte da igreja
invisível. Porém, é a igreja visível que é observada.
III. AS AVES DO CÉU (MT 13.32)
Uma coisa é certa para os judeus, um dia o reino de DEUS prometido a
eles na aliança de DEUS com vários de seus ancestrais, será cumprida, um
dia o Reino de DEUS será literal em Israel, o milênio, quando todo o mundo
conhecerá JESUS, que para eles é a semente de mostarda (desprezada e sem
formosura, como profetizou Isaías, Is 53), esta semente que nasceu em uma
manjedoura, embora eles judeus não acreditem, se tornará a maior das árvores,
pois seu reino terrestre será o maior e o mais abrangente que já existente.
Creio que as aves do céu sejam os gentios, que se aninham na árvore
procurando fazer parte deste povo que tem um famoso Rei. Naquele dia até os
inimigos de Israel pegarão nas roupas dos judeus querendo que eles o aceitem em
seu reino.
Zacarias 8.23 Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Naquele dia sucederá que
pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla das
vestes de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está
convosco.
Ap 20.4 E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder
de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus,
e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não
receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com
Cristo durante mil anos.
Romanos 11 - ·A SALVAÇÃO ANUNCIADA AOS GENTIOS
11 Digo, pois: Porventura tropeçaram, para que caíssem? De modo nenhum,
mas pela sua queda veio a salvação aos gentios, para os incitar à emulação.
12 E
se a sua queda é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos gentios,
quanto mais a sua plenitude!
13 Porque convosco falo, gentios, que, enquanto for
apóstolo dos gentios, exalto o meu ministério;
14 Para ver se de alguma maneira
posso incitar à emulação os da minha carne e salvar alguns deles.
15 Porque, se
a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a
vida dentre os mortos?
16 E, se as primícias são santas, também a massa o é; se
a raiz é santa, também os ramos o são.
17 E se alguns dos ramos foram quebrados,
e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da
raiz e da seiva da oliveira,
18 Não te glories contra os ramos; e, se contra
eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti.
19 Dirás,
pois: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado.
20 Está bem; pela
sua incredulidade foram quebrados, e tu estás em pé pela fé. Então não te
ensoberbeças, mas teme.
21 Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme
que não te poupe a ti também.
22 Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que
caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua
benignidade; de outra maneira também tu serás cortado.
23 E também eles, se não permanecerem na incredulidade, serão
enxertados; porque poderoso é Deus para os tornar a enxertar.
24 Porque, se tu
foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa
oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão enxertados na sua própria
oliveira!
1 – Que mal as aves podem fazer a uma grande árvore?
A – Devorar os frutos.
Se o mal se infiltrar na vida dos santos de Deus e estes deixarem
serem levados pelas influencias do pecado, os seus frutos espirituais serão
consumidos.
B – Ocupar lugares de forma intrusa.
Quando as aves se ajuntam nas arvores fazendo os seus ninhos, elas
ocupam lugares. A vida do crente tem que ser reservada exclusivamente para o
Espírito de Deus e não pode dar lugar a intrusos.
Para a Igreja a parábola deve ser interpretada em nosso contexto, pois o
reino que nos está prometido não é deste mundo e nem neste mundo, mas um reino
espiritual.
A Igreja nunca atingirá o mundo todo, ou seja, nunca conseguirá
conquistar todas as pessoas para CRISTO, portanto para nós o grão de mostarda
deve ser a fé a Mostardeira é CRISTO e os galhos as várias denominações de
crentes salvos.
Os próprios discípulos de Jesus pediram ao Senhor que se lhes
acrescentasse a fé (Lc.17:5) e o próprio Senhor afirmou que a fé tem diferentes
graus, pois falou de pequena ou pouca fé (Mt.8:26), de fé grande (Mt.15:28). A
possibilidade de aumento da fé está evidenciada na figura da mostarda, que,
sendo uma das menores sementes, produz a maior das hortaliças. Jesus disse que
a nossa fé deve ser assim, ou seja, ter a capacidade de crescer e se tornar a
maior das nossas qualidades espirituais(Mt.13:31,32; 17:20), até que seja
formada a Igreja.
ÁRVORE - Mostarda com seus ramos - IGREJA - denominações (Todos os
salvos dentre os povos - gentios e judeus)
A Igreja é formada por todos os que ouvindo a Palavra de DEUS se
arrependeram de seus pecados e aceitaram a JESUS CRISTO, confessando-O como
Senhor e Salvador, crendo também que Ele ressuscitou dentre os mortos. (Rm
10.9-13)
TRONCO DA ÁRVORE - JESUS - sustenta e dá poder de vida à Igreja
Os ramos da árvore crescem e se espalham por toda parte se estiverem
unidos na Árvore que é JESUS CRISTO, pois sem CRISTO nada podemos fazer para o
reino de DEUS.
PÁSSAROS - Toda raça humana (gentios e judeus) que não são salvos e que
procuram uma religião para se abrigarem, uns para se auto-justificarem, outros
para terem algum tipo de lucro, outros para a destruírem, outros para se unirem
à mesma.
De acordo com as outras parábolas e referências bíblicas creio que os
pássaros do céu são referência à ação de demônios, porém nem sempre estes
vencem, pois alguns que antes eram dominados por demônios, podem, ao se
aninharem na Árvore, se converterem realmente ao Senhor JESUS CRISTO. (Ex.
Igreja de hoje, Grande Tribulação e Milênio)
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES
Subsídio Teológico
“O cristianismo cresceu por sua própria natureza. Neil ressalta: ‘O que
é claro é que cada cristão era uma testemunha. Onde houvesse cristãos, haveria
uma febre viva e ardente, e antes de tudo uma crescente comunidade cristã’.
Deveria ser reconhecido, no entanto, que havia também trabalhadores em tempo
integral, como Paulo e seus auxiliares, e que as igrejas mantinham esses
obreiros financeiramente. Essa abordagem básica de uma equipe missionária
organizada foi assimilada dos fariseus (mas veja Mt 23.15). A natureza
missionária inerente à Igreja combinada aos avanços estratégicos de obreiros em
tempo integral conduziu ao crescimento de seus três primeiros séculos.
A igreja dessa era esperava que CRISTO retornasse ainda enquanto seus
membros estivessem vivos; enfatizava também a religião prática e proclamava
agressivamente a CRISTO. Junto com a validação dos milagres, essa proclamação
foi validada pelo amor e pela santidade pessoal de seus componentes. Aqueles
que estavam cansados da fraqueza moral eram atraídos pelo elevados padrões
morais dos cristãos.
Tanto fontes simpáticas quanto adversas ao Cristianismo atestam esse
sucesso da Igreja no período imediatamente subseqüente aos apóstolos.” (JOHN V.
YORK. Missões na Era do ESPÍRITO SANTO. RJ:CPAD, 2002, p. 115,116). Leia mais
na Revista Ensinador Cristão
CPAD, nº 22, pág. 38.
TEXTO ÁUREO:
1- Complete:
“O Reino dos céus é semelhante a um __________ de mostarda que um homem,
pegando dele, semeou no seu ________” (Mt 13.31).
VERDADE PRÁTICA:
2- Complete:
A ___________ é o Reino de DEUS em franca expansão sobre a
_____________,
conforme o Senhor JESUS nos revela na parábola do grão de
_______________.
I. A SEMENTE DE MOSTARDA (MT 13.31)
3- Qual a origem da palavra mostarda e quantas vezes aparece nos
três primeiros evangelhos?
( ) É de origem egípcia (sinapis) e aparece por cinco vezes nos três
primeiros Evangelhos (Mt 13.31; 17.20; Mc 4.31; Lc 13.19; 17.6).
( ) É de origem hebraica (sinapis) e aparece por cinco vezes nos três
primeiros Evangelhos (Mt 13.31; 17.20; Mc 4.31; Lc 13.19; 17.6).
( ) É de origem aramaica (sinapis) e aparece por cinco vezes nos três
primeiros Evangelhos (Mt 13.31; 17.20; Mc 4.31; Lc 13.19; 17.6).
4- Nos dias de JESUS, as sementes de mostarda, depois de trituradas,
serviam de que?
( ) Corante para os alimentos.
( ) Conservantes para os alimentos.
( ) Tempero para os alimentos.
5- Até que altura crescia a mostarda em terra fértil e o que se aninhava
em seus ramos?
( ) Até cinco ou seis metros. Em seus ramos, aninhavam-se as aves do
céu.
( ) Até três ou quatro metros. Em seus ramos, aninhavam-se as aves do
céu.
( ) Até um ou dois metros. Em seus ramos, aninhavam-se as aves do céu.
6- Qual era o maior contraste apresentado por JESUS sobre a mostarda?
( ) O grão de mostarda é a maior das sementes; ao crescer, é a menor das
hortaliças (v.32)
( ) O grão de mostarda é a menor das sementes; ao crescer, é
a maior das hortaliças (v.32)
( ) O grão de mostarda é a menor das sementes; ao crescer, é
a menor das hortaliças (v.32)
7- O que JESUS queria que seus discípulos entendessem ao apresentar o
contraste da semente de mostarda?
( ) Que mesmo uma semente tão pequena é capaz de produzir um grande
resultado
( ) Que mesmo uma raiz tão pequena é capaz de produzir um grande refúgio
( ) Que mesmo uma semente tão pequena é capaz de produzir um pequeno
resultado
8- No que a Igreja, como grão de mostarda, surpreendeu o mundo?
( ) Com a sua semente e com o sua atração irresistível no PAI
( ) Com a sua mensagem e com o seu poder irresistível na autoridade
secular
( ) Com a sua mensagem e com o seu poder irresistível no ESPÍRITO SANTO
9- JESUS também usou a figura do “grão de mostarda” para ilustrar o
poder misterioso e qualitativo de que?
( ) Da fé. Mt 17.20. ( ) Da seita. Mt
17.20. ( ) Da alegria. Mt 17.20.
10- Onde é o campo de semeadura da mostarda?
( ) O local, onde foi semeado o evangelho
( ) O grupo, onde foi semeado o evangelho
( ) O mundo, onde foi semeado o evangelho
11- Como foi o crescimento da Igreja no dia de Pentecostes?
( ) O grupo de quase cento e trinta pessoas (At 1.15,16), mediante a
ação do ESPÍRITO SANTO, imediatamente cresceu e multiplicou-se para quase três
mil almas (At 2.14,37-41).
( ) O grupo de quase cento e vinte pessoas (At 1.15,16), mediante a ação
do ESPÍRITO SANTO, imediatamente cresceu e multiplicou-se para quase três mil
almas (At 2.14,37-41).
( ) O grupo de quase cinco mil pessoas (At 1.15,16), mediante a ação do
ESPÍRITO SANTO, imediatamente cresceu e multiplicou-se para quase três mil
almas (At 2.14,37-41).
12- Qual a lição do crescimento que os discípulos aprenderam em Mateus
28.19,20?
( ) Há uma relação do discipulado com o permanecimento de CRISTO na
Igreja
( ) Não Há relação do discipulado com o crescimento da Igreja, pois
JESUS é quem faz isto
( ) Há uma relação do discipulado com o crescimento da Igreja
II. A GRANDE ÁRVORE (MT 13.32)
13- Qual a forma de crescimento de uma hortaliça, como a mostarda?
( ) É demorado e fixo, porque esta vive o suficiente para produzir
flores, sementes. e frutos
( ) É rápido e passageiro, porque esta vive apenas o suficiente para
produzir flores e sementes.
( ) É rápido e passageiro, porque esta vive apenas o suficiente para
produzir fruto
14- O crescimento da hortaliça é temporário e limitado; o do Reino de
DEUS, como é?
( ) É limitado por DEUS ( ) É
ilimitado ( ) É limitado pela Igreja
15- Em sentido geral, quem é o grão de mostarda semeado que se
desenvolveu e tornou-se uma grande árvore?
( ) JESUS ( ) O PAI ( )
A Igreja ( ) O ESPÍRITO SANTO
16- Cite alguns oponentes da Igreja neste mundo e qual sua função:
( ) A carne, o mundo, o Diabo e o pecado, os quais incumbem-se de criar
todas as facilidades possíveis ao desenvolvimento do Reino de DEUS. Ver 1 Jo
2.16,17.
( ) A carne, o mundo, o Diabo e o pecado, os quais incumbem-se de criar
todas as dificuldades possíveis ao subdesenvolvimento do Reino de DEUS. Ver 1
Jo 2.16,17.
( ) A carne, o mundo, o Diabo e o pecado, os quais incumbem-se de criar
todas as dificuldades possíveis ao desenvolvimento do Reino de DEUS. Ver 1 Jo
2.16,17.
III. AS AVES DO CÉU (MT 13.32)
17- Na analogia geral das Escrituras, o que simbolizam as “aves do céu”?
( ) Simbolizam Satanás e seus demônios contra a Igreja
( ) Simbolizam Satanás e seus demônios a favor da Igreja
( ) Simbolizam os anjos contra a Igreja
18- Encontre as palavras AVES, ÁRVORE, GRÂO, MOSTARDA, PARÁBOLA:
|
C
|
E
|
N
|
A
|
P
|
H
|
I
|
I
|
A
|
E
|
W
|
H
|
X
|
Z
|
T
|
I
|
E
|
M
|
S
|
E
|
P
|
O
|
K
|
J
|
F
|
T
|
|
Ç
|
H
|
U
|
U
|
A
|
A
|
T
|
E
|
M
|
P
|
E
|
R
|
A
|
N
|
C
|
L
|
P
|
G
|
T
|
H
|
P
|
G
|
L
|
R
|
T
|
Z
|
|
I
|
J
|
E
|
V
|
Z
|
L
|
O
|
N
|
B
|
A
|
Q
|
I
|
M
|
I
|
B
|
U
|
N
|
I
|
G
|
N
|
I
|
R
|
A
|
D
|
E
|
M
|
|
L
|
C
|
R
|
G
|
E
|
N
|
E
|
R
|
A
|
S
|
U
|
D
|
A
|
D
|
E
|
T
|
E
|
S
|
T
|
I
|
Ç
|
Ã
|
P
|
T
|
X
|
Y
|
|
U
|
S
|
P
|
I
|
R
|
I
|
T
|
O
|
L
|
V
|
I
|
S
|
Ç
|
N
|
R
|
T
|
D
|
E
|
I
|
S
|
O
|
O
|
V
|
R
|
R
|
A
|
|
S
|
A
|
A
|
M
|
O
|
S
|
T
|
A
|
R
|
D
|
A
|
F
|
R
|
X
|
Z
|
W
|
A
|
E
|
F
|
Z
|
U
|
Y
|
O
|
R
|
P
|
F
|
|
T
|
M
|
L
|
U
|
D
|
D
|
O
|
L
|
G
|
S
|
I
|
A
|
E
|
I
|
L
|
B
|
D
|
I
|
I
|
P
|
V
|
E
|
U
|
P
|
O
|
F
|
|
R
|
O
|
T
|
O
|
S
|
F
|
O
|
T
|
O
|
E
|
B
|
M
|
A
|
C
|
R
|
Ç
|
I
|
D
|
C
|
V
|
R
|
R
|
Z
|
R
|
D
|
V
|
|
A
|
R
|
O
|
W
|
D
|
R
|
H
|
E
|
R
|
N
|
R
|
I
|
L
|
A
|
T
|
A
|
T
|
A
|
Á
|
L
|
I
|
O
|
I
|
O
|
E
|
G
|
|
Ç
|
L
|
M
|
S
|
R
|
R
|
D
|
V
|
I
|
H
|
I
|
L
|
D
|
P
|
X
|
M
|
I
|
S
|
T
|
É
|
R
|
V
|
O
|
É
|
Á
|
T
|
|
Ã
|
T
|
A
|
X
|
E
|
I
|
T
|
X
|
A
|
M
|
O
|
D
|
E
|
R
|
A
|
C
|
A
|
O
|
B
|
R
|
E
|
R
|
O
|
F
|
S
|
Q
|
|
O
|
W
|
R
|
O
|
V
|
S
|
S
|
Z
|
B
|
R
|
V
|
A
|
D
|
L
|
J
|
K
|
S
|
T
|
O
|
U
|
C
|
Á
|
V
|
E
|
S
|
D
|
|
E
|
E
|
N
|
A
|
P
|
A
|
R
|
Á
|
B
|
O
|
L
|
A
|
E
|
Z
|
T
|
I
|
E
|
M
|
M
|
E
|
P
|
O
|
K
|
J
|
F
|
T
|
Algumas interpretações
"O Grão de Mostarda"
“Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O Reino dos Céus é semelhante a um
grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. Embora seja a menor
de todas as sementes, quando cresce é maior do que qualquer hortaliça e
torna-se árvore, a tal ponto que as aves do céu se abrigam nos seus ramos”.
Mateus, 13:31-32
“E disse: Como iremos comparar o Reino de DEUS? Ou com que parábola o apresentaremos? É como um grão de mostarda, o qual, quando é semeado na terra - sendo a menor de todas as sementes - quando é semeado, cresce e torna-se maior que todas as hortaliças, e deita grandes ramos, a tal ponto que as aves do céu se abrigam à sua sombra”. Marcos, 4:30-32
“Dizia, portanto: A que é semelhante o Reino de DEUS e a que hei de compará-lo? É semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e lançou na sua horta; ele cresce, torna-se árvore, e as aves do céu se abrigam em seus ramos”. Lucas, 13:18-19
“E disse: Como iremos comparar o Reino de DEUS? Ou com que parábola o apresentaremos? É como um grão de mostarda, o qual, quando é semeado na terra - sendo a menor de todas as sementes - quando é semeado, cresce e torna-se maior que todas as hortaliças, e deita grandes ramos, a tal ponto que as aves do céu se abrigam à sua sombra”. Marcos, 4:30-32
“Dizia, portanto: A que é semelhante o Reino de DEUS e a que hei de compará-lo? É semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e lançou na sua horta; ele cresce, torna-se árvore, e as aves do céu se abrigam em seus ramos”. Lucas, 13:18-19
Esta parábola enfoca o fato de todos nós termos o potencial para crescer
espiritualmente, alcançando o Reino de DEUS. Ao escolher a pequenina semente de
mostarda, JESUS busca mostrar que até mesmo quando aparentemente estivermos de
mãos vazias, poderemos, caso nos dediquemos, produzir grandes resultados,
porque temos todos a Semente Divina.
O grão de mostarda simboliza a vontade de crescer, o desejo de se reformar intimamente, é a Semente Divina que anseia por germinar. O homem é JESUS, o Semeador.
O campo, de acordo com Mateus, a terra, de acordo com Marcos e a horta, de acordo com Lucas, representam o coração dos homens onde a semente a que nos referimos, foi plantada.
As versões de Mateus e Marcos falam que a semente de mostarda quando cresce se torna maior do que qualquer hortaliça, ou seja, capaz de suplantar qualquer vício ou paixão. Realmente, não há dúvidas quanto a isso. Observamos no nosso dia a dia pessoas que se encontravam envolvidas no erro, e que ao se perceberem nele, compenetraram-se da importância de crescer, suplantando dificuldades que, a princípio, pareciam intransponíveis. O próprio Evangelho nos dá notícias de várias pessoas que viveram esta situação. Podemos citar dois exemplos: Saulo de Tarso e Maria Madalena. Um, envolvido no orgulho de se considerar superior aos outros, um doutor da Lei Mosaica, e a outra, voltada aos prazeres materiais. Ambos, sob a influência do CRISTO, conseguiram que a semente germinasse, crescesse e gerasse frutos capazes de suplantar suas paixões.
Os evangelistas relatam o fato de a semente tornar-se árvore, com grandes ramos. A árvore simboliza o homem que foi capaz de vencer-se a si mesmo, passando a oferecer amparo e orientação aos outros. Os ramos representam os sentimentos bons e virtuosos transformados em atitudes que exemplificam os ensinamentos ofertados. O simbolismo da árvore é ainda mais significativo, uma vez que esta árvore apresentará, a seu tempo, flores, frutos e novas sementes, fazendo parte de um ciclo eterno.
As aves do céu, figura também utilizada por JESUS na Parábola do Semeador, estão representando os Espíritos imperfeitos que acabam, após alguma relutância, buscando o auxílio daqueles que passam a apresentar condições de orientá-los. Eles se abrigam nos seus ramos (Lucas e Mateus), ou se abrigam a sua sombra (Marcos). Estaremos, também, ao nos tornarmos árvores, atraindo para o nosso convívio os Bons Amigos Espirituais, os quais nos auxiliarão na consecução dos nossos objetivos que então estarão em comum com os deles.
JESUS gostava de utilizar a figura da semente em suas parábolas. Talvez fizesse isso porque ela se sacrifica, ela “morre” para permitir o nascimento da planta, enfim, a eclosão e a continuidade da Vida. Talvez estivesse tentando nos dizer que somente conseguiremos galgar os degraus da escada da evolução se aprendermos a servir, pois enquanto esperarmos que o Mundo atenda aos nossos caprichos, estaremos estacionados, ligados aos valores materiais. Não adiantam, portanto, belos discursos sem atitudes que correspondam a eles. Estamos realmente atentos a tudo isso? Estamos já dispostos a sacrificar algum tempo das nossas vidas em benefício dos que estão a nossa volta?
O grão de mostarda simboliza a vontade de crescer, o desejo de se reformar intimamente, é a Semente Divina que anseia por germinar. O homem é JESUS, o Semeador.
O campo, de acordo com Mateus, a terra, de acordo com Marcos e a horta, de acordo com Lucas, representam o coração dos homens onde a semente a que nos referimos, foi plantada.
As versões de Mateus e Marcos falam que a semente de mostarda quando cresce se torna maior do que qualquer hortaliça, ou seja, capaz de suplantar qualquer vício ou paixão. Realmente, não há dúvidas quanto a isso. Observamos no nosso dia a dia pessoas que se encontravam envolvidas no erro, e que ao se perceberem nele, compenetraram-se da importância de crescer, suplantando dificuldades que, a princípio, pareciam intransponíveis. O próprio Evangelho nos dá notícias de várias pessoas que viveram esta situação. Podemos citar dois exemplos: Saulo de Tarso e Maria Madalena. Um, envolvido no orgulho de se considerar superior aos outros, um doutor da Lei Mosaica, e a outra, voltada aos prazeres materiais. Ambos, sob a influência do CRISTO, conseguiram que a semente germinasse, crescesse e gerasse frutos capazes de suplantar suas paixões.
Os evangelistas relatam o fato de a semente tornar-se árvore, com grandes ramos. A árvore simboliza o homem que foi capaz de vencer-se a si mesmo, passando a oferecer amparo e orientação aos outros. Os ramos representam os sentimentos bons e virtuosos transformados em atitudes que exemplificam os ensinamentos ofertados. O simbolismo da árvore é ainda mais significativo, uma vez que esta árvore apresentará, a seu tempo, flores, frutos e novas sementes, fazendo parte de um ciclo eterno.
As aves do céu, figura também utilizada por JESUS na Parábola do Semeador, estão representando os Espíritos imperfeitos que acabam, após alguma relutância, buscando o auxílio daqueles que passam a apresentar condições de orientá-los. Eles se abrigam nos seus ramos (Lucas e Mateus), ou se abrigam a sua sombra (Marcos). Estaremos, também, ao nos tornarmos árvores, atraindo para o nosso convívio os Bons Amigos Espirituais, os quais nos auxiliarão na consecução dos nossos objetivos que então estarão em comum com os deles.
JESUS gostava de utilizar a figura da semente em suas parábolas. Talvez fizesse isso porque ela se sacrifica, ela “morre” para permitir o nascimento da planta, enfim, a eclosão e a continuidade da Vida. Talvez estivesse tentando nos dizer que somente conseguiremos galgar os degraus da escada da evolução se aprendermos a servir, pois enquanto esperarmos que o Mundo atenda aos nossos caprichos, estaremos estacionados, ligados aos valores materiais. Não adiantam, portanto, belos discursos sem atitudes que correspondam a eles. Estamos realmente atentos a tudo isso? Estamos já dispostos a sacrificar algum tempo das nossas vidas em benefício dos que estão a nossa volta?
Parábolas de Crescimento
Mateus 13:31-35,44-46; Marcos 4:26-29
por Gardner Hall
A preocupação com o “crescimento” nas culturas ocidentais geralmente
envolve uma fascinação por números e estatísticas. As empresas gostam de
mostrar com tabelas e gráficos as vendas e a clientela crescentes. JESUS fala
do crescimento em seu reino, não porém o tipo de crescimento que pode ser
medido com gráficos, mas antes crescimento interno dos discípulos e uma
influência que ultrapassa as estatísticas.
O Reino Crescerá!
O Grão de Mostarda, o Fermento e a Semente que Cresce
O grão de mostarda que JESUS tinha em mente na sua parábola (Mateus
13:31-32) era provavelmente a mostarda preta, uma árvore que cresce até uma
altura de aproximadamente 5 metros. “Entre os rabinos, um ‘grão de mostarda’
era uma expressão comum para qualquer coisa muito pequena” (ISBE, vol. 3, pág.
2101). Era uma verdadeira maravilha que uma árvore bastante grande para que as
aves repousassem em seus ramos pudesse sair de uma tão pequena semente.
W. F. Adeney (Pulpit Commentary) aponta três aspectos do crescimento do
reino que podem ser vistos na parábola do grão de mostarda;
Œ Parece pequeno no começo: poucos, nos dias de JESUS, poderiam ter
imaginado como ele e seu grupo não promissor de apóstolos viraria o mundo de
cabeça para baixo dentro de poucos anos (Atos 17:6) e finalmente mudaria o
curso da história mundial com suas palavras inspiradas.
Contém o centro da vida: uma pequena pedra não tem vida e não
gerará nada. Para a semente de mostarda produzir uma grande árvore precisa
conter a maravilhosa fonte de vida. Ainda que a palavra de DEUS pareça
insignificante para alguns, ela contém a fonte da vida espiritual que determina
uma transformação radical na vida dos que crêem.
Ž Tem grande desenvolvimento: ao pensar no desenvolvimento do reino
alguns raciocinam em termos sectários e concentram a atenção no crescimento do
número de indivíduos associados numa aliança de igrejas. O reino, porém, não
tem nada a ver com uma associação de igrejas locais; antes, envolve o domínio
de CRISTO nos corações dos indivíduos. Portanto, o desenvolvimento do reino
pode ser melhor visto não em crescimento estatístico numa “Lista de Igrejas”,
mas nas mudanças poderosas nos indivíduos que são libertados de vidas vazias e
egoístas, para se tornarem potências para o bem no mundo.
A parábola do fermento mostra o modo penetrante pelo qual o reino
influencia tudo o que toca. Quando o fermento do reino está em nossos corações,
colegas de trabalho ou da escola perceberão a influência fermentante provindo
desse em nossas vidas.
A parábola da semente que cresce, em Marcos 4:26-28, salienta o
maravilhoso crescimento do princípio básico do reino. Assim como os
maravilhosos segredos da vida estão além de nossa compreensão, assim também
está a ação da palavra de DEUS no coração de uma pessoa.http://www.estudosdabiblia.net/a15_14.htm
SUBSÍDIOS
SÍNTESE DO TÓPICO I - O princípio aparentemente insignificante do Reino
de DEUS não retrata o que ele será na consumação de todas as coisas.
SÍNTESE DO TÓPICO II - À medida que o Evangelho é pregado e mais pessoas
o aceitam, o Reino de DEUS avança e cresce mais e mais.
SÍNTESE DO TÓPICO III - Somente os discípulos de CRISTO farão parte do
Reino de DEUS.
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Esta lição, a partir de duas pequenas parábolas, trata do tema principal da mensagem de JESUS CRISTO, o Reino de DEUS (Mc 1.14,15). Na verdade, ambas as parábolas tratam do crescimento e da expansão do Reino de DEUS, vistos a partir da singeleza e da aparente simplicidade de uma semente ou de uma pequena porção de fermento, cujos efeitos podem ser subestimados pela aparência de ambas. Não obstante tais elementos não aparentar grande coisa, ambos provocam um efeito totalmente desproporcional à sua aparência, pois a primeira depois de plantada e germinada, cresce e torna-se uma árvore que abriga muitas aves; o segundo, o fermento, basta uma pequena quantidade aplicada a uma porção de massa milhares de vezes maior, provoca nesta uma transformação incrível, tornando-a maior ainda. Essas duas figuras foram tomadas por JESUS para exemplificar o início despretensioso do Reino de DEUS.
PARA REFLETIR -
A respeito de “O Crescimento do Reino de DEUS”,
responda:
As parábolas do Reino encaixam-se em qual categoria?
Essas parábolas enquadram-se bem na categoria de similitude.
Por que a parábola do grão de mostarda é considerada uma história dos contrastes?
Por ser uma história dos contrastes entre um começo aparentemente insignificante e uma coroação surpreendente; entre o oculto hoje e o revelado no futuro.
Qual o detalhe que chama a atenção nessa parábola contada por todos os Sinóticos?
O fato de que Mateus descreve o homem semeando na terra, Marcos, no campo, enquanto Lucas fala de horta.
O que é um discípulo de CRISTO?
Um discípulo de CRISTO não é um “admirador”, mas um seguidor.
Por viver em um mundo de valores invertidos, o que o discípulo de CRISTO entende no âmbito do Reino de DEUS?
O discípulo de CRISTO é alguém que vive em um mundo cujos valores estão invertidos (Mc 8.35), por isso, entende que no âmbito do Reino de DEUS “ganhar” é perder, e “perder” é ganhar.
As parábolas do Reino encaixam-se em qual categoria?
Essas parábolas enquadram-se bem na categoria de similitude.
Por que a parábola do grão de mostarda é considerada uma história dos contrastes?
Por ser uma história dos contrastes entre um começo aparentemente insignificante e uma coroação surpreendente; entre o oculto hoje e o revelado no futuro.
Qual o detalhe que chama a atenção nessa parábola contada por todos os Sinóticos?
O fato de que Mateus descreve o homem semeando na terra, Marcos, no campo, enquanto Lucas fala de horta.
O que é um discípulo de CRISTO?
Um discípulo de CRISTO não é um “admirador”, mas um seguidor.
Por viver em um mundo de valores invertidos, o que o discípulo de CRISTO entende no âmbito do Reino de DEUS?
O discípulo de CRISTO é alguém que vive em um mundo cujos valores estão invertidos (Mc 8.35), por isso, entende que no âmbito do Reino de DEUS “ganhar” é perder, e “perder” é ganhar.
SUBSÍDIO EXEGÉTICO TOP1
“JESUS aqui continuou com o seu esforço para ajudar os discípulos a entender a verdadeira natureza do Reino de DEUS (30). (E como eram lentos para aprender! Cf. At 1.6) Ele perguntou: A que assemelharemos o Reino de DEUS?, graciosamente incluindo os ouvintes no projeto. De forma incidental, podemos notar a importância do pensamento ilustrado nos assuntos espirituais. Com que parábola o representaremos? As ideias abstratas precisam ser revestidas de histórias e imagens para que possam atingir o coração e a mente.
“O tema da parábola é que, embora o Reino possa ter tido o menor começo possível, algum dia crescerá e chegará a um tamanho fenomenal. Um grão de mostarda (31) foi usado proverbialmente para representar alguma coisa muito pequena (veja Mt 17.20). Apesar do seu tamanho, a semente de mostarda produz uma planta ou arbusto maior do que qualquer outra hortaliça do jardim, com cerca de três metros de altura, ou mais.
Os galhos da planta têm tamanho
suficiente para permitir que as aves do céu façam os seus ninhos e possam se
abrigar debaixo da sua sombra. (Os pássaros gostam da semente de mostarda.)”
(SANNER, A. Elwood. Comentário Bíblico Beacon. Vol.6. 1.ed.
Rio de Janeiro:
CPAD, 2006, p.250).
SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO TOP2
“JESUS diz que a semente de mostarda ‘é realmente a menor de todas as sementes’. Trata-se de hipérbole, designada a enfatizar a natureza minúscula da semente. Entre os rabinos esta semente era usada proverbialmente por sua pequenez (M. Nidá 5.2). O que JESUS quer dizer é que se torna um arbusto de tamanho significativo e até proporciona abrigo para pássaros. Assim também o Reino dos Céus tem começo modesto não observado por muitos, mas eventualmente tem grande efeito. O avanço da igreja primitiva desde seu começo desanimador à transformação do Império Romano fornece comentário apropriado para o significado da passagem. A referência à árvore indica um império em expansão (e.g., Ez 17.23; 31.1-9; Dn 4.10-12); os pássaros representam as nações do império (Dn 4.20-22 [...]).
“A Parábola do Fermento reforça o começo da semente de mostarda. O fermento tem imagem negativa ou má na Bíblia, como em Mateus 16.6,11: ‘Adverti e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus’. Também é usado negativamente no Antigo Testamento (e.g., Êx 12.15; Lv 2.11), embora também tenha imagem positiva (e.g., Lv 7.13; 23.15-18). Aqui JESUS usa o fermento para mostrar como um item pequeno não observado pode penetrar o todo. Muitos não reconhecem que o Reino esteja em ação, porque está escondido e é considerado insignificante por muitos. Mas não devemos menosprezar o dia das coisas pequenas. O fruto segue a fidelidade (Gl 6.9). O trabalho do discípulo mais humilde pode ter efeitos de longo alcance” (SHELTON, James In ARRINGTON, French L.; STRONDAD, Roger (Eds.). Comentário Bíblico Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p.90).
SUBSÍDIO DIDÁTICO-ECLESIOLÓGICO TOP3
Em seu Manual do Discipulador Cristão (CPAD), o pastor Cyro Mello elenca quatro requisitos para que alguém seja considerado um discípulo de CRISTO: Decisão Voluntária; Determinação; Consciência e Disposição para o Trabalho. Cada um desses requisitos possui desdobramentos e são fundamentados em textos bíblicos. Procure este conteúdo nas páginas 23 a 51 do referido livro e enriqueça a abordagem deste terceiro tópico.
CONSULTE - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 76, p. 37.


Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pela visita. Vilma.
vilmatereza@gmail.com