A Beleza e a Glória do Culto Levítico
TEXTO ÁUREO
“Entăo, entraram Moisés e Arăo na tenda da congregaçăo; depois, saíram e abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo o povo.” (Lv 9.23)
“Entăo, entraram Moisés e Arăo na tenda da congregaçăo; depois, saíram e abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo o povo.” (Lv 9.23)
VERDADE PRÁTICA
O verdadeiro culto divino năo se impőe pelo ritualismo nem por sua pompa, mas pelo quebrantamento de coraçăo e pela integridade de espírito. A glória de DEUS năo pode faltar.
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Gn 4.4 Abel inicia o culto divino
Terça – Gn 12.1-3 Abraão é chamado a cultuar
Quarta – Êx 4.31 A fé conduz ao culto
Quinta – Êx 12.27 A explicação do culto
Sexta – Êx 10.9 A reivindicação do culto
Sábado – Rm 12.1-3 Um culto perfeito
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Levítico 9.15-24
15 - Depois, fez chegar a oferta do povo, e tomou o bode da expiaçăo do pecado, que era pelo povo, e o degolou, e o preparou por expiaçăo do pecado, como o primeiro. 16 - Fez também chegar o holocausto e o preparou segundo o rito. 17 - E fez chegar a oferta de manjares, e a sua măo encheu dela, e a queimou sobre o altar, além do holocausto da manhă. 18 - Depois, degolou o boi e o carneiro em sacrifício pacífico, que era pelo povo; e os filhos de Arăo entregaram-lhe o sangue, que espargiu sobre o altar, em redor, 19 - como também a gordura do boi e do carneiro, e a cauda, e o que cobre a fressura, e os rins, e o redenho do fígado. 20 - E puseram a gordura sobre o peito, e ele queimou a gordura sobre o altar; 21 - mas o peito e a espádua direita Arăo moveu por oferta de movimento perante o SENHOR, como Moisés tinha ordenado. 22 - Depois, Arăo levantou as măos ao povo e o abençoou; e desceu, havendo feito a expiaçăo do pecado, e o holocausto, e a oferta pacífica. 23 - Entăo, entraram Moisés e Arăo na tenda da congregaçăo; depois, saíram e abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo o povo. 24 - Porque o fogo saiu de diante do SENHOR e consumiu o holocausto e a gordura sobre o altar; o que vendo todo o povo, jubilou e caiu sobre as suas faces.
OBJETIVO GERAL - Conscientizar de que o verdadeiro culto divino não se impõe pelo ritualismo, mas pelo quebrantamento de coração e pela integridade de espírito.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Mostrar como era o culto no Antigo Testamento;
Elencar os elementos do culto levítico;
Explicar as finalidades do culto levítico.
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Na liçăo de hoje refletiremos a respeito do culto divino. O que é mais importante em um culto? A liturgia? Aqueles que estăo prestando um serviço a DEUS? O que realmente agrada ao Senhor? Essas săo indagaçőes importantes, que precisamos fazer se queremos adorar a DEUS da forma que Ele merece e que lhe agrada. Contudo, vocę professor(a), precisa estar atento para que năo venha fazer de suas aulas um espaço de debates teológicos inúteis. Precisamos de reflexăo, de debates que promovam a interaçăo da classe. Também precisamos ouvir mais nossos alunos, no entanto que o nosso alvo seja sempre o crescimento espiritual deles.
No decorrer da aula, ressalte o cuidado que devemos ter para não caírmos no formalismo, pois DEUS não está preocupado com a forma, mas com o coração daqueles que se achegam a Ele. É necessário que aqueles que desejam cultuar ao Senhor o faça em espírito e em verdade (Jo 4.24).
PONTO CENTRAL - DEUS não se agrada de um culto que se impõe pelo ritualismo.
Na liçăo de hoje refletiremos a respeito do culto divino. O que é mais importante em um culto? A liturgia? Aqueles que estăo prestando um serviço a DEUS? O que realmente agrada ao Senhor? Essas săo indagaçőes importantes, que precisamos fazer se queremos adorar a DEUS da forma que Ele merece e que lhe agrada. Contudo, vocę professor(a), precisa estar atento para que năo venha fazer de suas aulas um espaço de debates teológicos inúteis. Precisamos de reflexăo, de debates que promovam a interaçăo da classe. Também precisamos ouvir mais nossos alunos, no entanto que o nosso alvo seja sempre o crescimento espiritual deles.
No decorrer da aula, ressalte o cuidado que devemos ter para não caírmos no formalismo, pois DEUS não está preocupado com a forma, mas com o coração daqueles que se achegam a Ele. É necessário que aqueles que desejam cultuar ao Senhor o faça em espírito e em verdade (Jo 4.24).
PONTO CENTRAL - DEUS não se agrada de um culto que se impõe pelo ritualismo.
Resumo da Lição 2, A Beleza e a Glória do Culto Levítico
I – O CULTO NO ANTIGO TESTAMENTO
1. Definição.
2. Na era patriarcal.
3. No período de Moisés.
4. No tempo de Davi e Salomão.
5. Após o cativeiro babilônico.
II – ELEMENTOS DO CULTO LEVÍTICO
1. Sacrifícios.
2. Cânticos.
3. Exposição da Palavra.
4. Oração.
5. Leitura da Palavra.
6. Bênção.
III – FINALIDADES DO CULTO LEVÍTICO
1. Adorar ao Único e Verdadeiro DEUS.
2. Reafirmar as alianças antigas.
3. Professar o credo divino.
4. Aguardar o Messias.
I – O CULTO NO ANTIGO TESTAMENTO
1. Definição.
2. Na era patriarcal.
3. No período de Moisés.
4. No tempo de Davi e Salomão.
5. Após o cativeiro babilônico.
II – ELEMENTOS DO CULTO LEVÍTICO
1. Sacrifícios.
2. Cânticos.
3. Exposição da Palavra.
4. Oração.
5. Leitura da Palavra.
6. Bênção.
III – FINALIDADES DO CULTO LEVÍTICO
1. Adorar ao Único e Verdadeiro DEUS.
2. Reafirmar as alianças antigas.
3. Professar o credo divino.
4. Aguardar o Messias.
SÍNTESE DO TÓPICO I - Levítico era o manual do culto no
Antigo Testamento.
SÍNTESE DO TÓPICO II - Os sacrifícios, os cânticos, a
exposiçăo da Palavra e a bęnçăo eram elementos centrais do culto levítico.
SÍNTESE DO TÓPICO III - As finalidades do culto Levítico eram:
adorar a DEUS, reafirmar as alianças divinas, professar o credo mosaico e
aguardar o Messias.
RESUMO RÁPIDO DO Pr. HENRIQUE da Lição 2, A Beleza e a Glória do
Culto Levítico
INTRODUÇÃO
Já vemos no Antigo Testamento Abel e Caim oferecendo culto a DEUS e
depois Sete, com certeza aprenderam com Adão, que em minha opinião foi o
primeiro a prestar culto a DEUS. Depois vemos que Enoque andou com DEUS, com
certeza cultuava a DEUS e depois vemos Noé prestando culto a DEUS e Abraão e
seus descendentes também. No período da Lei Moisés é ensinado sobre como
oferecer um legítimo e verdadeiro culto a DEUS e isso é repassado à sua geração
e às posteriores. O que é o culto divino? Basicamente é um serviço de adoração
prestado a DEUS. este culto não pode ser engessado, ou formalista, ou
ritualista. O culto não pode ser totalmente controlado pelo homem. DEUS deve
ser o único ser ai adorado e deve ter primazia em tudo. DEUS deve ser adorado e
tem a total autoridade sobre tudo e sobre todos. Espera-se que DEUS ao final do
culto se manifeste com sua glória, confirmando que aceitou e ficou satisfeito
com o culto. Existem normas ou direções do próprio DEUS para que o culto seja
aceito e respondido com sua glória e todos possam ser abençoados. No AT temos
registros em Êxodo e em Levítico quanto às ordenanças e instruções sobre como
executar este tão importante serviço a DEUS. A beleza e a glória do culto
Levítico são claramente vistos, por exemplo, na consagração do SANTO Templo, em
Jerusalém por Salomão. A necessidade de se obedecer normas para o culto vemos
claramente no transporte da Arca da Aliança da casa de Obede-Edom até Jerusalém
pelo rei Davi. Que a nossa adoração a DEUS conte, igualmente, com a presença do
ESPÍRITO SANTO em todos os atos. Sem a glória de DEUS, nenhum culto tem
validade.
I – O CULTO NO ANTIGO TESTAMENTO
1. Definição.
Basicamente é um serviço de adoração prestado a DEUS onde o maior
sacrifício apresentado é a vida do próprio adorador. O culto é voluntário e,
portanto, não é exigido, mas esperado por DEUS de todas suas criaturas, tanto
seres celestiais como seres humanos. Esperando DEUS que seu povo escolhido, a
partir de Abraão, os hebreus (israelitas depois) O adorassem, os ensinou de que
maneira deveriam proceder a fim de Lhe agradar. Esta adoração teve início no
tabernáculo, depois no Templo de Salomão, depois no templo de Zorobabel e
depois no mesmo templo, reformado por Herodes. também é esperado que a Igreja
preste culto a DEUS e o adore como DEUS único que tem como mediador único seu
filho JESUS CRISTO e como condutor de Adoração o ESPÍRITO SANTO. (Sl 100.1; Ap
14.7).
2. Na era patriarcal.
Depois da Adoração certamente prestada por Adão, Caim, Abel, Sete,
Enoque e demais adoradores antes do período patriarcal, vemos a segunda geração
adorando a partir de Noé, passando por Abraão, Isaque e Jacó. Abraão é chamado
homem de altares, pois construiu quatro em sua jornada de fé. Um altar é um símbolo
nas escrituras de adoração e consagração. Não edificamos um altar para nós
mesmos, mas para adorar a DEUS, oferecer sacrifícios a Ele e invocar o seu
nome. O altar é símbolo de uma vida espiritual, uma vida com DEUS. Abraão foi
chamado “amigo de DEUS” ( Is 41:8 ), e, essa comunhão, marcada pela vida de
altar, revela a essência do que é a verdadeira vida espiritual, ou seja, ela
não consiste na medida de nosso conhecimento e instrução acerca das coisas de
DEUS, mas no quanto somos “amigos de DEUS”, no quanto andamos com DEUS, no
quanto DEUS tem-nos como seus amigos! Abraão, já em sua maturidade de vida,
disse: “O Senhor, em cuja presença eu ando...”(Gn 8.20; Gn 12.7; 26.25; 35.1-7;
24:40).
Aqui neste período o culto era apenas Familiar. Em volta de um Altar.
3. No período de Moisés.
Moisés era um adorador, pois deixou tudo, toda a glória do Egito, para
servir a DEUS e ver sua Glória em sua própria vida. DEUS confiou a Moisés um
código divino de ética onde constava normas e instruções de como se prestar um
legítimo culto a DEUS. Nessas instruções e normas vemos a forma teológica,
litúrgica e congregacional de um culto (Êx 12.21-26). Também foram instituídas
festas para que se pudesse cultuar a DEUS com todo o povo presente, dentre as
festas mais importantes estão a Páscoa, Pães Asmos, Primícias, Pentecostes,
Trombetas, O dia da Expiação, a Festa dos Tabernáculos (Êx 12.14,20; Lv
23.27,28).
Aqui, neste período, além de familiar, o culto era também público. Todo
o povo participava. Era realizado no Tabernáculo.
4. No tempo de Davi e Salomão.
O cântico de Moisés (Êxodo 15:1-19, Dt 31:22 - Em Apocalipse 15:3 lemos
sobre um conjunto de adoradores no céu, e está escrito que eles cantam duas
músicas: O Cântico do Cordeiro, e o Cântico de Moisés), de Miriã (Êx 15:20,
21), e o de Débora (Jz 5:1-31) constituíam manifestações espontâneas de
cânticos oferecidos a DEUS antes, porém, é a partir deste período do rei Davi,
ao que parece, que foi introduzida a música no culto e depois confirmada pelos
futuros reis, sendo os principais incentivadores os reis Salomão e Ezequias.
Com o rei Davi, que também era profeta, salmista e músico, a celebração oficial
ao Senhor foi enriquecida com a formação de coros e instrumentos musicais (1 Cr
15.16). Buscando sempre a excelência do culto divino, o rei Davi inventou e
fabricou diversos instrumentos musicais (1 Cr 23.5; 2 Cr 7.6). Salomão
dedicou-se igualmente ao enriquecimento litúrgico e musical na adoração divina
(2 Cr 5.1-14). No auge do SANTO Templo, a liturgia hebreia impressionava por
sua beleza e arte (2 Cr 5.13). Ezequias também destaca-se pelo zelo ao culto do
Senhor (2 Cr 29.26-28). No período do rei Davi, este desejou ter a presença de
DEUS junto de si, em Jerusalém. A arca (símbolo da presença de DEUS), estava na
casa de Abinadabe, em Gibeá. Ao tentar levar a Arca para Jerusalém, Davi não
consultou a Palavra de DEUS sobre como prestar um legítimo culto a DEUS e
carregar a presença de DEUS até Jerusalém. A tentativa foi em um carro de boi
(maneira filisteia de conduzir a Arca, maneira do mundo prestar culto). Isso
provocou a morte de Uzá e a desistência momentânea de Davi de conduzir a Arca
de DEUS até Jerusalém. Após este lamentável episódio Davi consultou a Palavra
de DEUS e os sacerdotes como se devia proceder para conduzir a presença de DEUS
a Jerusalém. Após ficar sabendo que Obede-Edom estava sendo grandemente
abençoado por DEUS, porque Davi havia deixado a Arca de DEUS em sua casa, agora
o rei conduz a Arca de DEUS com Sacrifícios, Cânticos, Adoração e a Arca sendo
conduzida nos ombros do sacerdotes. Assim, com um legítimo culto, a Arca
(presença de DEUS) chega a Jerusalém, para posteriormente ser colocada no
templo construído por Salomão.
Aqui, neste período, além de familiar, o culto também era público. Todo
o povo participava. Iniciou-se em Jerusalém, no Tabernáculo, depois foi
realizado no Templo construído por Salomão.
5. Após o cativeiro babilônico.
Em 586 a.C., os judeus foram levados em cativeiro à Babilônia, onde
permaneceram 70 anos (Jr 25.11,12). Nesse período, pelo que inferimos do Salmo
137, a adoração divina foi praticamente esquecida. Mas, com o retorno a
Jerusalém, os repatriados, incentivados por Esdras e Neemias, reavivaram o
culto Levítico (Ne 12.22-30). Junto aos rios da Babilônia, ali nos assentamos e
choramos, quando nos lembramos de Sião. Sobre os salgueiros que há no meio
dela, penduramos as nossas harpas. Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos
pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo:
Cantai-nos uma das canções de Sião. Como cantaremos a canção do Senhor em terra
estranha? Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da
sua destreza. Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar; se
não preferir Jerusalém à minha maior alegria. Lembra-te, Senhor, dos filhos de
Edom no dia de Jerusalém, que diziam: Descobri-a, descobri-a até aos seus
alicerces. Ah! filha de babilônia, que vais ser assolada; feliz aquele que te
retribuir o pago que tu nos pagaste a nós. Feliz aquele que pegar em teus
filhos e der com eles nas pedras. Salmos 137:1-9 Junto aos rios da Babilônia,
ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião.Sobre os salgueiros
que há no meio dela, penduramos as nossas harpas. Pois lá aqueles que nos
levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os
alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Sião. Como cantaremos a
canção do Senhor em terra estranha? Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém,
esqueça-se a minha direita da sua destreza. Se me não lembrar de ti,
apegue-se-me a língua ao meu paladar; se não preferir Jerusalém à minha maior
alegria. Lembra-te, Senhor, dos filhos de Edom no dia de Jerusalém, que diziam:
Descobri-a, descobri-a até aos seus alicerces. Ah! filha de babilônia, que vais
ser assolada; feliz aquele que te retribuir o pago que tu nos pagaste a nós.
Feliz aquele que pegar em teus filhos e der com eles nas pedras. (Salmos
137:1-9)
Aqui neste período, além de familiar o culto era também público. Todo o
povo participava. iniciou-se em Jerusalém, no templo de Zorobabel e depois no
templo reformado por Herodes (neste JESUS - DEUS mesmo, compareceu - “a glória
da segunda casa será maior do que a da primeira” Ageu 2:9).
Sinagogas são construídas por toda parte dai em diante.
II – ELEMENTOS DO CULTO LEVÍTICO
Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo,
tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para
edificação. 1 Co 14:26.
Este é o verdadeiro culto da igreja do Novo Testamento. Ritualismo aí no
caso é mesmice, repetição em todo culto das mesmas coisas. Informalidade é
falta de reverência, falta de consideração de haver ali a presença de DEUS. É
comportamento social ao invés de religioso. Exemplo. Fui a uma igreja onde
pastores e pastoras serviam ceia de bermudas e camiseta regata
1. Sacrifícios.
Depois do rei Davi levar a Arca para Jerusalém, coube ao seu filho
Salomão construir o templo (casa de DEUS) e lá colocar a Arca em seu devido
lugar, o santo dos santos.
Este templo (o mais lindo e rico) perdurou até que houve a invasão
babilônica e o destruiu, levando o povo cativo à Babilônia. No tempo de
inauguração deste templo houve a maior quantidade de sacrifícios oferecidos por
um rei já vista em Israel, não em Jerusalém, mas em Gibeon, mil animais para os
sacrifícios. A arca não estava mais em Gibeom porque Davi já a tinha levado
para Jerusalém, porém, em Gibeom havia o sacerdote Uri, filho de Hur que servia
diante do tabernáculo. Isso chamou a atenção de DEUS para Salomão. Salomão
ofereceu mil sacrifícios a DEUS em adoração e foi prontamente respondida esta
adoração. Salomão pede a DEUS sabedoria - 2 Cr 1:7 Naquela mesma noite, DEUS
apareceu a Salomão e disse-lhe: Pede o que quiseres que eu te dê (2 Crônicas
1:7). O pedido de Salomão foi contrário ao mundo e agradou a DEUS: Dá-me, pois,
agora, sabedoria e conhecimento, para que possa sair e entrar perante este
povo; porque quem poderia julgar a este teu tão grande povo? (2 Crônicas 1:10).
DEUS lhe concedeu isto e muito mais do que qualquer homem desejaria - sabedoria
e conhecimento te são dados; e te darei riquezas, e fazenda, e honra, qual
nenhum rei antes de ti teve, e depois de ti tal não haverá. (2 Crônicas 1:12).
Na arca já não havia o vaso de Maná e nem a Vara de Arão que floresceu. O maná (JESUS)
teria seu antítipo na Terra e a Vara de Arão que floresceu (ESPÍRITO SANTO),
também teria seu antitipo na Terra, logo após, pois JESUS, a enviaria 50 dias
após sua ressurreição. (1 Rs 8:9 Na arca, nada havia, senão só has duas tábuas
de pedra que Moisés ali pusera junto a Horebe, quando o SENHOR fez aliança com
os filhos de Israel, saindo eles da terra do Egito - também 1 Cr 5:10).
2. Cânticos.
Vemos que os hinos que agradam a DEUS são hinos de louvor pelo que Ele
Fez, Faz e Fará (sempre de acordo com o que está registrado na Bíblia). Também
notamos que a chegada da glória de DEUS trás resultados inesperados como o cair
ao chão por parte de adoradores.
11 E sucedeu que, saindo os sacerdotes do santuário (porque todos os
sacerdotes, que se acharam, se santificaram, sem guardarem as suas turmas), 12
e quando os levitas, cantores de todos eles, isto é, Asafe, Hemã, Jedutum, seus
filhos e seus irmãos, vestidos de linho fino, com címbalos, e com alaúdes e com
harpas, estavam em pé para o oriente do altar, e com eles até cento e vinte
sacerdotes, que tocavam as trombetas, 13 e quando eles uniformemente tocavam as
trombetas e cantavam para fazerem ouvir uma só voz, bendizendo e louvando ao
SENHOR, e quando levantavam eles a voz com trombetas, e címbalos, e outros
instrumentos músicos, para bendizerem ao SENHOR, porque era bom, porque a sua
benignidade durava para sempre, então, a casa se encheu de uma nuvem, a saber,
a Casa do SENHOR; 14 e não podiam os sacerdotes ter-se em pé, para ministrar,
por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR encheu a Casa de DEUS.(2 Cr
5.11-14).
Hoje devemos nos concentrar nos hinos de adoração e não devemos de modo
algum pensar que DEUS se agrada de quem anda subindo em montes para orar, pois,
JESUS disse: à mulher Samaritana: 21 Disse-lhe JESUS: Mulher, crê-me que a hora
vem em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. 22 Vós adorais o
que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus. 23
Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em
espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. 24 DEUS
é ESPÍRITO, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.
(João 4:21-24).
A GLÓRIA DE DEUS SE MANIFESTOU E SE MANIFESTA DE VÁRIAS MANEIRAS
Houve eventos bíblicos extraordinários que produziram efeitos corporais:
quando da dedicação do Templo em Jerusalém, a glória do SENHOR tomou a Casa de
tal forma que os sacerdotes não conseguiam se pôr de pé (I Rs 8.10,11);
Ezequiel caiu sobre o seu próprio rosto ao contemplar a glória do SENHOR (Ez
1.28; 3.23); Daniel desfaleceu em virtude das visões celestiais recebidas (Dn
10.7-21); Pedro, Tiago e João caíram diante da Transfiguração (Mt 17.12-6);
JESUS ao dizer que era Ele a quem os soldados procuravam estes caíram por
terra; João caiu “como morto” aos pés de CRISTO glorificado (Ap 1.17). Esses
eventos foram normais no avivamento da Rua Azuza e nos primórdios das
Assembleia de DEUS no Brasil com Daniel Berg e Gunnar Vingren (vide diário dos
dois). Sabendo, pois,
JESUS todas as coisas que sobre ele haviam de vir, adiantou-se, e
disse-lhes: A quem buscais? Responderam-lhe: A JESUS Nazareno. Disse-lhes
JESUS: Sou eu. E Judas, que o traía, estava com eles. Quando, pois, lhes disse:
Sou eu, recuaram, e caíram por terra. João 18:4-6
O CERTO É QUE QUANDO DAVI TOCAVA SEU INSTRUMENTO O DEMÔNIO DE SAUL O
DEIXAVA. QUAL ERA A CONDIÇÃO ESPIRITUAL DE DAVI?
PASSAVA HORAS ORANDO E MEDITANDO NA PALAVRA DE DEUS QUE MUITAS VEZES ELE
MESMO ESCREVIA INSPIRADO PELO ESPÍRITO SANTO. ERA PRATICANTE DE JEJUM.
1 Samuel 16:18, 23 Então, respondeu um dos jovens e disse: Eis que tenho
visto um filho de Jessé, o belemita, que sabe tocar e é valente, e animoso, te
homem de guerra, e sisudo em palavras, e de gentil presença; o SENHOR é com
ele. E sucedia que, quando o espírito mau, da parte de DEUS, vinha sobre Saul,
Davi tomava a harpa e a tocava com a sua mão; então, Saul sentia alívio e se
achava melhor, e o espírito mau se retirava dele. O profeta pediu um musicista
para se inspirar e veio sobre ele o ESPÍRITO SANTO quando o mesmo tocava - 2
Reis 3:15 - Eliseu ordena que traga um harpista. E sucedeu que, enquanto o
harpista tocava, veio a mão do Senhor sobre Eliseu. DEUS está à procura de
músicos e para a utilização pelo poder do seu ESPÍRITO.
Se você faz parte deste ministério de louvor lindo, você é um músico ou
cantor de DEUS. DEUS te chama a servir sob o "poder do seu ESPÍRITO."
O musicista, assim como pregador ou o dirigente do culto, devem ser
pessoas dedicadas à oração, jejum e estudo da Palavra de DEUS para que haja a
manifestação poderosa de DEUS abençoando o povo.
3. Exposição da Palavra.
Pela Palavra de DEUS o rei Salomão mostra ao povo de Israel que DEUS tinha
planos maravilhosos para eles e aquele templo estava em seu coração.
1 Então, disse Salomão: O SENHOR tem dito que habitaria nas trevas. 2 E
eu te tenho edificado uma casa para morada e um lugar para a tua eterna
habitação. 3 Então, o rei virou o rosto e abençoou a toda a congregação de
Israel, e toda a congregação de Israel estava em pé. 4 E ele disse: Bendito
seja o SENHOR, Deus de Israel, que falou pela sua boca a Davi, meu pai, e,
pelas suas mãos, o cumpriu, dizendo: 5 Desde o dia em que tirei o meu povo da
terra do Egito, não escolhi cidade alguma de todas as tribos de Israel, para
edificar nela uma casa em que estivesse o meu nome; nem escolhi homem algum
para ser chefe do meu povo de Israel. 6 Porém escolhi Jerusalém para que ali
estivesse o meu nome; e escolhi Davi, para que tivesse cargo do meu povo de
Israel. 7 Também Davi, meu pai, teve no seu coração o edificar uma casa ao nome
do SENHOR, Deus de Israel. 8 Porém o SENHOR disse a Davi, meu pai: Porquanto
tiveste no teu coração o edificar uma casa ao meu nome, bem fizeste, de ter
isso no teu coração. 9 Contudo, tu não edificarás a casa; mas teu filho, que há
de descender de ti, esse edificará a casa ao meu nome. 10 Assim, confirmou o
SENHOR a sua palavra que ele falou; porque eu me levantei em lugar de Davi, meu
pai, e me assentei sobre o trono de Israel, como o SENHOR disse, e edifiquei a
casa ao nome do SENHOR, Deus de Israel. 11 E pus nela a arca em que está o
concerto que o SENHOR dfez com os filhos de Israel. (2 Crônicas 6: 11).
Todo culto deve ter a leitura e explicação da Palavra de DEUS para que o
povo aprenda mais sobre DEUS e seus planos para a Igreja.
4. Oração.
A oração de Salomão
12 E pôs-se em pé perante o altar do SENHOR, defronte de toda a
congregação de Israel, e estendeu as mãos. 13 Porque Salomão tinha feito uma
base de metal, de cinco côvados de comprimento, e de cinco côvados de largura,
e de três côvados de altura, e a tinha posto no meio do pátio; e pôs-se nela em
pé, e ajoelhou-se em presença de toda a congregação de Israel, e estendeu as
mãos para o céu,14 e disse: Ó SENHOR, Deus de Israel, não há Deus semelhante fa
ti, nem nos céus nem na terra, como tu, que guardas o concerto e a beneficência
aos teus servos que caminham perante ti de todo o seu coração;15 que guardaste
ao teu servo Davi, meu pai, o que lhe prometeste; porque tu, pela tua boca, o
disseste e, pela tua mão, o cumpriste, como se vê neste dia.16 Agora, pois,
SENHOR, Deus de Israel, faze a teu servo Davi, meu pai, o que prometeste,
dizendo: Nunca faltará de ti varão de diante de mim, que se assente sobre o
trono de Israel; tão-somente que teus filhos guardem seu caminho, andando na
minha lei, como tu andaste diante de mim.17 E, agora, SENHOR, Deus de Israel,
verifique-se a tua palavra que disseste ao teu servo, a Davi.18 Mas
verdadeiramente habitará Deus com os homens na terra? Eis que io céu e o céu
dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que tenho edificado?19
Atende, pois, à oração do teu servo e à sua súplica, ó SENHOR, meu Deus, para
ouvires o clamor e a oração que o teu servo faz perante ti.20 Que os teus olhos
estejam dia e noite abertos sobre este lugar, de que disseste que ali porias o
teu nome, para ouvires a oração que o teu servo fizer neste lugar.21 Ouve,
pois, as súplicas do teu servo, e do teu povo de Israel, que fizerem neste
lugar; e ouve tu do lugar da tua habitação, desde os céus; ouve, pois, e
perdoa.22 Quando alguém pecar contra o seu próximo e lhe impuser juramento de
maldição, para se amaldiçoar a si mesmo, e o juramento de maldição vier perante
o teu altar, nesta casa,23 ouve tu, então, desde os céus, e age, e julga a teus
servos, pagando ao ímpio, lançando o seu proceder sobre a sua cabeça e
justificando o justo, dando-lhe segundo a sua justiça.24 Quando também o teu
povo de Israel for ferido diante do inimigo, por ter pecado contra ti, e eles
se converterem, e confessarem o teu nome, e orarem, e suplicarem perante ti
nesta casa,25 então, ouve tu desde os céus, e perdoa os pecados de teu povo de
Israel, e faze-os tornar à terra que tens dado a eles e a seus pais.26 Quando
os céus se cerrarem, e não houver chuva, por terem pecado contra ti, e orarem
neste lugar, e confessarem teu nome, e se converterem dos seus pecados, quando
tu os afligires,27 então, ouve tu desde os céus, e perdoa o pecado de teus
servos e do teu povo de Israel, ensinando-lhes o bom caminho, em que andem, e
dá chuva sobre a tua terra, que deste ao teu povo em herança.28 Havendo fome
lna terra, havendo peste, havendo queimadura dos trigos, ou ferrugem,
gafanhotos, ou lagarta, cercando-a algum dos seus inimigos nas terras das suas
portas, ou quando houver qualquer praga, ou qualquer enfermidade,29 toda
oração, e toda súplica que qualquer homem fizer ou todo o teu povo de Israel,
conhecendo cada um a sua praga e a sua dor e estendendo as suas mãos para esta
casa,30 então, ouve tu desde os céus, do assento da tua habitação, e perdoa, e
dá a cada um conforme todos os seus caminhos, segundo conheces mo seu coração
(pois só tu conheces o coração dos filhos dos homens),31 a fim de que te temam,
para andarem nos teus caminhos, todos os dias que viverem na terra que deste a
nossos pais.32 Assim também ao estrangeiro que não for do teu povo de Israel,
mas vier de terras remotas por amor do teu grande nome, e da tua poderosa mão,
e do teu braço estendido, vindo ele e orando nesta casa,33 então, ouve tu desde
os céus, do assento da tua habitação, e faze conforme tudo o que o estrangeiro
te suplicar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome e te
temam, como o teu povo de Israel, e a fim de saberem que pelo teu nome é
chamada esta casa que edifiquei.34 Quando o teu povo sair à guerra contra os
seus inimigos, pelo caminho que os enviares, e orarem a ti para a banda desta
cidade que escolheste, e desta casa que edifiquei ao teu nome,35 ouve, então,
desde os céus a sua oração e a sua súplica e executa o seu direito.36 Quando
pecarem contra ti (pois não há homem oque não peque), e tu te indignares contra
eles e os entregares diante do inimigo, para que os que os cativarem os levem
em cativeiro para alguma terra, remota ou vizinha;37 e, na terra para onde
forem levados em cativeiro, tornarem a si, e se converterem, e, na terra do seu
cativeiro, a ti suplicarem, dizendo: Pecamos, e perversamente fizemos, e
impiamente procedemos,38 e se converterem a ti com todo o seu coração e com
toda a sua alma, na terra do seu cativeiro, a que os levaram presos, e orarem
para a banda da sua terra que deste a seus pais, e desta cidade que escolheste
e desta casa que edifiquei ao teu nome,39 ouve, então, desde os céus, do
assento da tua habitação, a sua oração e as suas súplicas, e executa o seu
direito, e perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti.40 Agora, pois, ó meu
Deus, estejam os teus olhos abertos, e os teus ouvidos atentos à oração deste
lugar.41 Levanta-te, pois, agora, SENHOR Deus, e entra para o teu repouso, ptu
e a arca da tua fortaleza; e os teus sacerdotes, ó SENHOR Deus, sejam vestidos
de salvação, e os teus santos se qalegrem do bem.42 Ah! SENHOR Deus, não faças
virar o rosto do teu ungido; lembra-te rdas misericórdias de Davi, teu servo.
A oração deve conter: Arrependimento; Ação de Graças; Louvor; Adoração;
Petição; Intercessão; Consagração; etc...
A oração que JESUS priorizou foi a que devemos fazer em nosso quarto, só
eu e DEUS. Todo dia pela madrugada. Paulo e Judas ensinam que devemos orar em
línguas para sermos edificados e falarmos diretamente com DEUS e nossa oração
ser a melhor e mais bem feita.
Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima
fé, orando no Espírito Santo,
Judas 1:20
Judas 1:20
Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima
fé, orando no Espírito Santo,
Judas 1:20
Judas 1:20
Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima
fé, orando no Espírito Santo,
Judas 1:20
Judas 1:20
Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima
fé, orando no Espírito Santo,
Judas 1:20
Judas 1:20
Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima
fé, orando no Espírito Santo,
Judas 1:20
Judas 1:20
Judas 1:20 Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos
sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,
1 Coríntios 14:2 Porque o que fala língua estranha não fala aos
homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala
de mistérios.
1 Coríntios 14:4a O que fala língua estranha edifica-se a si
mesmo,
1 Coríntios 14:14a Porque, se eu orar em língua estranha, o meu espírito ora bem,
1 Coríntios 14:14a Porque, se eu orar em língua estranha, o meu espírito ora bem,
5. Leitura da Palavra.
No tempo de Neemias e Esdras, logo após o cativeiro Babilônico, a
Palavra de DEUS começou a ser lida e explicada publicamente como parte da
liturgia do culto, muitas vezes até traduzida devido a muitos não saberem falar
o hebraico, pois na Babilônia falava-se o Aramaico.
Infelizmente vemos nas igrejas da atualidade um excesso de música em
detrimento da pregação e do ensino sistemático da Palvra de DEUS em nossos
cultos;
DEVE TER UM MOMENTO NO CULTO DE SE OUVIR ATENTAMENTE O QUE DEUS QUER NOS
DIZER.
Todo culto deve ter a leitura e explicação da Palavra de DEUS para que o
povo aprenda mais sobre DEUS e seus planos para a Igreja.
E Neemias (que era o tirsata), e o sacerdote Esdras, o escriba, e os levitas
que ensinavam ao povo disseram a todo o povo: Este dia é consagrado ao SENHOR,
vosso Deus, pelo que não vos lamenteis, nem choreis. Porque todo o povo
chorava, ouvindo as palavras da Lei. Neemias 8:9
Em muitas igrejas atuais 80% dos cultos são ocupados com música, teatro,
avisos e danças. JESUS não tem mais tempo para salvar, curar, libertar,
batizar.
6. Bênção.
Era uma conscientização de pertencerem a DEUS e de serem vistos pelo
Mesmo com desejo de os abençoar e livrar de todo mal.
BÊNÇÃO ARÔNICA
22 E falou o SENHOR a Moisés, dizendo: 23 Fala a Arão e a seus filhos,
dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel, dizendo-lhes: 24 O SENHOR te
abençoe e te guarde; 25 o SENHOR faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha
misericórdia de ti; 26 o SENHOR sobre ti levante o seu rosto se te dê a paz. 27
Assim, porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei. (Números
6:22-27).
BÊNÇÃO APOSTÓLICA
A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do
Espírito Santo sejam com vós todos. Amém! 2 Coríntios 13:13
Hoje assistimos, por incrível que pareça, muitos crentes saindo dos
cultos sem nem esperar pela bênção de DEUS. irreverência e falta de Fé em DEUS
e em sua presença.
III – FINALIDADES DO CULTO LEVÍTICO
1. Adorar ao Único e Verdadeiro DEUS.
A EXPECTATIVA DO CULTO LEVÍTICO ERA PELA GLÓRIA DE DEUS MANIFESTADA,
APROVANDO ASSIM O CULTO REALIZADO, ERA A CONFIRMAÇÃO DE QUE DEUS RECEBEU E SE
AGRADOU DO CULTO, DE QUE O CULTO TINHA SIDO FEITO DE ACORDO COM A PALAVRA E
VONTADE DE DEUS. DEUS RESPONDIA COM FOGO QUE QUEIMAVA O SACRIFÍCIO.
HOJE, DONS SÃO MANIFESTAÇÕES DA GLÓRIA DE DEUS ATRAVÉS DA IGREJA. SÃO
CONFIRMAÇÃO DE QUE DEUS RECEBEU O CULTO, SE AGRADOU DO CULTO, FICOU SATISFEITO
COM A REALIZAÇÃO DO CULTO. SUA PRESENÇA É VISTA E OUVIDA NO VERDADEIRO E
LEGÍTIMO CULTO REALIZADO SEGUNDO SUA PALAVRA E VONTADE.
MARCOS 16:20 E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes,
cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra com os sinais que
se seguiram. Amém! - grifo nosso.
ATOS dos Apóstolos 4:29 Agora, pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra, 30 enquanto estendes a mão para curar, e para que se façam sinais e prodígiospelo nome do teu santo Filho JESUS. 31 E, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO e anunciavam com ousadia a palavra de DEUS - grifo nosso.
ATOS dos Apóstolos 4:29 Agora, pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra, 30 enquanto estendes a mão para curar, e para que se façam sinais e prodígiospelo nome do teu santo Filho JESUS. 31 E, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO e anunciavam com ousadia a palavra de DEUS - grifo nosso.
ATOS dos Apóstolos 8:6 E as multidões unanimemente prestavam atenção ao
que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia, pois
que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e
muitos paralíticos e coxos eram curados. - grifo nosso.
O MESMO FOGO QUE DESCEU NA INAUGURAÇÃO DO PRIMEIRO CULTO LEVITICO
OFERECIDO A DEUS E NO DIA DA INAUGURAÇÃO DO TEMPLO DE SALOMÃO CONFIRMANDO A
APROVAÇÃO DE DEUS DO CULTO, É O MESMO FOGO QUE DESCEU NO PENTECOSTES E OS
DISCÍPILOS FORAM CHEIOS DO ESPIRITO SANTO E RECERAM DONS DO ESPIRITO SANTO (DOM
DE VARIEDADE DE LÍNGUAS E DE PROFECIA).
ATOS dos Apóstolos 2:1 Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos
reunidos no mesmo lugar; 2 e, de repente, veio do céu um som, como de um vento
veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. 3 E foram
vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre
cada um deles. 4 E todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO e começaram a falar em
outras línguas, conforme o ESPÍRITO SANTO lhes concedia que falassem. 5 E em
Jerusalém estavam habitando judeus, varões religiosos, de todas as nações que
estão debaixo do céu. 6 E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão e
estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. 7 E todos
pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus
todos esses homens que estão falando? 8 Como pois os ouvimos, cada um, na nossa
própria língua em que somos nascidos?
Em Levítico vemos que Israel Tinha DEUS como Único e Verdadeiro DEUS e
rejeitavam aos deuses pagãos (Lv 19.4; Sl 86.10; 97.9). O culto mantinha
os israelitas afastados da idolatria e aprofundava sua comunhão com o Senhor (Sl 96.5). Esse era o teor
dos cânticos congregacionais do SANTO Templo.
Quando DEUS se manifesta no culto o povo sabe que DEUS está ali e
presente em sua vida. para manter o povo congregando e salvos é preciso que
veja,m com seus próprios olhos as manifestações de DEUS na Igreja.
Primeiro é a fé, depois é a manifestação de DEUS.
Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das
coisas que se não vêem. Hebreus 11:1
Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus? João 11:40
Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus? João 11:40
2. Reafirmar as alianças antigas.
Eram relembradas as Alianças de DEUS com Israel nos cultos para gerar fé
neles. Como DEUS já havia cumprido várias promessas, isso significava que Ele
cumpriria as outras feitas a Abraão, Isaque, Jacó e Davi (Lv 26.9,45). Já em seus
cânticos, reafirmavam a fé na presença de DEUS em sua vida familiar e comunal (Sl 47.9), como mostra
o Salmo 105.
Aliança Abraâmica (Gênesis 12:1-3, 6-7; 13:14-17,
15, 17:1-14; 22:15-18). Neste pacto, Deus prometeu muitas coisas para Abraão.
Ele pessoalmente prometeu que faria o nome de Abraão grande (Gênesis 12:2), que
Abraão teria inúmeros descendentes físicos (Gênesis 13:16), e que ele seria o
pai de uma multidão de nações (Gênesis 17:4-5 ). Deus também fez promessas a
respeito de uma nação chamada Israel. Na verdade, os limites geográficos da
aliança com Abraão são mencionados em mais de uma ocasião no livro de Gênesis
(12:7; 13:14-15; 15:18-21). Uma outra provisão na Aliança Abraâmica é que as
famílias do mundo seriam abençoadas através da linhagem física de Abraão
(Gênesis 12:3; 22:18). Esta é uma referência ao Messias, que viria da linhagem
de Abraão.
Em Deuteronômio 30:1-10 também DEUS amplia o aspecto de terra detalhado na Aliança Abraâmica. De acordo com os termos deste pacto, se o povo desobedecesse, Deus faria com que fossem espalhados pelo mundo (Deuteronômio 30:3-4), mas Ele acabaria restaurando-os em uma nação (v. 5). Quando a nação for restaurada, então eles vão obedecê-lo perfeitamente (versículo 8), e Deus fará com que prosperem (v. 9).
Aliança Mosaica (Deuteronômio 11; et al.). A Aliança Mosaica era uma aliança condicional que ou trazia bênção direta de Deus pela obediência ou maldição direta de Deus pela desobediência sobre a nação de Israel. Uma parte da Aliança Mosaica (Êxodo 20) eram os Dez Mandamentos e o resto da Lei, que continha mais de 600 comandos, cerca de 300 negativos e 300 positivos. Os livros de história do Antigo Testamento detalham (Josué-Ester) como Israel sucedeu ou fracassou miseravelmente em obediência à Lei. Deuteronômio 11:26-28 detalha o tema de bênção/maldição.
Aliança Davídica (2 Samuel 7:8-16). A Aliança Davídica amplifica o aspecto da "semente" na Aliança Abraâmica. As promessas feitas a Davi nesta passagem são significativas. Deus prometeu que a linhagem de Davi duraria para sempre e que o seu reino jamais deixaria de existir permanentemente (versículo 16). Obviamente, o trono de Davi não tem estado em vigor (embora seus descendentes dominem a politica israelita) em todos os momentos. Haverá um tempo, no entanto, quando alguém da linhagem de Davi vai novamente sentar-se no trono e governar como rei. Este futuro rei é Jesus, no milênio (Lucas 1:32-33).
Em Deuteronômio 30:1-10 também DEUS amplia o aspecto de terra detalhado na Aliança Abraâmica. De acordo com os termos deste pacto, se o povo desobedecesse, Deus faria com que fossem espalhados pelo mundo (Deuteronômio 30:3-4), mas Ele acabaria restaurando-os em uma nação (v. 5). Quando a nação for restaurada, então eles vão obedecê-lo perfeitamente (versículo 8), e Deus fará com que prosperem (v. 9).
Aliança Mosaica (Deuteronômio 11; et al.). A Aliança Mosaica era uma aliança condicional que ou trazia bênção direta de Deus pela obediência ou maldição direta de Deus pela desobediência sobre a nação de Israel. Uma parte da Aliança Mosaica (Êxodo 20) eram os Dez Mandamentos e o resto da Lei, que continha mais de 600 comandos, cerca de 300 negativos e 300 positivos. Os livros de história do Antigo Testamento detalham (Josué-Ester) como Israel sucedeu ou fracassou miseravelmente em obediência à Lei. Deuteronômio 11:26-28 detalha o tema de bênção/maldição.
Aliança Davídica (2 Samuel 7:8-16). A Aliança Davídica amplifica o aspecto da "semente" na Aliança Abraâmica. As promessas feitas a Davi nesta passagem são significativas. Deus prometeu que a linhagem de Davi duraria para sempre e que o seu reino jamais deixaria de existir permanentemente (versículo 16). Obviamente, o trono de Davi não tem estado em vigor (embora seus descendentes dominem a politica israelita) em todos os momentos. Haverá um tempo, no entanto, quando alguém da linhagem de Davi vai novamente sentar-se no trono e governar como rei. Este futuro rei é Jesus, no milênio (Lucas 1:32-33).
ALIANÇA (PACTO, MEMORIAL, TRATADO, COMPROMETIMENTO, TESTAMENTO)
ALIANÇA (AT)- (Strong Português) - ברית b ̂eriyth
1) acordo, aliança, compromisso
1a) entre homens
1a1) tratado, aliança, associação (homem a homem)
1a2) constituição, ordenança (do monarca para os súditos)
1a3) acordo, compromisso (de homem para homem)
1a4) aliança (referindo-se à amizade)
1a5) aliança (referindo-se ao casamento)
1b) entre Deus e o homem
1b1) aliança (referindo-se à amizade)
1b2) aliança (ordenação divina com sinais ou promessas)
2) (expressões)
2a) fazer uma aliança
2b) manter a aliança
2c) violação da aliança
1) acordo, aliança, compromisso
1a) entre homens
1a1) tratado, aliança, associação (homem a homem)
1a2) constituição, ordenança (do monarca para os súditos)
1a3) acordo, compromisso (de homem para homem)
1a4) aliança (referindo-se à amizade)
1a5) aliança (referindo-se ao casamento)
1b) entre Deus e o homem
1b1) aliança (referindo-se à amizade)
1b2) aliança (ordenação divina com sinais ou promessas)
2) (expressões)
2a) fazer uma aliança
2b) manter a aliança
2c) violação da aliança
***BÊRIYTH (ALIANÇA EM HEBRAICO) = A ALIANÇA ANTERIOR É FEITA
EM BASE DE IGUALDADE, É UMA TROCA, UM ACORDO EM QUE DEUS ME DÁ E EU TENHO QUE
DAR PARA DEUS O MESMO. É CONDICIONAL.
Existem leis e normas a serem cumpridas ou obedecidas para que as
bênçãos da aliança alcancem seus aliançados.
O auge dessa aliança é a vida de CRISTO, o messias, o rei do reino de
Israel na Terra (milênio).
***DIATHEKE (ALIANÇA EM GREGO) = A NOVA ALIANÇA É
DIFERENTE, É SUPERIOR, POIS DEUS ME DÁ TUDO O QUE PRECISO NÃO EXIGINDO NADA EM
TROCA, A NÃO SER FÉ. É INCONDICIONAL.
EU NÃO TINHA NADA DE BOM A OFERECER, SÓ DE RUIM: PECADO E INIQUIDADE;
MESMO ASSIM, DEUS ME RECEBE COMO CABEÇA DE ALIANÇA E ME DÁ A SALVAÇÃO E TODAS
AS BÊNÇÃOS PROVINDAS DAÍ : BATISMO COM ESPÍRITO SANTO, DONS DO ESPÍRITO SANTO,
PARTICIPAÇÃO NO MINISTÉRIO, ETC...
ALIANÇA (NOVA - NT) - (Strong Português)
- διαθηκη diatheke
1) disposição; arranjo de qualquer natureza que se espera que seja válido, última disposição que alguém faz de suas posses terrenas depois de sua morte, testamento ou vontade
2) pacto, acordo, testamento
2a) acordo de Deus com Noé, etc.
1) disposição; arranjo de qualquer natureza que se espera que seja válido, última disposição que alguém faz de suas posses terrenas depois de sua morte, testamento ou vontade
2) pacto, acordo, testamento
2a) acordo de Deus com Noé, etc.
***DEUS FAZ ALIANÇA CONOSCO, EM CRISTO, Hb 8.9, 1 Co 1.30 E Gl 3.16 =
MAIOR SINAL
Não está baseada na lei e nem na obediência a elas, mas na graça de
DEUS, em CRISTO, através do ESPÍRITO SANTO que mora em nós.
3. Professar o credo divino.
O RESUMO DE TODA DOUTRINA LEVÍTICA ERA “Ouve, Israel, o Senhor, nosso
DEUS, é o único Senhor” (Dt 6.4). Nesta sentença
resume-se toda a teologia do Antigo Testamento.
Shemá Israel
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Shemá Israel (em hebraico שמע ישראל; "Ouça
Israel") são as duas primeiras palavras da seção da Torá que constitui a
profissão de fé central do monoteísmo judaico (Devarim / Deuteronómio 6:4-9) no
qual se diz שְׁמַע יִשְׂרָאֵל יְהוָה אֱלֹהֵינוּ יְהוָה אֶחָד: (Shemá Yisrael
Ado-nai Elohêinu Ado-nai Echad - Ouve Israel, ADO-NAI nosso Deus ADO-NAI é Um).
A Igreja deve guardar as doutrinas bíblicas em seu coração. Segundoo o
pastor Antônio Gilberto estas são as principais:
|
PRINCIPAIS
DOUTRINAS BÍBLICAS
|
||
|
. AS
DOUTRINAS DA SALVAÇÃO
|
. AS
DOUTRINAS DA FÊ CRISTÃ
|
. AS
DOUTRINAS DO PORVIR (OU DAS COISAS FUTURAS)
|
|
Algumas
dessas doutrinas:
1) A Doutrina do Pecado 2) A Doutrina Geral da Salvação Alguns capítulos dessa grandiosa doutrina: - A Graça de Deus - A Expiação Pelo Sangue - A Propiciação Pelo Sangue - A Justificação Pela Fé - A Regeneração Pelo Espírito Santo 3) A Doutrina do Discipulado Cristão 4) A Doutrina do Arrependimento e Confissão de Pecado 5) A Doutrina do Batismo em Águas. 6) A Doutrina da Santificação 7) A Doutrina da Eleição e Predestinação dos Salvos 8) A Doutrina da Evangelização e Missões |
Algumas
dessas doutrinas:
9) A Doutrina das Sagradas Escrituras 10) A Doutrina do Deus Triúno: o Pai, o Filho, e o Espírito 11) A Doutrina da Fé 12) A Doutrina da Criação de Todas as Coisas 13) A Doutrina dos Anjos Bons e Maus e os Demônios 14) A Doutrina do Homem (isto é, acerca do homem) 15) A Doutrina da Família 16) A Doutrina da Consciência Como Faculdade Humana 17) A Doutrina da Lei e da Graça 18) A Doutrina de Israel (isto é, acerca de Israel) 19) A Doutrina da Igreja 20) A Doutrina da oração e do jejum 21) A Doutrina do Louvor e da Adoração a Deus 22) A Doutrina do Ministério Evangélico 23) A Doutrina do Batismo Com o Espírito Santo 24) A Doutrina dos Dons do Espírito Santo 25) A Doutrina do Fruto do Espírito Santo 26) A Doutrina do Perdão 27) A Doutrina da Ceia do Senhor 28) A Doutrina da Cura Divina 29) A Doutrina da Unção dos Enfermos Com Óleo 30) A Doutrina da Imposição de Mãos s/as Pessoas 31) A Doutrina do Testemunho do Crente (=0 crente falar de Cristo com a sua vida) (=A vida cristã manifesta pelo testemunho do crente) 32) A Doutrina da Contribuição Financeira, etc. 33) A Doutrina das Duas Naturezas do Crente 34) A Doutrina do Sofrimento do Cristão Nesta Vida 35) A Doutrina do Crente Como Cidadão do Estado 36) A Doutrina da Ação Social da Igreja 37) A Doutrina da Disciplina Bíblica na Igreja 38) A Doutrina Concernente ao Desviado 39) A Doutrina dos Tipos Bíblicos (Tipologia Bíblica) 40) A Doutrina da Encarnação e Deidade de Cristo. 41) A Doutrina das Promessas de Deus |
Algumas
dessas doutrinas:
42) A Doutrina da Morte e do Estado Intermediário dos Mortos 43) A Doutrina da Ressurreição dos Justos e dos Injustos 44) A Doutrina dos Juízos (ou Julgamentos) 45) A Doutrina da Grande Tribulação Sobre Israel e os Gentios 46) A Doutrina Concernente ao Anticristo 47) A Doutrina da Vinda de Jesus 48) A Doutrina do Milênio de Cristo Sobre a Terra 49) A Doutrina do céu Para os Salvos, e do Inferno Para os Per¬didos 50) A Doutrina do Conhecimento e Relacionamento dos Salvos na Outra Vida 51) A Doutrina do Futuro de Israel e dos Gentios Corno Povos Na¬turais 52) A Doutrina do Perfeito Estado Eterno (ou A Doutrina da Eter¬nidade) 53) A Doutrina das Dispensações e Alianças da Bíblia. |
4. Aguardar o Messias.
No livro de Salmos, há uma elevada cristologia, que descreve a paixão, a
morte, a ressurreição e a glorificação do Senhor JESUS CRISTO como Rei dos reis
(Sl 22.1-19; 16.10; 110.1-4; 2.1-8). Um israelita
crente, e predisposto a servir a DEUS, jamais seria surpreendido com a chegada
do Messias, pois o culto levítico era essencial e tipologicamente cristológico
(Lc 2.25-35).
Os salmos mais reconhecidamente messiânicos são: 2, 8,
16, 22, 24, 40, 41, 45, 68, 69, 72,
87, 89, 102, 110, 118 (os principais estão sublinhados). Uma
análise global deles nos mostra que eles enfatizam três temas messiânicos que
são encontrados na teologia do Novo Testamento, em seu aspecto cristológico:
(1) A humilhação e exaltação do Messias.
(2) As tristezas presentes e o livramento futuro de Israel.
(3) As bênçãos futuras de todas as nações através do Messias reinante de
Israel
CONCLUSÃO
O CULTO NO ANTIGO TESTAMENTO
Como Definição de culto podemos dizer que é um serviço voluntário prestado a DEUS, sendo que nossa vida deve ser oferecida a DEUS.
Na era patriarcal Noé aparece como um adoradopr que faz altar a DEUS. No período de Moisés todo um sistema levítico é montado para oficializar o culto a DEUS. No tempo de Davi e Salomão também a música é introduzida no culto. Após o cativeiro babilônico Esdras e Neemias, reavivaram o culto levítico. Sinagogas são construídas por toda parte.
ELEMENTOS DO CULTO LEVÍTICO
Sacrifícios diversos são exigidos e sempre a vida de animais são substituitas de vidas humanas. Cânticos são criados por Davi e Salomão, dentre outros. A Exposição da Palavra passa a ser importante como recurso didático. A Oração, como por exemplo, a de Salomão trás a glória de DEUS. A Leitura da Palavra e explicação da mesma se faz necessária por causa da língua aramaica aprendida na Babilônia pela maioria e parta crescimento da fé de todos. A Bênção é introduzida como corolário do desejo de DEUS em abençoar seu Povo.
FINALIDADES DO CULTO LEVÍTICO
São finalidades do Culto Levítico: Adorar ao Único e Verdadeiro DEUS. Reafirmar as alianças antigas, Professar o credo divino e Aguardar o Messias.
Como Definição de culto podemos dizer que é um serviço voluntário prestado a DEUS, sendo que nossa vida deve ser oferecida a DEUS.
Na era patriarcal Noé aparece como um adoradopr que faz altar a DEUS. No período de Moisés todo um sistema levítico é montado para oficializar o culto a DEUS. No tempo de Davi e Salomão também a música é introduzida no culto. Após o cativeiro babilônico Esdras e Neemias, reavivaram o culto levítico. Sinagogas são construídas por toda parte.
ELEMENTOS DO CULTO LEVÍTICO
Sacrifícios diversos são exigidos e sempre a vida de animais são substituitas de vidas humanas. Cânticos são criados por Davi e Salomão, dentre outros. A Exposição da Palavra passa a ser importante como recurso didático. A Oração, como por exemplo, a de Salomão trás a glória de DEUS. A Leitura da Palavra e explicação da mesma se faz necessária por causa da língua aramaica aprendida na Babilônia pela maioria e parta crescimento da fé de todos. A Bênção é introduzida como corolário do desejo de DEUS em abençoar seu Povo.
FINALIDADES DO CULTO LEVÍTICO
São finalidades do Culto Levítico: Adorar ao Único e Verdadeiro DEUS. Reafirmar as alianças antigas, Professar o credo divino e Aguardar o Messias.
COMENTÁRIOS EXTRAS ABAIXO
CULTO
Dicionário teológico
[Do lat. cultus, veneração] Tributação voluntária de louvores e honra ao
Criador. A liturgia, em si, não constitui-se em culto; é necessário venha ela
acompanhada de verdadeira predisposição espiritual. A liturgia é o símbolo; a
piedade, a essência. A liturgia é a roupagem; o amor a DEUS, a verdadeira
substância do culto.
Eis o texto-áureo do culto: “DEUS é ESPÍRITO; importa que os que o
adorem, façam-no em espírito e verdade” (Jo 4.24). O objetivo primário do culto é a
adoração a DEUS; o secundário, o enlevo espiritual do adorador.
CULTO
Dicionario Portugues
1. Que se cultivou. 2. Que tem cultura; instruído. S. m. 1. Forma pela
qual se presta homenagem à divindade; liturgia. 2. Cerimônia de culto (protestante).
3. Veneração.
CULTO
Dicionário Bíblico Wycliffe
Cultos são sistemas particulares de adoração religiosa com referências
especiais a rituais e cerimônias. O culto é o ponto central de uma religião e
eventualmente assume formas e símbolos que revelam mais claramente o caráter
distinto da religião. Como foco da vida religiosa, o culto se torna o ponto
onde o senso do sagrado é mais concentrado, e assim serve como um indicador da
qualidade mais interior da religião.
O tema seita descreve grupos religiosos menores, de crenças consideradas
não ortodoxas ou artificiais, e neste sentido foi aplicado ao cristianismo
primitivo pelas autoridades da religião do estado romano.
A religião de Israel estava em constante conflito, mas finalmente
triunfou sobre as seitas e cultos de seus vizinhos, como por exemplo a adoração
a Baal e Aserá com seus muitos profetas e sacerdotes (1 Rs 18.19). Estas seitas
tinham uma natureza extremamente degradada. Seus templos e cultos envolviam a
prostituição e os sacrifícios de crianças, e tudo era feito de forma
assustadoramente clara de acordo com as tábuas cananéias encontradas em Ras
Shamra (q.v.) e em sepulturas fenícias nas proximidades de Cartago.
A igreja cristã primitiva sem dúvida herdou várias formas e costumes de
adoração provenientes das sinagogas judaicas; mas duvida-se de que tenha havido
algum tipo de adoração pagã, como por exemplo nas religiões de mistério, e é
notório que estas sequer exerceram qualquer influência considerável na adoração
cristã primitiva. Pesquisas conclusivas mostraram que semelhanças externas e
superficiais não provam necessariamente uma relação ou uma dependência. Em
alguns exemplos particulares, o que parece mais provável é uma similaridade de
terminologias, onde o cristianismo lhes dá um novo teor e significado. T. M. B
ADORAÇÃO (1)
Dicionário Bíblico Wycliffe
Na versão RC em português, esse termo ocorre apenas em Atos 8.27. Ele
não ocorre nas versões KJV, ASV ou RSV em inglês, embora a idéia esteja
expressa no AT pela palavra shaha, que significa
“veneração”, “inclinar-se perante”. No NT a idéia está expressa pela palavra
proskuneo, que significa “venerar”, “beijar a mão”, “fazer reverência a”,
“adorar” e menos freqüentemente por sebomai, que significa “reverenciar”,
“adorar”, “ser devoto de” e latreuo, que significa “venerar publicamente”,
“ministrar”, “servir”, “prestar homenagem religiosa".
ADORAÇÃO (2)
Dicionário Bíblico Wycliffe
O propósito da adoração é estabelecer ou dar expressão a um
relacionamento entre a criatura e a divindade. A adoração é praticada
prestando-se reverência e homenagem religiosa a DEUS (ou a um deus) em
pensamento, sentimento ou ato, com ou sem a ajuda de símbolos e ritos. A
adoração pura expressa a veneração sem fazer alguma petição, e pressupõe a
auto-renúncia e a entrega sacrificial a DEUS. Estritamente falando, a adoração
é a ocupação da alma com o próprio DEUS, e não inclui a oração por necessidades
e ação de graças pelas bênçãos.
A adoração é representada na Bíblia principalmente por duas palavras: no
AT a palavra heb. shaha (mais de 100 vezes) significando “curvar-se diante”,
“prostrar-se”, (Gn 22.5; 42.6: 48.12; Êx 24.1; Jz 7.15; 1 Sm 25.41; Jó 1.20; Sl 22.27; 86.9 etc.), e no NT a palavra
gr. proskyneo (59 vezes), significando 'prostrar-se”, “prestar homenagem a
alguém” (Mt 2.2,8,11; 4,9; Mc 5.6; 15.19; Lc 4.7,8: Jo 4.20-22 etc.). Essas duas palavras são
constantemente traduzidas pela palavra ־adoração׳’, denotando o valor daquele que recebe
a honra ou devoção especial. Ambos os termos “adoração” e “digno” podem ser
vistos juntos na grande descrição dos 24 anciãos prostrando-se diante daquele
que se assenta no trono (Ap 4.10-11; cf. 5.8-14).
Além das duas palavras principais há um extenso vocabulário tanto no
heb. como no gr. definindo ainda mais a atividade de adoração. As palavras
comumente usadas são o heb. ‘abad, significando “trabalhar”, “servir”, “adorar”
(2 Rs 10.19-23) com a sua
contraparte gr. latreuo, significando “prestar serviço religioso ou honra a
DEUS” (Atos 24.14; Fp 3.3), Uma palavra heb. e aram. sagad,
significando “prostrar-se em adoração”, é encontrada em Isaías 44.15,17,19; 46.6; Daniel 2.46 e
freqüentemente no capítulo seguinte. Temer ao Senhor é um sinônimo próximo, à
medida que se aprende a comparar Deuteronômio 6.13 com a citação
deste versículo pelo Senhor JESUS em Mateus 4.10. Aqui o temor tem um
sentido de admiração e reverência (cf. Sl 5.7). Outras palavras gregas de grande
importância são sebomai e os seus diversos cognatos, significando “ficar
admirado”, “reverenciar”, e threskeia, significando “religião”, “adoração
cerimonial” (Cl 2.18; Atos 26.5; Tg 1.26ss.).
A Adoração no AT
A adoração no AT pode ser dividida em dois períodos principais, o
patriarcal e o teocrático. Antes das instituições mosaicas, há poucas
indicações de adoração formal e pública entre os patriarcas. Os tempos dos
patriarcas revelam, antes, os atos individuais, pessoais e ocasionais de adoração
que caracterizariam um povo semi-nômade vivendo longe da sociedade organizada
(por exemplo, Abraão no Moriá, Gênesis 22.1-5; Jacó em
Betel, Gênesis 28.18-22). Gênesis, porém,
retrata os primórdios da religião ritualista na instituição de sacrifícios e na
construção de altares (Gn 4.3,4,26; 8.20-22).
Durante o período teocrático, o conceito corporativo e ritualista da
adoração tornou-se proeminente. Um sistema de adoração altamente organizado e
muito completo foi revelado por DEUS a Moisés no Sinai, o qual incluía:
1. Tipos especiais de ofertas e sacrifícios para toda a nação; (a) diário (Nm 28.3-8); (b) todos os sábados (Nm 28.9,10; Lv 24.8); (c) na lua nova (Nm 28.11-15); (d) a Páscoa ou a
Festa dos Pães Asmos (Nm 28.16-25; Êx 12.1ss.); (e) Festa das Primícias e
Pentecostes - Festa das Semanas (Lv 23.15-20; Nm 28.26-31); (f)Festa
dasTrombetas(Lv23.23- 25; Nm 29.1-6; cf. Is 18.3; 27.12,13; Jl 2.15- 32); (g) Dia da
Expiação (Lv 23.26-32; Nm 29.7-11); (h) Festa dos Tabernáculos, quando,
no décimo quinto dia do sétimo mês, logo após a colheita, enquanto o povo
habitava em tendas feitas de galhos de árvores em memória de sua libertação do
Egito, os sacerdotes ofereciam sete dias de sacrifícios especiais (Lv 23.33-44; Nm 29.13ss.).
2. Sacrifícios específicos a serem oferecidos por um indivíduo por si mesmo
e sua família, como o manjar da Páscoa e a Páscoa em si (Êx 12; cf. Lv 23.5); uma oferta queimada
de um macho do rebanho sem mancha, por si mesmo e sua família (Lv l.lss.) com o
qual ele se identificava e sobre o qual tanto os seus pecados como os dos seus
familiares eram simbolicamente depositados, ao colocar a sua mão sobre a cabeça
da oferta quando ela era morta; uma oferta de manjares como uma oferta de
louvor apontando para a perfeição de DEUS e de CRISTO (Lv 2); uma oferta pacífica apontando para
CRISTO como a nossa paz (Lv 3). Havia ofertas apropriadas para o
caso dos pecados praticados por ignorância (Lv 4-5) e pelas transgressões (Lv 6.1-7).
3. Sacrifícios especiais pelos próprios sacerdotes na consagração de
Arão e seus filhos (Lv 8.2,14,15); na unção de um sacerdote (Êx
29.15ss.; Lv 6.19-23); quando um
sacerdote havia pecado (Lv 4.3ss.); na
purificação das mulheres (Lv 12.6,8); para a purificação de leprosos (Lv 14.19); para remover a impureza cerimonial (Lv 15.15,30); na conclusão ou na quebra do voto de
um nazireu (Nm 6.11- 14).
Houve, sem dúvida, muita confusão durante o período dos juizes, e a dispersão
das tribos por toda a terra, posteriormente, perturbou o quadro religioso. O
conceito corporativo de adoração, apesar de tudo, estava destinado a aumentar.
Santuários foram estabelecidos e buscados pelo povo ano após ano; Dã, Gilgal,
Siquém, Siló e Berseba, para citar os mais importantes. Tendências sincretistas
em religião constantemente corrompiam a adoração nesses lugares, inspirando
práticas pagãs na religião de Israel. Por causa da corrupção constante e
crescente, a religião de Israel estava em uma situação difícil quando Saul e a
monarquia chegaram. Na verdade, o reinado de Davi poderia ser visto como uma
época de reavivamento religioso que culminou com a edificação do Templo sob a
autoridade de Salomão. Sem dúvida alguma a própria experiência de adoração de
Davi em particular, e a sua comunhão com o Senhor em meio às circunstâncias
mais atribuladas, lhe trouxeram o desejo de levar outros a louvar e adorar a
DEUS (Sl 42.1-4; 122.1; 2 Sm 6.12-18; 1 Cr 16.1-36). O efeito do Templo
na adoração de Israel é desequilibrado por qualquer outro fator. Gradualmente,
todos os outros lugares de adoração foram eliminados, e o Templo em Jerusalém
permaneceu como o único lugar para sacrifício, a base da adoração.
Além de todas as ofertas e sacrifícios especificados por DEUS na lei
mosaica, desenvolveu-se um sistema de adoração pública com algumas
características:
(1) Atos sacrificiais especiais para ocasiões extraordinárias, como a consagração
do Tabernáculo (Nm 7) ou do Templo de
Salomão (2 Cr 7.5ss.).
(2) Atos cerimoniais específicos nos quais o
povo expressava uma reverência incomum, como quando o sumo sacerdote oferecia
incenso no lugar santo, quando Salomão abençoava o povo (1 Rs 8.14), e quando os sacerdotes tocaram as
trombetas de prata (2 Cr 7.6).
(3) Ministrações de louvor no Templo quando cânticos
vocais e instrumentos musicais de todo tipo eram empregados (2 Cr 5.13). Moisés compôs um cântico de
livramento depois que DEUS conduziu o povo a pés enxutos pelo meio do mar
Vermelho, e Miriã, sua irmã, e as mulheres o acompanharam com tamboris (Êx 15.1,20). Depois da arca do Senhor ter sido
recuperada dos filisteus, Davi designou um coral de levitas para ministrar
diante dela (1 Cr 16.4), e também formou
uma orquestra (1 Cr 16.6,42,43; cf. 2 Sm 6.5). O último Salmo recomenda que
instrumentos musicais de todos os tipos sejam usados para louvar ao Senhor (Sl 150). Existem possivelmente alguns Salmos
antifonais (Sl 20; 21; 24; 107; 118).
(4) A oração pública quando o povo foi guiado por Moisés (Dt 26.15), por Salomão (1 Rs 8.23-54), e como encontrado
nos Salmos 51, 60, 79, 80 e muitos outros.
(5) Discursos públicos, como a soma da obra de Moisés com cinco
discursos no livro de Deuteronômio; o discurso de Salomão para a congregação (2 Cr 6.4-11); Neemias mandando
ler a lei e então mandando os levitas orarem (Ne 9.3-38; cf. 13.1-5).
Depois que os cativos retomaram da Babilônia, a reedificação do Templo
era de certo modo o renascimento da religião nacional. Nos séculos que se
seguiram ao retorno, a adoração de Israel tomou-se altamente desenvolvida e
ritualista. O calendário religioso foi expandido para incluir as festas
pós-exílio e as observâncias sagradas. O Templo não era só um edifício, mas um
centro que colocava em foco a adoração de toda a nação. Sua evidência verdadeira
revela que algumas seitas do judaísmo (como os essênios) eram anti-templo em
sua expressão de adoração, mas a principal corrente da vida judaica, alimentada
por muitos e divergentes tributários (como os saduceus e os fariseus), fluía
através do Templo.
Depois do retorno do exílio babilônico, a sinagoga (q.v.) apareceu como
um rival para o Templo. Estritamente falando, a sinagoga foi criada para a
instrução e não para a adoração; mas, na prática, parece ter havido algum
elemento de adoração na ministrarão da sinagoga desde o seu início, Na verdade,
este era um elemento crescente; e após a destruição do Templo em 70 d.C., a
sinagoga se apropriou de tudo o que restou da adoração judaica.
A Adoração no NT
Com a morte, sepultamento e ressurreição de CRISTO, todos os sacrifícios
e ofertas do AT tornaram-se coisa do passado. Agora “não resta mais sacrifício
pelos pecados”, pois o Cordeiro de DEUS tirou o pecado do mundo Hb 10.26; Jo 1.29). Agora o crente tem, em CRISTO. um
advogado diante de DEUS para defendê-lo quando ele se arrepende de seus pecados
(1 Jo 1.9; 2.1), e assim não precisa de nenhum
sacerdote terreno. Portanto, a forma de adoração logo começou a mudar. Porém a
adoração pública nos primeiros dias do cristianismo ainda estava associada ao
Templo. O livro de Atos descreve cristãos judeus continuando sua adoração no
Templo (Atos 2.46; 3.1; 5.20,42), mesmo na época da prisão de Paulo
(Atos 21.26-33). Somente a hostilidade daqueles que controlavam o Templo,
aparentemente, afastou os primeiros cristãos daquele lugar santo.
Ao mesmo tempo, o cristianismo começou a se voltar para as residências
particulares como lugares de reunião (Atos 2.46; 5.42; 12.12). O elemento de sacrifício, que era
básico no Templo, foi perpetuado apenas na ceia que rememorava a morte
sacrificial de CRISTO. Esta observância parece ter sido, a princípio, uma parte
de uma refeição coletiva que os cristãos compartilhavam (1 Co 11.20-34). Posteriormente ela
se tomou especialmente associada com o dia do Senhor, o dia que logo foi
separado para a adoração cristã. O sábado judaico foi gradualmente substituído
pelo primeiro dia da semana, firmando-se como o dia das primeiras experiências
cristãs com o CRISTO ressurrecto (Jo 20.19,26; Atos 20.7; 1 Co 16.2; Ap 1.10). Pregar e ensinar eram elementos de
suprema importância nas reuniões públicas para as jovens igrejas (Atos 11.26; 15.35; 18.25; 20.7). Aqueles elementos que faziam parte
da adoração no judaísmo também aparecem nas primeiras ministrações cristãs;
leitura do AT (1 Tm 4.13), oração (Atos 2.42; 1 Co 14.14-16), canto (Ef 5.19; Cl 3.16) e a entrega de ofertas ou donativos (1 Co 16.1,2).
A verdadeira adoração congregacional é regulamentada em 1 Coríntios 14:26
(Que fareis pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem
doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para
edificação. 1 Coríntios 14:26). Qualquer membro era livre para participar
conforme o ESPÍRITO dispusesse (1 Co 14.26), principalmente quando procurasse
ministrar aos outros através de seu dom espiritual ou carismático (1 Pe 4.10,
11.- Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros
da multiforme graça de DEUS. Se alguém falar, fale segundo as palavras de DEUS;
se alguém administrar, administre segundo o poder que DEUS dá; para que em tudo
DEUS seja glorificado por JESUS CRISTO, a quem pertence a glória e poder para
todo o sempre. Amém.). Uma mulher que orasse ou profetizasse deveria ter a sua
cabeça coberta (1 Co 11.5). Uma mensagem em
uma língua incompreensível deveria ser interpretada, e toda profecia deveria
estar sujeita aos profetas na congregação (1 Co 14.27- 33).
CRISTO não prescreveu para os seus discípulos formas específicas de
adoração pública, sem dúvida assumindo que o seu próprio exemplo e o ESPÍRITO
SANTO fariam com que estas surgissem espontaneamente. Ele realmente enfatizou
que os adoradores deveriam adorar a DEUS “em espírito e em verdade" (Jo 4.23ss.) e que procurassem guardar a sua
adoração de formas não meramente exteriores, enfatizando a privacidade e a
realidade diante de DEUS (Mt 6.1-18). O apóstolo Paulo nos permite
enxergar uma parte de sua vida devocional particular quando menciona o falar a
DEUS em mistérios em seu espírito e através de suas orações, e quando nos
ensina sobre cantar e bendizer a DEUS tanto com o espírito como com a mente (1 Co 14.2,14-19); também na oração
em línguas - O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que
profetiza edifica a igreja. 1 Coríntios 14:4).
Alguns estudiosos têm professado encontrar nas religiões de mistério várias
práticas que têm - segundo eles pensam - uma adoração cristã influenciada. O
banho ou batismo cerimonial (como o banho de sangue do Mitraísmo); o manjar
sagrado, às vezes com um significado memorial (como a elevação da espiga de
trigo como um símbolo de morte e renascimento no ritual Eleusiano). É
claramente certo que essas religiões eram totalmente inferiores ao
cristianismo, pois a base da adoração cristã reside no fato histórico e não em
mitos e teorias. Por seus próprios méritos inerentes, o cristianismo ganhou a
sua vitória sobre as religiões rivais do mundo antigo, e tais expressões de
adoração, quando são similares ao cristianismo, apenas apontam para a ampla
base religiosa que é inerente à natureza humana. Uma das maiores dificuldades
do cristianismo chegou cedo e em conexão com a adoração. Roma decretou uma
religião universal para o mundo: o culto aos imperadores. Era a política romana
chamar a atenção de todas as pessoas para o centro do poder, e o culto imperial
era um meio de dar coesão ao vasto império. Este culto jamais teve a intenção
de perseguir ou substituir as religiões nacionais, não pretendia impor um dogma
religioso. Na verdade, a apoteose imperial era política em natureza e
propósito, surgindo como resultado de lisonja, gratidão e precedente histórico.
Os imperadores reagiram à apoteose em graus diferentes. De todos os
imperadores, embora provavelmente encorajando a adoração a si mesmo em níveis
inferiores a qualquer outro, Augusto recebeu a adoração mais genuína. Tibério
recusou-se a receber honras divinas em Roma, mas encorajou o culto nas
províncias. Calígula era insistente em sua divindade. Nero foi o primeiro
imperador vivo a usar a corona radiata que era o símbolo da descendência do
deus sol. Domiciano reivindicou o título de domitnus et deus durante o período
em que viveu. Embora não possuísse nenhum valor religioso, o culto se tomou,
nas províncias, um modo conveniente de detectar a deslealdade a Roma. Os
principais não-conformistas eram os republicanos, os judeus e os cristãos. O
cristianismo jamais esteve disposto a atribuir um senhorio a César, o que
trouxe um imenso sofrimento e uma perseguição generalizada no final do século I
— A adoração dos cristãos - mesmo em uma era politeísta - era exclusivamente
reservada a DEUS e seu CRISTO. .
Bibliografia. Oscar Cullmann, Early Chris- tian Worskip,
trad. por A. S. Todd e J. B. Torrance, Chicago. H. Regnery Co., 1953. G. Henton
Davies. C. C. Richardson e Abraham Cronbach, “Worship, etc.”, IDB, IV, 879-903.
Gerhard Delling, Worship in the NT, trad. por Percy Scott, Filadélfia.
Westminster Press, 1962. Roland de Vaux, Ancient Israel, trad. por John McHugh,
Nova York. McGraw-Hill, 1961,pp. 271-517, 537-552. George Evans, The True
Spirit of Worship, Chicago. Bible Iast. Colportage Assn., 1941. Alfred P.
Gibbs, Worship. The Christian’s Highest Occupation, 2a ed., Kansas City, Kan.
Walteríck Publ., s.d. Oscar Hardman, A History of Christian Worship, Nashville.
Cokesbury Press, 1937. Arthur S. Herbert, Worskip in Ancient Israel, Richmond.
John Knox Press, 1959. Yehezkel Kaufmann, The Religion of Israel, trad. e
resumido por Moshe Greenberg, Chicago. Univ. of Chicago Press, 1960, Franidin
M. Segler, Christian Worship. Its Theology and Practice, Nashville. Broad- man
Press, 1967. H. Strathmann, “Latreuo, etc,”, TDNT, IV, 58-65, Jean J. von
Allmen, Worship, Its Theology and Practice, Nova York. Oxford Univ. Press,
1965. H. LD. e E. A. K.
(Strong Português)
Glória כבוד kabowd raramente כבד kabod
1) glória, honra, glorioso, abundância
1a) abundância, riqueza
1b) honra, esplendor, glória
1c) honra, dignidade
1d) honra, reputação
1e) honra, reverência, glória
1f) glória
1) glória, honra, glorioso, abundância
1a) abundância, riqueza
1b) honra, esplendor, glória
1c) honra, dignidade
1d) honra, reputação
1e) honra, reverência, glória
1f) glória
(Strong Português)
Tenda משכן mishkan
1) lugar de habitação, tabernáculo
1a) lugar de habitação
1b) moradia
1) lugar de habitação, tabernáculo
1a) lugar de habitação
1b) moradia
(Strong Português)
Nuvem ענן Ìanan
1) nuvem, nublado, nuvens
1a) nuvens (referindo-se a nuvem teofânica)
1b) nuvem
1) nuvem, nublado, nuvens
1a) nuvens (referindo-se a nuvem teofânica)
1b) nuvem
(Strong Português)
Congregação מועד mow
Ìed ou מעד mo Ìed ou
(fem.) מועדה mow
Ìadah (2Cr 8.13)
1) lugar determinado, tempo determinado, reunião
1a) tempo determinado
1a1) tempo determinado (em geral)
1a2) período sagrado, festa estabelecida, período determinado
1b) reunião determinada
1c) lugar determinado
1d) sinal determinado
1e) tenda do encontro
1) lugar determinado, tempo determinado, reunião
1a) tempo determinado
1a1) tempo determinado (em geral)
1a2) período sagrado, festa estabelecida, período determinado
1b) reunião determinada
1c) lugar determinado
1d) sinal determinado
1e) tenda do encontro
(Strong Português)
CULTO λατρεια latreia
1) serviço retribuído por salário
1a) qualquer serviço ou ministério: o serviço a DEUS
2) serviço e adoração a DEUS de acordo com os requerimentos da lei levítica
3) realizar serviços sagrados
1) serviço retribuído por salário
1a) qualquer serviço ou ministério: o serviço a DEUS
2) serviço e adoração a DEUS de acordo com os requerimentos da lei levítica
3) realizar serviços sagrados
Comentario Biblico BEP - CPAD - ROMANOS 12:1,2 Rogo-vos, pois, irmãos, pela
compaixão de DEUS, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e
agradável a DEUS, que é o vosso culto racional.E não sede conformados com este
mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que
experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de DEUS.
QUE APRESENTEIS OS VOSSOS CORPOS EM SACRIFÍCIO VIVO. O crente deve ter
uma paixão sincera por agradar a DEUS, no amor, na devoção, no louvor, na
santidade e no servir. (1) Nosso maior desejo deve ser uma vida de santidade, e
sermos aceitos por DEUS. Para isso, precisamos separar-nos do mundo e
aproximar-nos cada vez mais de DEUS (v. 2). Devemos viver para DEUS, adorá-lo,
obedecer-lhe; opor-nos ao pecado e apegar-nos à justiça; resistir e repudiar o
mal, ser generosos com o próximo na prática de boas obras, imitar a CRISTO,
segui-lo, servi-lo, andar na direção do ESPÍRITO SANTO e ser cheio dEle. (2)
Devemos apresentar a DEUS, nosso corpo como morto ao pecado e como templo do
ESPÍRITO SANTO (cf. 1 Co 6.15,19).
12.2 NÃO VOS CONFORMEIS COM ESTE MUNDO, MAS TRANSFORMAI-VOS. Paulo deixa
subentender várias coisas neste versículo. (1) Devemos reconhecer que o
presente sistema mundano é mau (At 2.40; Gl 1.4), e que está sob o controle de Satanás
(Jo 12.31; 1 Jo 5.19;). (2) Devemos resistir às formas prevalecentes
e populares do proceder deste mundo e em lugar disso proclamar as verdades
eternas e os padrões justos da Palavra de DEUS, por amor a CRISTO (1 Co 1.17-24). (3) Devemos
desprezar e aborrecer aquilo que é mau, amar aquilo que é justo (v. 9; 1 Jo 2.15-17; ver Hb 1.9) e não ceder aos vários tipos de
mundanismo que rodeiam a igreja, tais como cobiça, egoísmo, oportunismo,
conceitos humanistas, artifícios políticos visando ao poder, inveja, ódio,
vingança, impureza, linguagem imunda, diversões ímpias, vestes imodestas e
provocantes, imoralidade, drogas, bebidas alcoólicas e companhias mundanas. (4)
Devemos conformar nossa mente à maneira de DEUS pensar (1 Co 2.16; Fp 2.5), mediante a leitura da Palavra de
DEUS e sua meditação (Sl 119.11,148; Jo 8.31,32; 15.7). Devemos permitir que nossos planos,
alvos e aspirações sejam determinados pelas verdades celestiais e eternas e não
por este presente século mau, profano e passageiro.
A linguagem aqui é do V.T, e faz-nos lembrar que os crentes judeus
ofereciam sacrifícios ao Senhor. Mas os crentes cristãos, em vez de oferecer
algo fora de si mesmos, devem oferecer seus próprios corpos a DEUS, como
sacrifícios vivos, santos e aceitáveis. Este tipo de sacrifício é um culto
espiritual que envolve todos os seus poderes racionais (Comentario Biblico
Moody).
Culto no AT
Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu
o tabernáculo; Êxodo 40:34
Por isso falaram ao rei da Assíria, dizendo: A gente que transportaste e
fizeste habitar nas cidades de Samaria, não sabe o costume do DEUS da terra;
assim mandou leões entre ela, e eis que a matam, porquanto não sabe o culto do
DEUS da terra. 2 Reis 17:26
E acontecerá que, quando o Senhor te houver introduzido na terra dos cananeus, e dos heteus, e dos amorreus, e dos heveus, e dos jebuseus, a qual jurou a teus pais que te daria, terra que mana leite e mel, guardarás este culto neste mês. Êxodo 13:5
E acontecerá que, quando o Senhor te houver introduzido na terra dos cananeus, e dos heteus, e dos amorreus, e dos heveus, e dos jebuseus, a qual jurou a teus pais que te daria, terra que mana leite e mel, guardarás este culto neste mês. Êxodo 13:5
A Glória da segunda casa foi maior do que a da primeira, ou seja, a
glória de DEUS se manifestou invisível no primeiro templo, mas no segundo, DEUS
mesmo estava ali presente. JESUS entrou ali.
A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor
dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos. Ageu 2:9
Culto no NT
Qual o resultado da verdadeira adoração a DEUS?
Qual deve ser o resultado de nosso culto a DEUS?
"Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação"
(1 Co 14.26).
Elementos do verdadeiro culto bíblico:
1- Salmo (Leitura da Bíblia)
2- Doutrina (Explanação da Bíblia por ensino e por pregação - para que todos aprendam e todos sejam consolados)
3- Revelação (falem dois ou três profetas, e os outros julguem - todos podereis profetizar, uns depois dos outros - procurai, com zelo, profetizar )
4- Língua (se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois ou, quando muito três, e por sua vez, e haja intérprete - não proibais falar línguas)
5- Interpretação (é a manifestação de um dom do ESPÍRITO SANTO - equivale à profecia).
DEUS responde ao culto que lhe agrada se manifestando.
No Antigo Testamento respondia com Fogo e Glória.
No Novo Testamento Responde com manifestação dos dons do ESPÍRITO SANTO e com sua Glória.
Levitico 9:22 Depois, Arão levantou as mãos ao povo e o abençoou; e desceu, havendo feito a expiação do pecado, e o holocausto, e a oferta pacífica.23 Então, entraram Moisés e Arão na tenda da congregação; depois, saíram e abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo o povo.24 Porque o fogo saiu de diante do SENHOR e consumiu o holocausto e a gordura sobre o altar; o que vendo todo o povo, jubilou e caiu sobre as suas faces.
2Rs 1:12
E respondeu Elias e disse-lhe: Se eu sou homem de DEUS, desça fogo do céu e te consuma a ti e aos teus cinquenta. Então, fogo de DEUS desceu do céu e o consumiu a ele e aos seus cinquenta.
2Cr 7:1
E, acabando Salomão de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do SENHOR encheu a casa.
1Rs 8:11 E não podiam ter-se em pé os sacerdotes para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR enchera a Casa do SENHOR.
2Cr 5:14 e não podiam os sacerdotes ter-se em pé, para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR encheu a Casa de DEUS.
Qual deve ser o resultado de nosso culto a DEUS?
"Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação"
(1 Co 14.26).
Elementos do verdadeiro culto bíblico:
1- Salmo (Leitura da Bíblia)
2- Doutrina (Explanação da Bíblia por ensino e por pregação - para que todos aprendam e todos sejam consolados)
3- Revelação (falem dois ou três profetas, e os outros julguem - todos podereis profetizar, uns depois dos outros - procurai, com zelo, profetizar )
4- Língua (se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois ou, quando muito três, e por sua vez, e haja intérprete - não proibais falar línguas)
5- Interpretação (é a manifestação de um dom do ESPÍRITO SANTO - equivale à profecia).
DEUS responde ao culto que lhe agrada se manifestando.
No Antigo Testamento respondia com Fogo e Glória.
No Novo Testamento Responde com manifestação dos dons do ESPÍRITO SANTO e com sua Glória.
Levitico 9:22 Depois, Arão levantou as mãos ao povo e o abençoou; e desceu, havendo feito a expiação do pecado, e o holocausto, e a oferta pacífica.23 Então, entraram Moisés e Arão na tenda da congregação; depois, saíram e abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo o povo.24 Porque o fogo saiu de diante do SENHOR e consumiu o holocausto e a gordura sobre o altar; o que vendo todo o povo, jubilou e caiu sobre as suas faces.
2Rs 1:12
E respondeu Elias e disse-lhe: Se eu sou homem de DEUS, desça fogo do céu e te consuma a ti e aos teus cinquenta. Então, fogo de DEUS desceu do céu e o consumiu a ele e aos seus cinquenta.
2Cr 7:1
E, acabando Salomão de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do SENHOR encheu a casa.
1Rs 8:11 E não podiam ter-se em pé os sacerdotes para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR enchera a Casa do SENHOR.
2Cr 5:14 e não podiam os sacerdotes ter-se em pé, para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR encheu a Casa de DEUS.
A Igreja presta culto a DEUS (serviço) segundo os moldes bíblicos que
estão registrados no Novo testamento.
Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de DEUS, que apresenteis os
vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a DEUS, que é o vosso culto
racional. Romanos 12:1
Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto
dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua
carnal compreensão, Colossenses 2:18
Que fareis pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. 1 Coríntios 14:26
Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e
salmodiando ao Senhor no vosso coração; Efésios 5:19
Como não será de maior glória o ministério do ESPÍRITO? 2 Coríntios 3:8
Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória
do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo
ESPÍRITO do Senhor.
2 Coríntios 3:18
2 Coríntios 3:18
Disse-lhe JESUS: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de DEUS?
João 11:40
Aos quais DEUS quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste
mistério entre os gentios, que é CRISTO em vós, esperança da glória;
Colossenses 1:27
Ora, também a primeira tinha ordenanças de culto divino, e um santuário
terrestre. Hebreus 9:1
Portanto, irmãos, visto que temos plena confiança para entrar no SANTO
dos Santos pelo sangue de JESUS, por um novo e vivo caminho que ele nos abriu
por meio do véu, isto é, do seu corpo, e uma vez que temos um grande sacerdote
sobre a casa de DEUS, aproximemo-nos de DEUS com um coração sincero e com plena
convicção de fé, tendo os corações aspergidos para nos purificar de uma
consciência culpada e tendo os nossos corações lavados com água pura. (Hb
10.1922)
Através de CRISTO, o escritor de Hebreus nos diz, devemos
"continuamente oferecer um sacrifício de louvor a DEUS, isto é, o fruto
dos lábios que confessam o seu nome" ( Heb. 13:15 ).
SUBSÍDIOS DA REVISTA DA CPAD - LIÇÃO 2
SUBSÍDIO TEOLÓGICO - Culto
“1. Definição etimológica e antropológica. A palavra culto é originária do vocábulo latino ‘culto’, e significa adoração ou homenagem que se presta ao Supremo Ser. No grego, temos duas palavras para culto: ‘latréia’, significando adoração; e ‘proskuneo’, reverenciar, prestar obediência, render homenagem.
2. Definição teológica. O culto é o momento da adoração que tributamos a DEUS; marca o encontro do Supremo Ser com os seus adoradores. Eis porque, durante o seu transcurso, cada membro da congregação deve sentir-se e agir com o integrante dessa comunidade de adoração — a Igreja de CRISTO.
Se o culto aos ídolos induz o ser humano às mais abjetas práticas, a adoração cristã enleva-nos ao coração do Criador. O teólogo Karl Barth via o culto cristão como ‘o ato mais importante, mais relevante e mais glorioso na vida do homem’” (ANDRADE, Claudionor. As Disciplinas da Vida Cristã: Como alcançar a verdadeira espiritualidade. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, pp. 58,59).
SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
“O capítulo 9 de Levítico é um referencial da adoração no Antigo Testamento. Registra os primeiros sacrifícios públicos de Israel sob o regime do sacerdócio levítico. No capítulo 8, os sacrifícios foram oferecidos na ordenação de Arão e seus filhos, mas o povo ficou só observando; não participou. Agora, os sacerdotes começam de fato o ministério de mediação. Este era um dia importante para Israel. O Senhor apareceria para coroar a ocasião.
Para preparar o aparecimento de DEUS, Arão ofereceu por si e seus filhos uma expiação de pecado e um holocausto (7,8). A oferta pelo pecado de Arão era um bezerro, e seu holocausto, um carneiro. Esta é a única ocasião na qual a legislação sacrificial exigia um bezerro. Rashi comenta a respeito do bezerro: ‘Este animal foi escolhido como oferta pelo pecado para anunciar ao sacerdote [Arão] que o SANTO, bendito seja Ele, lhe concedeu expiação por meio deste bezerro por causa do incidente do bezerro de ouro anteriormente feito.
[...] A conclusão adequada para este culto é a presença do DEUS vivo manifesto em sua glória ao povo. A palavra glória é termo particularmente bíblico. A ideia do radical hebraico (kabed) é ‘ser pesado, ter peso, pesado’. A forma substantivada é empregada no mundo antigo para aludir à aparência do esplendor que acompanha um grande personagem. Brockington explica que, na Bíblia, glória se refere ‘àquilo que os homens podem perceber, originalmente pela visão, da presença de DEUS na terra’. Note o uso do termo em Ezequiel 1. A palavra fala das seguintes experiências em tempos e situações diversas: Israel no Sinai; Salomão e o povo quando a Shequiná encheu a cada de DEUS; Isaías no Templo; os pastores nos arredores de Belém; e os discípulos no monte da Transfiguração” (Comentário Bíblico Beacon. Vol 1. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp. 275, 276).
“1. Definição etimológica e antropológica. A palavra culto é originária do vocábulo latino ‘culto’, e significa adoração ou homenagem que se presta ao Supremo Ser. No grego, temos duas palavras para culto: ‘latréia’, significando adoração; e ‘proskuneo’, reverenciar, prestar obediência, render homenagem.
2. Definição teológica. O culto é o momento da adoração que tributamos a DEUS; marca o encontro do Supremo Ser com os seus adoradores. Eis porque, durante o seu transcurso, cada membro da congregação deve sentir-se e agir com o integrante dessa comunidade de adoração — a Igreja de CRISTO.
Se o culto aos ídolos induz o ser humano às mais abjetas práticas, a adoração cristã enleva-nos ao coração do Criador. O teólogo Karl Barth via o culto cristão como ‘o ato mais importante, mais relevante e mais glorioso na vida do homem’” (ANDRADE, Claudionor. As Disciplinas da Vida Cristã: Como alcançar a verdadeira espiritualidade. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, pp. 58,59).
SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
“O capítulo 9 de Levítico é um referencial da adoração no Antigo Testamento. Registra os primeiros sacrifícios públicos de Israel sob o regime do sacerdócio levítico. No capítulo 8, os sacrifícios foram oferecidos na ordenação de Arão e seus filhos, mas o povo ficou só observando; não participou. Agora, os sacerdotes começam de fato o ministério de mediação. Este era um dia importante para Israel. O Senhor apareceria para coroar a ocasião.
Para preparar o aparecimento de DEUS, Arão ofereceu por si e seus filhos uma expiação de pecado e um holocausto (7,8). A oferta pelo pecado de Arão era um bezerro, e seu holocausto, um carneiro. Esta é a única ocasião na qual a legislação sacrificial exigia um bezerro. Rashi comenta a respeito do bezerro: ‘Este animal foi escolhido como oferta pelo pecado para anunciar ao sacerdote [Arão] que o SANTO, bendito seja Ele, lhe concedeu expiação por meio deste bezerro por causa do incidente do bezerro de ouro anteriormente feito.
[...] A conclusão adequada para este culto é a presença do DEUS vivo manifesto em sua glória ao povo. A palavra glória é termo particularmente bíblico. A ideia do radical hebraico (kabed) é ‘ser pesado, ter peso, pesado’. A forma substantivada é empregada no mundo antigo para aludir à aparência do esplendor que acompanha um grande personagem. Brockington explica que, na Bíblia, glória se refere ‘àquilo que os homens podem perceber, originalmente pela visão, da presença de DEUS na terra’. Note o uso do termo em Ezequiel 1. A palavra fala das seguintes experiências em tempos e situações diversas: Israel no Sinai; Salomão e o povo quando a Shequiná encheu a cada de DEUS; Isaías no Templo; os pastores nos arredores de Belém; e os discípulos no monte da Transfiguração” (Comentário Bíblico Beacon. Vol 1. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp. 275, 276).
SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
“Há muito tempo que os estudiosos se empenham em achar a ideia controladora por trás dos sacrifícios religiosos. Alguns sugerem que seja comunhão, ato simbolizado pela refeição comum. Outros enfatizam a propiciação, a substituição ou a gratidão festiva. É óbvio que o sacrifício é algo multifacetado da mesma maneira que é a relação do homem com DEUS. Envolve comunhão, mas comunhão com DEUS que implica em proposição, gratidão e petição. Assim, nossa atenção é remetida novamente à ideia de proximidade e intimidade com DEUS. Tudo que diz respeito a aproximar-se de DEUS está implícito no sacrifício. Este conceito explica as cinco variedades de ofertas: holocausto, oferta de manjares, oferta de paz, oferta pelo pecado e oferta pela culpa. Cada oferta fala de uma faceta diferente da proximidade com DEUS.
Levítico toma por certo que quando os homens se achegam a DEUS, eles não devem ir de mãos vazias. Há algo sobre a relação que torna correto e apropriado os homens levarem uma oferta. Desde os tempos do Novo Testamento é fácil esquecer esta verdade. Mas sempre temos de nos lembrar de que, embora os crentes possam se aproximar de DEUS com ousadia, eles não devem ir de mãos vazias. Sob o antigo concerto, os adoradores iam com dádivas próprias. Hoje, os crentes vão com a própria Dádiva de DEUS, seu Filho JESUS, como base de aproximação e intimidade dos adoradores com DEUS” (Comentário Bíblico Beacon. Vol 1. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p. 259).
PARA REFLETIR - A respeito de “A Beleza e a Glóriado Culto Levítico”, responda:
O que é o culto divino? R- O culto divino é o serviço amoroso, voluntário e exclusivo que DEUS requer de cada uma de suas criaturas morais (anjos e homens), mui particularmente de Israel, no Antigo Testamento, e, agora, da Igreja, para que todos, em todosos lugares e tempos, glorifiquem-no como o Criador, Senhor e Mantenedor de todas as coisas.
Como era o culto no período de Moisés? R- DEUS, através de Moisés, entregou ao seu povo leis e instruções para que o seu culto passasse da informalidade a uma etapa mais teológica, litúrgica e congregacional. A partir daí, estabeleceram-se as festividades sagradas como a Páscoa e o Dia da Expiação. Agora, não somente as famílias, mas todo o povo é intimado a cultuar o Senhor.
Qual a contribuição de Davi ao culto divino? R- Até a ascensão de Davi, como rei de Israel, a música não era utilizada no culto divino. O cântico de Miriã e o de Débora constituíam manifestações espontâneas que precederam a inserção da música na liturgia do SANTO Templo. Mas, com o rei Davi, que também era profeta, salmista e músico, a celebração oficial ao Senhor foi enriquecida com a formação de coros e instrumentos musicais. Buscando sempre a excelência do culto divino, o rei Davi inventou e fabricou diversos instrumentos musicais.
Cite os elementos do culto levítico. R-Os elementos são: sacrifícios, os cânticos, a exposição da Palavra e a bênção.
Quais os objetivos do culto levítico? R- Adorar a DEUS, reafirmar as alianças divinas, professar o credo mosaico e aguardar o Messias.
CONSULTE - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 75, p. 37. Você encontrará mais subsídios para enriquecer a
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AJUDA BIBLIOGRÁFICA
A CARTA AOS HEBREUS - Introdução e Comentário por DONALD GUTHRIE -
SOCIEDADE RELIGIOSA EDIÇÕES VIDA NOVA E ASSOCIAÇÃO RELIGIOSA EDITORA MUNDO
CRISTÃO
A Excelencia da Nova Aliança em CRISTO - Orton H Wiley - Comentário
Exaustivo da carta aos Hebreus - Editora Central Gospel - Estrada do Guerenguê
. 1851 - Taquara I 11111 Rio de Janeiro - RJ - CEP: 22713-001 PEDIDOS: (21)
2187-7090 .
Revista CPAD - 3º Trimestre de 2001 - Título: Hebreus — “... os
quais ministram em figura e sombra das coisas celestes” -
Comentarista: Elinaldo Renovato
SÉRIE Comentário Bíblico - HEBREUS - As
coisas novas e grandes que DEUS preparou
para vocè - SEVERINO PEDRO DA SILVA
Teologia Sistemática de Charles Finney
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM
CD.
Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
CHAMPLIN, R.N. O Novo e o Antigo Testamento Interpretado versículo
por Versículo.
Conhecendo as Doutrinas da Bíblia - Myer Pearman - Editora Vida
Comentário Bíblico Beacon, v.5 - CPAD.
Comentário Bíblico TT W. W. Wiersbe
Comentário Bíblico Expositivo - Novo Testamento - Volume I - Warren W.
Wiersbe
CRISTOLOGIA - A doutrina de JESUS CRISTO - Esequias Soares - CPAD
Dicionário Bíblico Wycliffe - CPAD
GARNER, Paul. Quem é quem na Bíblia Sagrada. VIDA
http://www.gospelbook.net, www.ebdweb.com.br, http://www.escoladominical.net, http://www.portalebd.org.br/,
Bíblia The Word.
O Novo Dicionário da Bíblia - J.D.DOUGLAS.
Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD
Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD
Revista Ensinador Cristão - CPAD.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
Teologia Sistemática Pentecostal - A Doutrina da Salvação - Antonio
Gilberto - CPAD
Teologia Sistemática - Conhecendo as Doutrinas da Bíblia - A Salvação -
Myer Pearman - Editora Vida
Teologia Sistemática de Charles Finney
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
GILBERTO, Antonio, et al. Teologia Sistemática Pentecostal. CPAD.
HOUAISS, Antônio. Dicionário da Língua Portuguesa. OBJETIVA.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
HOUAISS, Antônio. Dicionário da Língua Portuguesa. OBJETIVA.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
Levítico - introdução e comentário - R.K.Harrinson - Série Cultura
Bíblica - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova - São Paulo - SP

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