Entre a Páscoa e o Pentecostes
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Êx 34.18 A festa dos pães asmos
Terça – Êx 24.7,8 A aliança entre DEUS e Israel
Quarta – 1 Co 5.7 JESUS CRISTO, o Cordeiro Pascal
Quinta – Êx 12.12 O significado da Páscoa
Sexta – Êx 34.22,26 A festa de Pentecostes
Sábado – At 2.1-4 A descida do ESPIRITO SANTO no Pentecostes
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado(a) professor(a), com a graça de DEUS chegamos a conclusăo das
liçőes do trimestre, uma oportunidade ímpar que tivemos de estudar a teologia
do livro de Levítico. O povo estava acampado no deserto, o Tabernáculo, lugar
de adoraçăo a DEUS estava pronto, entăo era o momento ideal para o Senhor
orientar a Moisés e a todos hebreus quanto às leis a respeito da adoraçăo, do
culto, do serviço e dos ministros. Contudo, o livro de Levítico năo é somente
uma série de normas e regras, mas uma demonstraçăo clara da maneira como o
homem pecador pode se aproximar e se relacionar com o DEUS que é SANTO. Esse
livro nos revela a santidade e majestade do nosso DEUS e o caminho, JESUS
CRISTO, que temos que trilhar para ter um relacionamento pessoal com Ele. Que
possamos adorar a DEUS todos os dias da nossa vida, com temor e santidade, pois
somente Ele é digno de ser adorado.
Lição 14, Entre a Páscoa e o Pentecostes
I – CRISTO, NOSSA PÁSCOA
1. Definição.
2. Cerimônia pascoal.
3. Simbologia.
II – O PENTECOSTES, A FESTA DAS PRIMÍCIAS
1. Definição.
2. O cerimonial.
3. A simbologia.
III – O DIA DE PENTECOSTES
1. CRISTO, o Cordeiro Pascal.
2. O Pentecostes do ESPIRITO SANTO.
3. As primícias da Igreja Cristã.
PARA REFLETIR –
A respeito de “Entre a Páscoa e o Pentecostes”,
responda:
Qual a principal festa da Bíblia?
A Páscoa.
O que é a Páscoa?
A palavra “páscoa” origina-se do vocábulo hebraico pesah que,
etimológica e tipologicamente, pode ser definida como a passagem da escravidão
à liberdade.
O que é o Pentecostes?
A festa de Pentecostes, celebrada 50 dias após a Páscoa era uma
celebração pública, na qual toda a nação louvava a DEUS por sua
suficiência.
Que relação podemos estabelecer entre a Páscoa e o Pentecostes?
Sem a Páscoa, o Pentecostes seria impossível. E, sem o Pentecostes, a
Páscoa não seria eficaz.
Que lição podemos extrair de ambas as festas?
Se o Senhor JESUS CRISTO não tivesse sido imolado como o nosso Cordeiro
Pascal, aquele dia de Pentecostes, em Jerusalém, não teria qualquer sentido
para nós, gentios. Todavia, a Páscoa de CRISTO tornou real o Pentecostes do
ESPIRITO.
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INTRODUÇÃO
Festa no hebraico significa AJUNTAMENTO. A
razão pela qual Deus coloca festa no calendário do seu povo é para ajuntá-los e
ensinar algo.
As 4 primeiras festas, estão relacionadas com
a 1ª Vinda de Cristo e as 3 últimas, estão relacionadas com a 2ª Vinda de
Cristo.
1-Páscoa- Pessach – Lev 23:4-5 – Instituída em Êx 12,
como um Marco (éramos escravos, agora somos livres)
Cumpriu-se de forma precisa numa sexta-feira ao pôr-do-sol
quando Cristo foi morto como um cordeiro (I Cor. 5:7; I Ped. 1:18 e 19).
2-
Pães Asmos - Hag haMatzot - (Lev.
23:6 a 8): No dia seguinte à Páscoa, começava um período de sete dias onde o
povo deveria comer pão sem fermento e oferecer oferta queimada ao Senhor. No
verso sete o texto diz que no primeiro dia, ou seja, o dia seguinte a Páscoa, o
povo não poderia trabalhar.
Essa festa se cumpriu a partir do dia seguinte à morte de
Cristo, quando em Lucas 23:54 a 56 diz que as mulheres na sexta-feira de Páscoa
embalsamaram o corpo de Jesus e então no Sábado (dia seguinte) descansaram.
Começa então o período de consagração daqueles que eram povo de Deus, na
esperança da ressurreição de Cristo, que morreu sem pecado, tipificado pelo pão
sem fermento.
3-
Primícias - Hag Habikkurim - (Lev.
23:9 a 14): Acontecia no dia imediato à festa dos pães asmos e festejava o
início da colheita.
Jesus morreu e ressuscitou, "como primícias dos que
dormem" (I Cor. 15:20). Assim como o povo dedicava ao Senhor os primeiros
frutos da colheita, Jesus dedica ao Pai os primeiros frutos da salvação, quando
na Sua morte muitos ressuscitaram (Mat. 27:51 a53) e depois foram levados ao
Céu com Ele.
4- Pentecostes - Shavuot (Festa das Semanas) Pentecoste
é grego - (Lev.
23:15 a 22), acontecia 50 dias após ter acontecido a Páscoa.
O Pentecostes cumpriu-se cronologicamente em tempo exato
(Atos 2:1) e com a descida do Espírito Santo, os seguidores de Deus entregaram
"quase três mil pessoas" (Atos 2:41) como frutos da grande colheita
desde a morte e ressurreição de Jesus.
Depois da Festa do Pentecostes havia um intervalo até a
próxima festa.
Assim acontece na história, temos um grande intervalo desde o
Pentecostes até a retomada dos cumprimentos proféticos prefigurados em cada
festa.
5-
TrombetaS - Yom Teruah –dia
do toque da trombeta. Rosh HaShannah/ Ano Novo - (Lev. 23:24 e 25): No
primeiro dia do sétimo mês era tocada a trombeta para anunciar o primeiro dia
do ano civil, ou ano novo.
A trombeta também alertava ao povo da proximidade do Dia da
Expiação, que era dia de juízo onde se exigia preparação e solenidade.
Se
cumprirá no Primeiro dia do sétimo ano, segundo alguns estudiosos que
relacionam Deus trabalhando seis dias e no sétimo descansou.
Seu
primeiro toque já foi anunciado. Apoc 14:6-7.” E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e
tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a
toda a nação, e tribo, e língua, e povo,
Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a
hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as
fontes das águas.”
6-
Expiação - Yom Kippur - (Lev.
23:26 a 32): Acontecia no décimo dia do sétimo mês. O Santuário era purificado
das transgressões daqueles que um dia sacrificaram um cordeiro e tiveram seus
pecados transferidos simbolicamente através do sangue do animal que era
aspergido no tabernáculo.
Segundo a profecia de Daniel 8:14, segundo a profecia de
Daniel esta aconteceu quando Jesus passou literalmente para o Lugar Santíssimo
do Santuário celestial, dia em que o véu se rasgou de alto a baixo .” E Jesus, dando um grande
brado, expirou. E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo.”
Marcos 15:37,38 e também em (Heb. 9:23 a 28).
7- Tabernáculos - Sukkot Cabanas ou Tabern.-
(Lev. 23:33 a 44): No décimo quinto dia acontecia a última festa do ano
religioso, a Festa dos Tabernáculos. Ao contrário da contrição da festa
anterior, havia muito júbilo e alegria nesta ocasião. O juízo havia passado e o
perdão dos pecados estava garantido.
Era uma festa de colheita também (uvas e azeitonas) Livro:
Coleman, Manual dos Tempos e Costumes Bíblicos, 268 e 269), nesta época havia
um espírito de gratidão por tudo que o Senhor havia feito durante o ano.
Assim também acontecerá para os Salvos quando entrarem na
Glória Eterna.
Portanto o cumprimento desta festa está no futuro, na ocasião
da volta de Cristo.
A essas festas foram acrescentados após o exílio
babilônico:
8- Purim (Sortes) (Ester 9:23-28)
8- Purim (Sortes) (Ester 9:23-28)
9- Hanukkah (Dedicação)
De todas essas festas, 3 delas eram obrigatória a frequência.
PÁSCOA – PENTECOSTES E TABERNÁCULO.
O autor quer saber o que aconteceu ENTRE a Páscoa e Pentecostes
e nós vamos chegar lá.
VERDADE PRÁTICA
Sem a Páscoa, năo há Pentecostes; e, sem o Pentecostes, a Páscoa perde a
sua eficácia: somente a redençăo em JESUS CRISTO, que está junto ao Pai, traz o
derramamento do ESPIRITO SANTO.
TEXTO ÁUREO
“Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo
lugar [...] E todos foram cheios do ESPIRITO
SANTO e começaram a falar em outras línguas, conforme o ESPIRITO SANTO lhes concedia que falassem.” (At 2.1,4).
Se o Espírito Santo desceu no dia de Pentecostes, onde Ele estava de
Gênesis até o livro de Atos? Qual era o oficio Dele neste período?
O que será que o escritor de Hebreus quis
dizer com este texto?
“Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais
penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma
e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e
intenções do coração.” Hebreus 4:12
Vamos ao contexto.
Deus formou Adão, e sobre ele sobrou o Seu
Espírito.
Todo ser vivo possui corpo e alma, exemplo os
animais, mas quando Deus criou o homem queria fazer algo melhor que
simplesmente os belos animais, Deus queria conversar, daí deu ao homem o
espírito, assim o homem passou a ser CORPO – ALMA – ESPÍRITO e disse tem um
porém:
“Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal,
dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” Gênesis 2:17
O homem comeu e morreu espiritualmente e
assim acabou a comunicação. Agora o homem era apenas um ser natural de corpo e
alma e veja o que Paulo fala deste homem natural.
Deus não é homem para que minta e Sua Palavra
é Viva e Eficaz. “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que
espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e
das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do
coração.”
Hebreus 4:12
Hebreus 4:12
A interrupção que Adão provocou com essa
comunicação não pegou Deus de surpresa, e com Amor lhe ensinou que a partir
daquele instante o Senhor só lhe ouviria se fosse através do sangue, ensinando
que só teríamos novamente o Espírito de Deus quando passássemos pelo Sangue do
Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, assim sendo sobre aqueles que
foram lavados no Sangue de Jesus, desceu do céu o tão aguardado Espírito Santo
e foi num dia de Pentecostes e vamos falar sobre isso nesta aula.
Veja o que Paulo escreveu.
“Ora, o homem natural não compreende as coisas do
Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque
elas se discernem espiritualmente.” 1 Coríntios 2:14
Então, quando Deus queria se comunicar, punha
Seu Espírito sobre a tal pessoa escolhida e falava.
Quando Deus decidiu libertar seu povo da
escravidão, pôs em Moisés, Seu Espírito a fim de lhe ensinar tudo o que deveria
fazer.
Quando Moisés se sentindo sobrecarregado
reclamou, Deus mandou que ele escolhesse entre o povo, homens que ele confiasse
a fim de que Deus repartisse Daquele Espírito.
“Então eu descerei e ali falarei contigo, e
tirarei do espírito que está sobre ti, e o porei sobre eles; e contigo levarão
a carga do povo, para que tu não a leves sozinho.” Números 11:17
O pecado de Adão que cortou a comunicação com
Deus, e com isso o Espírito Santo não ficou mais disponível para ninguém, desta
forma todos estavam mortos.
“E disse a outro: Segue-me. Mas ele respondeu:
Senhor, deixa que primeiro eu vá a enterrar meu pai. Mas Jesus
lhe observou: Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu, vai e
anuncia o reino de Deus.” Lucas 9:59,60
“Porque o Filho do homem não veio para destruir as
almas dos homens, mas para salvá-las. E foram para outra aldeia.” Lucas 9:56
Melhor de todas as notícias:
«os mortos ouvirão a voz do Filho de DEUS; e os que a ouvirem,
viverão" (João 5:25).
Nicodemos que observava Jesus e via Nele um
Mestre Poderoso foi pegar algumas dicas para que alavancasse seu ministério.
E Nessa conversa Jesus lhe disse:
É necessário nascer de novo, ou seja, nascer
do alto. Como assim Rabí?
Tem que nascer da água (útero materno) e do
espírito, Nicodemos se assustou e disse: Tenho que voltar para o útero materno?
Não Nicodemos lá você já esteve, nasceu e
morreu, agora lhe resta nascer de novo e esse nascimento tem que vir do alto,
de Deus, ou seja, do espírito, porque Deus é Espírito.
Voltando ao texto áureo.
Atos Versos 1-4
O Espírito Santo, veio do céu, como Jesus havia
prometido, num dia de festa em Jerusalém, quando
todos se reuniram: Era importante ter gente de todas as partes do mundo, a fim
de que a notícia se espalhasse com rapidez.
Se reuniram no sábado, mas foi no domingo
que o Espírito Santo desceu, da mesma forma como foi no domingo que Jesus subiu
aos céus ressurreto, assim esse dia se perpetuou.
Eles estavam reunidos permanecendo
unidos em oração, esperando este momento acontecer, e aconteceu.
De repente, veio um som repentino
com de um vento impetuoso que chamou a atenção não só dos discípulos, mas de
todos que em Jerusalém estavam. Em seguida houve também um sinal visível que
selou cada um dos discípulos e eles falaram em línguas.
OBJETIVO GERAL
Conscientizar de que sem a Páscoa, não há Pentecostes; e, sem o
Pentecostes, a Páscoa perde a sua eficácia.
PONTO CENTRAL - Somente a
redenção em JESUS CRISTO traz o derramamento do ESPIRITO SANTO.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Êxodo 34.18-29
Versos 18-29
Aqui são dadas algumas instruções sobre como celebrar as
festas anuais. Quando eles
fizeram o bezerro, anunciaram uma festa em homenagem a ele,
e antes que cometessem de novo tal abominação, Deus manda que observem como são
os festivais que Deus havia
instituído.
Ninguém precisa deixar a igreja do Senhor por causa de
festas porque Deus pôs alegria no meio do seu povo.
1.
Um dia
por semana deve descansar, mesmo em tempo de arar e de
colher (v. 21), que
são os tempos maior ocupação do ano. A melhor maneira de prosperar na vida
profissional é observar o sétimo dia e descansar a fim de repor as energias
para a próxima semana. “21 - Seis dias trabalharás, mas, ao sétimo dia,
descansarás; na aradura e na sega descansarás”
2.
O
Senhor Deus de Israel e Rei de todo o Universo ordena a todos sem exceção que,
aparecessem diante Dele, em todas as festas. E, Deus diz mais, não fique todo o
país exposto à violência e saques por seus vizinhos, quando todos os homens vão
a Jerusalém para adorar? Que seria de pobres mulheres, crianças, idosos e
doentes?
Não há necessidade de temer!
v23 - Tręs vezes no ano, todo macho entre ti aparecerá perante o Senhor
Jeová, DEUS de Israel;
v24 - porque eu
lançarei as naçőes de diante de ti e alargarei o teu termo; ninguém cobiçará a
tua terra, quando subires para aparecer tręs vezes no ano diante do SENHOR, teu
DEUS
Deus quer que saibamos que o caminho da obediência é o
caminho da segurança e da prosperidade em todas as áreas da vida.
3.
As três
festas obrigatórias são:
·
A Páscoa e a festa dos pães ázimos, em memória de sua libertação do Egito.
v18 - A Festa dos Păes
Asmos guardarás; sete dias comerás păes asmos, como te tenho ordenado, ao tempo
apontado do męs de abibe; porque no męs de abibe saíste do Egito.
v19 - Tudo o que abre a madre meu é; até todo o teu gado, que seja
macho, abrindo a madre de vacas e de ovelhas;
v20 - o burro, porém, que abrir a madre, resgatarás com um cordeiro;
mas, se o năo resgatares, cortar-lhe-ás a cabeça; todo primogęnito de teus
filhos resgatarás. E ninguém aparecerá vazio diante de mim.
·
A Festa das Semanas, ou seja, Pentecostes, sete semanas depois da Páscoa.
·
A
celebração do final da colheita no fim do ano, que é a festa dos Tabernáculos
v22 - Também guardarás a Festa das Semanas, que é a Festa das Primícias
da sega do trigo, e a Festa da Colheita no fim do ano.
4. Essas leis são
repetidas para mostrar que nem um jota ou um til seria
de qualquer forma
da lei. E para
fechar esta seção, Deus ordena a Moisés que escreva estas palavras.
v27 - Disse mais o
SENHOR a Moisés: Escreve estas palavras; porque, conforme o teor destas
palavras, tenho feito concerto contigo e com Israel.
5.
Moisés ficou na montanha, e foi milagrosamente
amparado por quem lhe chamou.
v28 - E esteve Moisés ali com o SENHOR
quarenta dias e quarenta noites; năo comeu păo, nem bebeu água, e escreveu nas
tábuas as palavras do concerto, os dez mandamentos.
Se orar por 1 ou 2 horas nos cansa, devemos ter em mente
que Moisés orou e adorou 40 dias e 40 noites. Como Moisés, Elias e Jesus também
jejuou por quarenta dias e quarenta noites.
Ao descer do Monte, Moisés estava com o mais rico de todos
os tesouros, as Tábuas da Lei e aparência resplandecente da glória de Deus.
v29 - E aconteceu que, descendo Moisés do monte Sinai (e Moisés trazia
as duas tábuas do Testemunho em sua mão, quando desceu do monte), Moisés não
sabia que a pele do seu rosto resplandecia, depois que o SENHOR falara com ele.
v25 - Năo sacrificarás o sangue do meu sacrifício com păo levedado, nem
o sacrifício da Festa da Páscoa ficará da noite para a manhă.
v26 - As primícias dos primeiros frutos da tua terra trarás ŕ casa do
SENHOR, teu DEUS; năo cozerás o cabrito no leite de sua măe.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1. Mostrar que CRISTO é
a nossa Páscoa;
2. Reconhecer a
importância do Pentecostes, a Festa das Primícias
3. Explicar o
significado do Dia de Pentecostes
I – CRISTO, NOSSA PÁSCOA (objetivo específico)
É O PESACH JUDAICO = PASSAR POR CIMA = PASSAR SOBRE
= PÁSCOA
I.1. Definição.
I.2. O Cerimonial
I.3. A Simbologia.
Páscoa é uma importante celebração da igreja cristã em homenagem a
ressurreição de Jesus Cristo.
PÁSCOA, na visão do salmista.
Mas, a eles, os fez sair com prata e ouro, e entre
as suas tribos não houve um só enfermo. Salmos 105:37
Libertação da Escravidão = União com DEUS
Subsistência Material = Saúde Financeira
Cura de Doenças e de Enfermidades = Saúde Física
A observância do rito de celebração da Páscoa é de suma importância,
porque marca a liberdade da escravidão, da pobreza e das doenças, do Egito e é
símbolo da nossa Páscoa que é Cristo o qual nos libertou da escravidão do
pecado.
”
Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim
como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por
nós.” 1 Coríntios 5:7
O Todo Poderoso que prega a respeito de Seu Filho Unigênito que haveria
de vir, diz que a contagem dos dias de agora em diante seria outra.
“E
falou o Senhor a Moisés e a Arão na terra do Egito, dizendo: Este mesmo
mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano.”
Êxodo 12:1,2
Da mesma forma Jesus, a Nossa Páscoa fez um
marco no calendário e passou-se a marcar, a.C. e d.C.
Nossa vida também foi divida em velho homem e
novo homem.
A ordem era tomar um animal macho e sem
defeito.
“Falai a toda a congregação de Israel, dizendo:
Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais,
um cordeiro para cada família. Mas se a família for pequena para um cordeiro,
então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das
almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro.
O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano,
o qual tomareis das ovelhas ou das cabras.” Êxodo 12:3-5
Da mesma forma, Jesus é o Cordeiro imaculado,
perfeito que morreu em nosso lugar.
A Páscoa também simboliza a união de
ministérios (Arão e Moisés), de famílias.
A Páscoa e a Ceia são tão unidas que Jesus
acabou de celebrar a Páscoa com seus discípulos e já partiu o pão.
“E, comendo eles, tomou Jesus pão e, abençoando-o,
o partiu e deu-lho, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo. E, tomando
o cálice, e dando graças, deu-lho; e todos beberam dele. E disse-lhes: Isto é o meu sangue, o sangue do novo
testamento, que por muitos é derramado.”
Marcos 14:22-24
Na Páscoa ou Pesach (que significa passar por
cima) recebeu este nome porque o Anjo da Morte passou sobre as casas trazendo a
vingança do Senhor e poupou apenas as casas com Sangue em seus umbrais.
“E aquele sangue vos será por sinal nas casas em
que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre
vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito.” Êxodo 12:13
O Anjo da morte foi a última de todas as
vinganças contra o Egito
Já para nós a Páscoa do Senhor, como assim é chamada, tem um grande
significado para nós. Ela deve nos fazer recordar de JESUS, nosso Cordeiro
Pascal que entregou-se a si mesmo para que eu e você tivéssemos a vida eterna e
o acesso a DEUS. A nossa vida foi preservada porque Ele nos amou até a morte.
É evidente que não temos de celebrar a Páscoa com um cordeiro assado, com
pães asmos e ervas amargas. Para nós, cristãos, esses elementos fazem parte da
cultura judaica, e que serviriam por todas as gerações de israelitas como uma
lembrança da libertação do Egito.
A Páscoa foi chamada de “páscoa do Senhor” para que os israelitas se
lembrassem por toda a eternidade com gratidão.
“Assim
pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o
vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do Senhor.” Êxodo 12:11
OS ELEMENTOS DA
PÁSCOA
1.O pão.
JESUS, o Pão da Vida.
Um pão pode ter mais de um sabor. Pode ter mais de uma forma. Pode ser
feito com diversos ingredientes. Pode ser barato ou caro. Pode ser mais leve ou
mais pesado. Mas sua função mais importante é saciar a fome.
É para isso que eles são feitos.
Por que CRISTO é considerado o pão da vida?
Porque Ele mesmo disse isso: “Eu sou o pão da vida; ("aquele que
vem a mim não terá fome” (Jo 6.35, 48, 51, 54,57).
Ele promete saciar a necessidade humana no que concerne às questões da
vida e à relação com DEUS, ao perdão dos pecados e à vida eterna. (Mt 26:26,28)
A fome que temos de DEUS é saciada em CRISTO JESUS.
2- O Vinho.
Representa o Sangue derramado na Cruz do
Calvário e a Alegria da Salvação, porque já entregamos nosso fardo pesado para
Jesus.
”Jesus, pois, lhes disse: Na verdade, na verdade
vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu
sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o
meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu
sangue verdadeiramente é bebida. Quem
come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.” João 6:53-56
3- As ervas amargas
O amargo que acompanhava o cordeiro assado e
também os pães ázimos simboliza o sofrimento que o Cordeiro de Deus teria que
enfrentar por nós.
“E naquela noite comerão a carne assada no fogo,
com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão.” Êxodo 12:8
Este amargo é tão real no Sacrifício de Jesus
que Ele chegou até desejar que este cálice fosse passado, todavia como um
cordeiro aceitou beber em nosso lugar.
4- O cordeiro
“Falai
a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si
um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família. Mas se a
família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de
sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a
conta conforme ao cordeiro.
O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras. E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde. E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem.” Êxodo 12:3-7
O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras. E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde. E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem.” Êxodo 12:3-7
Porém em um mundo pervertido comandado por
satanás a Páscoa passou a ter elementos jamais mencionados pela Bíblia Sagrada.
Assim sendo satanás induziu seus seguidores a
tirar o Cordeiro e por o Coelho (animal imundo), tiraram o Sangue de Jesus e
substituíram por chocolate, tiraram o cálice de ervas amargas e substituíram
por um ovo atraente.
O diabo sabe que se estivermos debaixo do
Sangue de Jesus, estaremos cobertos e do contrário, totalmente descobertos ou
com brecha.
Conclusão deste ítem I.1.2.3.
A Páscoa
Seu significado
Para os egípcios. Significava o juízo divino sobre
o Egito.
Para os israelitas. A saída do Egito, a passagem
para a liberdade.
Para os cristãos. É a passagem da morte dos nossos
pecados para a vida de santidade em Cristo.
SÍNTESE DO TÓPICO I - CRISTO, o Cordeiro de DEUS, é a nossa Páscoa.
II – O PENTECOSTES, A FESTA DAS PRIMÍCIAS
Sem a Páscoa não
pode haver Pentecostes. Isto significa que, sem a experiência pascal, as
primícias não têm qualquer significado diante de Deus. O sangue do Cordeiro é
imprescindível à nossa redenção (Hb 10.18).
“E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na
cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.” Lucas 24:49
·
Cumprindo-se ao dia de Pentecostes, estavam todos
reunidos no mesmo lugar
·
De repente, veio do céu um som, como de um vento
veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam reunidos.
·
E foram vistas, línguas repartidas, como que de
fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.
·
E todos foram cheios do ESPIRITO SANTO e começaram
a falar em outras línguas, conforme o ESPIRITO SANTO lhes concedia que
falassem. Atos 1:1-4.
1.
Definição.
A festa de
Pentecostes, celebrada 50 dias após a Páscoa, recebe as seguintes designações:
festa das colheitas, das semanas, das primícias (Êx 34.22,26).
Derivado do gr. penteekostos (=qüinquagésimo).
Enquanto a Páscoa
era uma cerimônia doméstica, o Pentecostes era uma celebração pública, na qual
toda a nação louvava a Deus por sua suficiência; era também o momento de se
exercer a misericórdia e o serviço social (Dt 16.10; Rt 2.1-3).
2. O cerimonial.
Em santa convocação,
na qual todos deveriam apresentar-se a Deus de forma jubilosa, Israel
apresentava a Deus as primícias de suas colheitas (Dt 16.11).
A cerimônia tinha
início no exato instante em que a foice punha-se a ceifar a seara (Lv 23.21; Dt
16.9).
No momento mais
solene, o adorador “movia o molho perante o Senhor” (Lv 23.11).
3.
A simbologia.
Para nós,
pentecostais, as primícias representam as almas que, através do evangelismo e
das missões, apresentamos ao Senhor Jesus Cristo. Aliás, Ele mesmo comparou o
ganhar almas ao semear e ao ceifar (Mt 13.1-8,37; Jo 4.35).
Era também chamada Festas das Colheitas, porque nela as primícias da
sega de grãos eram oferecidas a DEUS (cf. Lv 23.17). Da mesma forma, o dia de
Pentecoste simboliza, para a igreja, o início da colheita de almas para
DEUS neste mundo.
UM VENTO... IMPETUOSO, E... LÍNGUAS REPARTIDAS, COMO QUE DE FOGO.
As manifestações externas de um som como de um vento poderoso e das
línguas de fogo, demonstram que DEUS estava ali presente e ativo, de modo
poderoso (Êx 3.1-6; 1 Rs 18.38,39).
Estas manifestações antecederam o
batismo no ESPIRITO SANTO, e não foram repetidas noutros relatos similares do
livro de Atos.
CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO.
Qual é o significado da plenitude do ESPIRITO SANTO recebida no dia de
Pentecoste?
Significou o início do cumprimento da promessa de DEUS em Jl 2.28,29, de
derramar seu ESPIRITO sobre todo o seu povo nos tempos do fim (Mt 3.11; Lc
24.49; Jo 1.33; ver Jl 2.28,29 nota).
Posto que os últimos dias desta era já começaram (Hb 1.2; 1 Pe 1.20),
todos agora se vêem ante a decisão de se arrependerem e de crerem em CRISTO (Mt
3.2; Lc 13.3; ver At 2.17 notas).
Os discípulos foram do alto... revestidos de poder (Lc 24.49; cf. At
1.8), que os capacitou a testemunhar de CRISTO, a produzir nos perdidos grande
convicção no tocante ao pecado, à justiça, e ao julgamento divino, e a
desviá-los do pecado para a salvação em CRISTO (Rm 15.19; ver Jo 16.8 nota).
O ESPIRITO SANTO já revelou sua natureza como aquele que anseia pela
salvação de pessoas de todas as nações e aqueles que receberam o batismo no
ESPIRITO SANTO ficaram cheios do mesmo anseio pela salvação da raça humana (Rm
9.1-3; 10.1).
O Pentecoste é o início das missões mundiais.
Os discípulos se tornaram ministros do ESPIRITO. Não somente pregavam
JESUS crucificado e ressuscitado, levando outras pessoas ao arrependimento e à
fé em CRISTO, como também influenciavam essas pessoas a receber o dom do
ESPIRITO SANTO que eles mesmos tinham recebido no Pentecoste.
Levar outros ao batismo no
ESPIRITO SANTO é a chave da obra apostólica no NT.
Mediante este batismo no ESPIRITO, os seguidores de CRISTO tornaram-se
continuadores do seu ministério terreno.
Continuaram a fazer e a ensinar, no poder do ESPIRITO SANTO, as mesmas
coisas que JESUS começou, não só a fazer, mas a ensinar (Jo 14.12) COMEÇARAM A
FALAR EM OUTRAS LÍNGUAS.
Essas línguas são espirituais, vindas de DEUS.
São línguas sobrenaturais.
Não é uma língua de alguma nação.
O falar noutras línguas, ou a glossolália (gr. glossais lalo), era entre
os crentes do NT, um sinal da parte de DEUS para evidenciar o batismo no
ESPÍRITO SANTO.
Esse padrão bíblico para o viver na plenitude do ESPÍRITO continua o
mesmo para os dias de hoje.
Comparando.
Evento Correspondente no Novo Testamento:
Pentecostes
(At.2:1; At.20:16; I Co.16:8)
Assim como os pães das primícias eram movidos (Lv.23:9-14), também os
pães levedados deveriam ser movidos juntamente com eles (Lv.23:20; Rm.6:5).
O Pentecoste tipifica a descida do ESPÍRITO SANTO para formar a Igreja.
Por causa disto está presente o fermento porque o mal está presente na
Igreja (Mt.13:33; At.5:1-10; 15:1).
Assim como CRISTO foi removido da sepultura; os cristãos também foram
simbolicamente movidos (At.4:31).
Nas primícias eram oferecidos molhos de hastes separadas frouxamente
reunidas, mas no Pentecoste há uma verdadeira união de partes formando uma
única massa.
A descida do ESPÍRITO SANTO uniu os discípulos, antes separados, em um
só corpo (I Co.10:16,17; I Co.12:12,13,20).
Pentecoste comemora então a vinda do ESPÍRITO SANTO, que foi dado
cinqüenta dias após a ressurreição de CRISTO.
Assim como a lei foi dada nesse período, no tempo do Antigo Testamento,
para o povo de Israel, o ESPÍRITO SANTO foi dado, também nesse período, para a
Igreja (IICo.3:3-11).
Os 120 crentes (At.1:15) reunidos no dia de Pentecoste, sobre os quais
caiu o ESPÍRITO SANTO, representavam a colheita dos primeiros frutos (Rm.8:23;
Tg.1:18; Ap.14:4; Mt.13:30; 21:34).
A Igreja tem a Primícia do ESPÍRITO.
No AT as línguas separaram os povos, no NT, as línguas, os une.
SÍNTESE DO TÓPICO II - Durante o Dia de Pentecostes o ESPIRITO SANTO foi
derramado sobre judeus e gentios.
III – O DIA DE PENTECOSTES
Se o Senhor Jesus
Cristo não tivesse sido morto como o nosso Cordeiro Pascal, aquele dia de
Pentecostes, em Jerusalém, não teria qualquer sentido para nós, gentios.
Todavia, a Páscoa de Cristo tornou real o Pentecostes do Espírito.
O Pentecostes
celebra o ENCONTRO DE DEUS com seu povo. Êx 19:11 diz que é para o povo estar
pronto para o terceiro dia porque Ele descerá. Nestas festas com presença
obrigatória, o povo entra com a obediência e Deus desce do céu para se
encontrar com o povo.
No Novo Testamento o
Pentecostes celebra UM ENCONTRO com a Igreja de Jesus Cristo e veja que o povo
simplesmente obedeceu em estar unidos orando, e Deus enviou o Seu ESPÍRITO
SANTO, conforme Jesus nos havia dito.
Aviso para aqueles
que detestam multidão: Deus se revele quando tem mais gente reunida.
1. CRISTO, o Cordeiro Pascal.
Cristo, o Cordeiro Pascal. O Senhor Jesus foi
crucificado durante a Páscoa (Mt 26.2), mas, ao terceiro dia, eis que Ele
ressurgiu de entre os mortos, recebendo toda a autoridade nos céus e na terra
(Mt 28.1-8).
Ele é as primícias dos mortos, por ser Ele mesmo a
ressurreição e a vida (Jo 11.25; 1 Co 15.20-23). Já ressurreto e prestes a
ascender ao céu, o Senhor Jesus prediz a grande colheita que viria através da
descida do Espírito Santo (At 1.8). Portanto, os discípulos deveriam esperar em
Jerusalém a chegada do Consolador (Lc 24.49).
2. O Pentecostes do
ESPIRITO SANTO.
O Pentecostes do Espírito Santo. Passados cinquenta
dias, desde a morte de Cristo, ocorrida na Páscoa, eis que os discípulos
recebem o Espírito Santo em pleno dia de Pentecostes (At 2.1-4). Cheios do
Espírito, falaram noutras línguas, enunciando aos peregrinos que visitavam
Jerusalém, as grandezas de Deus (At 2.7-11).
3. As primícias da Igreja Cristã.
As primícias da Igreja Cristã. Nesse momento,
levanta-se Pedro com os demais apóstolos e proclama o Evangelho de Cristo. E,
como resultado de sua mensagem, quase três mil pessoas convertem-se (At 2.41).
Dessa forma, as primícias da Igreja Primitiva são apresentadas a Deus Pai.
ÚLTIMA PÁSCOA FOI CELEBRADA POR JESUS E INSTITUIU A
PRIMEIRA SANTA CEIA NO MESMO DIA, LOGO APÓS A CELBRAÇÃO DA ÚLTIMA PÁSCOA.
CEIA DO SENHOR
Santa Ceia, Comunhão dos Santos, Eucaristia ou A Ceia do Senhor, juntamente
com o batismo, é uma das duas ordenanças ou sacramentos propostos pelo próprio
Senhor. É observado, portanto, por todos os cristãos, até mesmo a teologia
católica romana, com seus sete sacramentos, dá-se prioridade ao batismo e à
Ceia do Senhor.
Significado.
A origem da Ceia do Senhor é relatada nos Evangelhos Sinóticos (Mt 26.26- 29; Mc 14.22-25; Lc 22.14-20) e em 1 Coríntios 11.23-26, Uma atenção
particular deve ser dada ao cenário pascal e de aliança.
O apóstolo Paulo claramente declara que CRISTO, a nossa Páscoa (gr.
pascha), foi sacrificado (1 Co 5.7).
João Batista havia anteriormente identificado JESUS como o verdadeiro
Cordeiro de DEUS (Jo 1.29), antecipando que o
seu corpo partido e o seu sangue derramado seriam oferecidos para a redenção de
seu povo.
No cenáculo, CRISTO apresentou os novos símbolos - o pão e o vinho -
como uma lembrança de sua morte sacrificial, que deve ser comemorada na comunhão
dos crentes.
Além disso, a obra pascal de CRISTO é o cumprimento da aliança Divina de
redenção.
Veja Aliança.
O comer e beber juntos tem o significado de uma refeição de aliança na
qual as duas partes tinham comunhão e prometiam lealdade uma à outra (cf. Gn 26.28- 30; 31.44,46,54; Êx 24.1-11).
A nova aliança entre o Senhor e o seu povo (Jr 31.31-34) foi assim
ratificada pelo nosso Senhor na refeição de comunhão antes de sua morte.
Ao instituir a ceia de comunhão, o Senhor JESUS enfatizou os aspectos
messiânicos e escatológicos da refeição da Páscoa. Nesta festa, judeus piedosos
aguardavam ansiosos um outro livramento como aquele do Egito (cf. Is 51.9-16).
Agora é o Messias que veio em pessoa para esta festa pascal, tomando o
cálice do juízo e da salvação que significa livramento para o povo de DEUS.
Contudo, a refeição também prevê o banquete messiânico final (Is
25.6; cf. Lc 14.15-24), quando a obra
Divina de salvação for consumada e houver um cumprimento da completa comunhão
com o Senhor (Mt 26.29).
A Ceia do Senhor representa a realidade da auto-oferta de CRISTO. O
sacrifício em si não é repetido. Antes, ele é recordado, e concede a garantia
de que o próprio DEUS tem se lembrado de seu povo em cumprimento à promessa da
aliança. Nenhuma nova expiação é feita, por exemplo, para a culpa temporal do
pecado pós-batismal, ou para ofensas contra a igreja, como o romanismo afirma.
O sacrifício único de CRISTO não necessita nem de repetição nem de
suplementação; e a noção de que o sacrifício eucarístico gera a eficácia
repetitiva do restabelecimento da oferta única, é uma teologização infundada. O
sinal traz este sacrifício único vividamente diante de nós em uma ação. Ele
transpõe a barreira do tempo e fornece um sinal ativo da nossa participação na
morte de CRISTO.
Como o batismo, a ceia é, portanto, uma pregação do Evangelho, “uma
palavra visível” (Agostinho). Entretanto, ela não funciona de uma forma mágica,
A sua força vem do ESPÍRITO, a partir de seu significado., portanto, a sua
celebração deve ser acompanhada pela declaração de seu significado na Palavra
lida e pregada. Sua função específica é enfatizai a historicidade do que
ocorreu, e a sua atual relevância. Conseqüentemente existe ação em ambos os
lados. A ação Divina é lembrada e apresentada, a exigência do Evangelho para
uma participação humana e viva é cumprida.
Sem a Palavra, a ação se degeneraria em mágica, como na Idade Média,
quando a PalavTa permaneceu somente em uma mera fórmula, aproximando-se de uma
conjuração. Por outro lado, sem a ação, a Palavra poderia bem envolver a
abstração intelectualista na qual o Evangelho é apenas um sistema, a fé apenas
uma concordância intelectual e talvez uma experiência emocional compensatória,
e o sacramento apenas uma ordenança supérflua a ser cumprida simplesmente
porque foi ordenado.
Na Ceia do Senhor, a ênfase Tecai na contínua importância do que foi
feito uma vez, isto é, a manutenção da comunhão e do crescimento de cada
cristão. Note a pergunta de Paulo: “Porventura, o cálice de bênção que
abençoamos não é a comunhão do sangue de CRISTO? O pão que partimos não é,
porventura, a comunhão do corpo de CRISTO?” (1 Co
10.16). Existe uma grande importância ligada a tomar e comer. Por esta
razão, não faz sentido negar a participação no pão e no vinho aos leigos, como
na doutrina católica romana. Tal atitude pode ser classificada como uma
arbitrariedade. Um erro de algumas igrejas protestantes é a ministração da
Santa Ceia com pouca freqüência, em contraste com a ministração regular que
ocorria na igreja primitiva.
A participação envolvida é uma participação pela fé (Jo 6.35). Desse modo, o comer físico não é a
garantia da alimentação espiritual genuína por CRISTO, ou de nossa comunhão com
Ele. Os sacramentos não podem ser utilizados como instrumentos que têm a finalidade
de controlar a operação Divina. Se eles são meios da graça, a graça em si é o
favor gratuito e soberano de DEUS para separar indivíduos em JESUS CRISTO.
Portanto, não é necessário tomar o pão e o vinho para receber a CRISTO e seus
benefícios. Nem devemos dizer com base em 1 Coríntios 11.29 (“o que come e
bebe indignamente come e bebe para sua própria condenação”) que o descrente que
participa desta preciosa celebração recebe a CRISTO, mas para a perdição. Isto
é impensável: a expressão “sem discernir” não consta nos melhores manuscritos
gregos.
Por outro lado, com uma fé genuína, pode-se ter uma genuína expectativa
de uma genuína alimentação da nova vida através do poder do ESPÍRITO. O sacramento
não é uma mera observância com efeitos psicológicos apenas, Mas por sua
proclamação evangelística, ele pode ser usado pelo ESPÍRITO para fortalecer a
fé, para evocar o amor, para promover a santificação, para confirmar a comunhão
com o Senhor e com os irmãos cristãos.
A participação implicava em comunhão. Isto então levanta a questão da
presença de CRISTO. Obviamente CRISTO estava presente em seu corpo encarnado na
ceia original. Ele também estava presente em seu corpo ressurrecto nas
refeições posteriores à ressurreição. Por outro lado, Ele não tem estado
presente desde a sua ascensão desta forma, pois Ele está agora à destra do Pai
até o dia de sua segunda vinda. Isto significa que JESUS está ausente? Isto
significa que temos comunhão somente em um sentido mental ou abstrato ou
derivativo? Esta pergunta tem sido uma fonte de confusão em muitos círculos e,
portanto, requer atenção.
E praticamente inconcebível que CRISTO esteja inteiramente ausente, pois
Ele diz claramente. “Isto é o meu corpo”, e é a Ele que celebramos, e é com Ele
que temos comunhão. Contudo, é obviamente contrário à correta interpretação
bíblica enxergar uma presença semelhante à da sua vida encarnada, ou àquela dos
40 dias. Bestam três alternativas: Na primeira, podemos tentar dividir CRISTO,
por exemplo, em essência e outras partes, como na transubstanciação (a Opinião
católica romana de que a hóstia e o vinho se tornam literalmente o corpo e o
sangue de CRISTO), ou em Divindade e humanidade, ou talvez em espírito e corpo,
manifestando a presença do primeiro aspecto mas não do segundo. Especialmente
na forma da transubstanciação, este procedimento é especulativo, obscuro, não
bíblico e tem uma conotação perigosa.
Como uma segunda alternativa, podemos tentar conceber a presença do
Senhor apenas de um modo místico, subjetivo ou figurativo. Este argumento é
igualmente desprovido de um fundamento bíblico seguro, e ameaça dissolver a
realidade de DEUS e a sua ação atual.
Como uma terceira alternativa, podemos aceitar o que parece ser o ensino
claro das Escrituras, que CRISTO está presente agora com o seu povo através do
ESPÍRITO SANTO, a terceira Pessoa da Trindade. Desse modo, CRISTO é certamente
o Anfitrião em sua mesa. Ele se oferece como o sustento permanente de seu povo.
Temos comunhão com Ele, e nele também temos comunhão uns com os outros. Mas não
somos enganados por um falso “literalismo” nem por um “subjetivismo” igualmente
falso. A realidade e o mistério de sua presença são a realidade e o mistério do
ESPÍRITO.
Cumprindo o seu significado de aliança, a Ceia do Senhor tem um outro
aspecto. A nossa participação no Senhor e em sua obra implica em uma resposta
de ação de graças e autodedicação, um sacrifício bíblico de louvor. Ela
expressa tanto a glorificação a DEUS pelo cjue Ele tem feito, como também o
compromisso a que Ele nos conclama. É uma alegre festa de amor na qual o amor
de CRISTO por nós evoca, confirma e exige o nosso amor por Ele também uns pelos
outros. A proclamação do Evangelho leva consigo a obrigação evangélica ae serviço
a DEUS, e de serviço aos irmãos que são suplicantes e beneficiários comuns de
sua mesa farta e generosa. O antegozo do banquete celestial, pelo qual somos
“elevados” no ESPÍRITO até à presença de DEUS, estimula a busca da esperança
que vem do alto. Não devemos depositar as nossas afeições nas coisas do mundo,
mas crer, amar e trabalhar como aqueles que aguardam as bodas finais do
Cordeiro, quando a ceia não será mais necessária.
Quando esta riqueza de significado é revelada na Palavra, e quando a
relevância da Palavra é demonstrada pelo ato de resposta pessoal, a Ceia do
Senhor pode ser realmente um verdadeiro meio de graça. Através da refeição
sagrada, a obra salvadora de CRISTO é mais uma vez apresentada, experimentamos
o gozo de sua comunhão permanente e sustentadora no ESPÍRITO, e somos
confirmados em nossa vida cristã assim como o nosso comprometimento com o
serviço cristão em fé, amor e esperança.
G. W. B.
Data. Os estudiosos cristãos,
geralmente, aceitam a opinião tradicional de que o dia da crucificação foi uma
sexta-feira, porque o dia seguinte foi o sábado (Mc 15.42; Lc
23.54; Jo 19.31), e também porque as
mulheres visitaram o sepulcro no dia seguinte ao sábado, o primeiro dia da
semana ou domingo (Mt 28.1; Mc 16.2; Lc
24.1; Jo 20.1).
Assumindo que a sexta-feira foi o dia da morte de CRISTO, o problema é
tentar determinar se a Ultima Ceia foi ou não uma refeição pascal. Os
Evangelhos Sinóticos afirmam que a refeição que JESUS e seus discípulos comeram
na noite de quinta-feira era a Páscoa (Mt 26.17-20; Mc 14.12-17; Lc 22.7-16). No entanto, alguns entendem que, de
acordo com João, a refeição pascal dos judeus teria ocorrido na noite de
sexta-feira, após a morte e sepultamento de CRISTO.
Existem basicamente dois argumentos para esta opinião: (1) João (19.14)
afirma que o dia do julgamento e execução de JESUS foi o dia da “preparação” da
Páscoa, sugerindo que a Páscoa aconteceria no dia seguinte. O termo
“preparação” tanto nos Sinóticos (Mt
27.62; Mc 15.42; Lc
23.54) como em João (19.31,42), faz freqüentemente uma referência ao dia
anterior ao sábado, isto é, à sexta- feira. Então, na passagem presente, a
“preparação da Páscoa” pode simplesmente ser interpretada como “sexta-feira da
semana da paixão”. (2) O texto em João 18.28 afirma que os acusadores judeus
de JESUS “não entraram na audiência, para não se contaminarem e poderem comer a
Páscoa”. Como conclusão, poderiamos entender que os Sinóticos apresentam o
quadro de que a Ultima Ceia foi a refeição aa Páscoa, ao passo que João dá a
idéia de que a Páscoa só foi celebrada pelos judeus após a morte e sepultamento
de JESUS.
Vale a pena considerar uma alternativa de acordo com a qual o Senhor
JESUS e os seus discípulos teriam comido a refeição da Páscoa antes da maioria
dos judeus, e esta bem pode ser a resposta para a questão. Existem várias
abordagens dentro desta solução básica. Alguns entendem que JESUS organizou uma
refeição pascal mais cedo, porque previu que a sua morte ocorrería na hora do
sacrifício da Páscoa oficial. Outros pensam que JESUS e seus discípulos
seguiram o calendário de Qumran, e comeram a sua Páscoa na noite de
quinta-feira (FLAP, p. 297), enquanto a corrente principal do judaísmo comeu na
sexta-feira. Com respeito a estas duas opiniões, porém, é difícil entender por
que os sacerdotes no templo teriam matado um cordeiro especialmente para os
discípulos de JESUS antes da hora oficial.
Finalmente, outros pensam que os galileus e/ou os fariseus comiam a
Páscoa na noite de quinta-feira (Nisan 14) e os judeus e/ou os saduceus comiam
a Páscoa na noite de sexta-feira. Desse modo, o Senhor JESUS e os seus
discípulos estariam entre aqueles que comeram a Páscoa na quinta-feira. Visto
que um grande nümero de pessoas estaria comendo a Páscoa na noite de
quinta-feira, os sacerdotes os proveríam (como em outros anos) com um
sacrifício pascal mais cedo. Marcos (14.12) diz literalmente: “quando se fazia
o sacrifício [gr. ethuon, tempo verbal imperfeito) do cordeiro pascal” - ou,
como em outras versões, “quando sacrificavam a Páscoa” - os discípulos de JESUS
lhe perguntaram onde deveriam fazer os preparativos para comerem a Páscoa.
H. W. H.
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Obrigada pela visita. Vilma.
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